sábado, 20 de setembro de 2014

HOSPITAIS DE SÃO PAULO ESTÃO ABARROTADOS DE PESSOAS COM EFEITOS DANOSOS DA VACINA DA GRIPE SUINA

''QUANDO COMEÇARAM AS VACINAÇÕES ESSE BLOG EM PARCERIA COM CIENTISTAS SÉRIOS ALERTOU SOBRE OS PROBLEMAS DA TAL VACINA QUE FOI FABRICADA EM LABORATÓRIO.''
Os hospitais de São Paulo estão abarrotados de pessoas que se queixam de estar sofrendo efeitos danosos da vacina contra gripe suína, mas essas queixas não podem ser registradas pelos médicos, porque não existe um CID – Código Internacional da Doença – para a reação patológica à vacinação.
Em visitas a hospitais, conversando com médicos e enfermeiros da cidade de São Paulo, constatamos que cada um deles está recebendo por dia, em média, a cada 6 horas de trabalho, cerca de 20 pacientes que se queixam de efeitos adversos causados pela vacina contra gripe suína“Se ficássemos o dia todo atendendo, cada médico chegaria a atender 80, 100 pessoas diariamente”, declarou um desses profissionais.
Multiplicando-se esse número pelo total de médicos que atendem nos hospitais (municipais, estaduais, pelo SUS) pode-se ter uma idéia do quadro assustador de queixas de pessoas prejudicadas pela vacinação na cidade de S. Paulo e no próprio país.
Apesar de todas essas centenas ou milhares de queixas diárias, se alguém for procurar nas estatísticas oficiais quais danos as vacinas causam, não encontrará quase nada! Isso porque as reações à vacina não estão previstas no CID – Código Internacional de Doenças, que é um número dado à enfermidade para permitir a estatística computadorizada. Cada médico tem de preencher o nº do CID para cada paciente. As fichas recolhidas em cada hospital ou posto de saúde são enviadas para a Secretaria de Saúde do Estado, Ministério da Saúde e a própria OMS – Organização Mundial da Saúde, para fins de estatísticas estaduais, nacionais e mundiais. Como não existe um número do CID para doenças causadas pelas vacinas, os médicos são obrigados a preencher a ficha com outros códigos. Eles estão colocando os seguintes CIDs para essas reações vacinais: Faringite (J029), Gripe (J11), Tosse (R05), Amigdalite (J039), Diarréia (A09), Pneumonia (J18). Muitos colocam, simplesmente, o código das famosas “viroses”.
Conseqüência: Estatisticamente, o número dessas doenças vai falsamente aumentar no mundo; a Secretaria de Saúde do Estado, o Ministério da Saúde, a OMS vão achar que está havendo mais faringite, mais gripe, mais tosse, mais amigdalite, mais pneumonia – e vão querer vacinar mais gente ainda, para combater essas moléstias. Ao mesmo tempo, todos vão achar que as vacinas não fazem mal nenhum – só incluindo nas estatísticas os casos notórios, de pessoas que visivelmente morreram ou ficaram paralíticas, que viraram notícia, ou processaram o governo e os laboratórios.
“Eu escrevo: reação à vacina, mas isso não adianta nada, porque eles não se baseiam no diagnóstico para fins estatísticos, mas no código da doença”, disse um especialista.
As queixas mais comuns feitas aos clínicos gerais são dos seguintes sintomas por vezes persistentes:
1) Adultos: dores de cabeça intensas, dores musculares e articulares por todo o corpo, mal-estar geral, tosse seca persistente, falta de apetite, febre alta, indisposição geral, diarréia, cansaço e falta de ar, fraqueza muscular nas pernas. Os pacientes relatam que antes de tomarem a vacina H1N1 estavam bem de saúde. As queixas ocorrem dentro da primeira semana pós-vacinação, principalmente até o 2º ou 3º dia seguinte à inoculação da vacina. Outros sintomas relatados: coceira pelo corpo todo durante 24 horas, edemas, inchaço facial, labial e ocular, olhos irritados, edema ocular, manchas marrons na pele do antebraço do mesmo braço em que foi inoculada a vacina; muita dor nesse braço; alguns por causa disso não conseguem trabalhar. Há muitas pessoas que já estão há cerca de um mês com tosse seca persistente, iniciada logo após tomar a vacina. “Os exames de Raio X não acusam nada, mas a tosse não passa”, declarou um dos médicos.
2) Crianças: Os pediatras estão impressionados com o número muito maior de crianças que têm sido levadas aos hospitais (em comparação ao mesmo período de anos anteriores), com quadro gripal persistente, iniciado após a vacinação (dentro de trinta dias as crianças não melhoram, apesar das medicações, ficam indo e voltando ao Pronto Socorro); eles registraram casos e mais casos de crianças irritadas e com o corpo dolorido dentro da primeira semana pós-vacinação, com febres altíssimas e convulsões.
Ao mesmo tempo, há perda de apetite, recusa ao alimento, com consequente perda de peso. Houve grande aumento do número de casos de tosse, rouquidão, diarréia persistente, iniciados após a inoculação da vacina; bronquites, bronquiolites (que atingem crianças com idade entre 3 e 8 meses), rinites, faringites e laringites. Outras mães referiram ao pediatra que seus filhos (crianças entre 1 ano e 2 meses a 1 ano e 8 meses) perderam as forças nas perninhas e começaram a cair enquanto brincavam, “como se as perninhas desabassem”. (Não podemos esquecer que muitas vacinas atacam o sistema neurológico, podendo inclusive causar a Síndrome de Guillain- Barré – que causa paralisia, em casos mais graves, insuficiência respiratória e pode levar à morte – isso é reconhecido oficialmente, dentro da medicina.) Algumas crianças, após ser vacinadas, apresentaram bolhas pelo corpo todo, dentro da primeira semana pós-vacinação; levadas ao dermatólogo este constatou que seriam reações à vacina.
Os pediatras notaram um número muito maior de casos de doenças nas primeiras semanas de abril (em comparação ao mesmo período de anos anteriores), coincidindo a data de vacinação de crianças entre 6 meses e dois anos com maior procura do P.S. por casos de gripe, rinites, bronquiolites, faringites, laringites e pneumonia. Os Pronto Socorros e hospitais ficaram abarrotados com grande número de internações dessas crianças.
Adultos e crianças que já estavam com um quadro gripal, desenvolveram pneumonia dentro de 8 dias após receberem a vacina contra gripe suína e tiveram de ser internados (hospitalizados).
Os médicos consultados acham que todos aqueles que estão tendo reações às vacinas deveriam se unir, procurar um advogado e abrir um processo pedindo indenização pelos prejuízos sofridos.
Obs.: As fontes de informação pediram para não ser identificadas, com receio de perder os empregos; no entanto, o próprio leitor pode verificar, nos meios médicos, a veracidade dessas afirmações; está aqui, aliás, uma excelente pauta para pesquisa por outros meios de divulgação – que têm o dever de esclarecer a população.
Fontes:




Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2010/05/danos-provocados-por-vacinas-sao-escondidos-nas-estatisticas/#ixzz3DrNElEQw

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

OS CRÂNIOS DE CRISTAL


A Lenda das Caveiras de Cristal
Os crânios de cristal são esculturas supostamente de origem mesoamericanas, também feitas por tribos do Peru em cristal de Quartzo.

De acordo com a história, esses crânios começaram a aparecer no mercado de arte europeu no século XIX, apresentados como esculturas pré-colombinas, provocando curiosidade e fascínio no mundo da arqueologia.

A parte superior da boca atua como um prisma. Quando a caveira é iluminada por baixo, esse prisma projeta a luz para cima, fazendo com que essa saia pelos olhos, dando um aspecto bem vivaz à escultura.
Houve muita especulação que a escultura teria sido feita com tecnologia extraterrestre.
 A lenda

De acordo com a lenda existem ao todo 12 crânios no mundo todo, que corresponderiam aos 12 mundos habitados com vida humana. Os Itzas, vindos da Atlântida, os trouxeram à Terra e os entregaram aos homens, junto com seus conhecimentos.

No entanto, a Terra, sendo o mais jovem dos mundos habitados por humanos, também teria um crânio, o décimo terceiro. Todos eles foram guardados em uma pirâmide sucessivamente pelos olmecas, maias e astecas.

Estes teriam sido responsáveis pela disseminação, segundo a lenda que afirma que, caso reunidas, as 13 caveiras teriam poderes maravilhosos, inclusive o de parar o mundo, se alinhadas no último dia do calendário maia, em 12 de dezembro de 2012.

De acordo com uma fábula se reunir todos os 12 crânios, juntamente com um suposto 13º crânio, invocaria um imenso poder que impediria que a Terra se inclinasse dia 21 de Dezembro de 2012, o "dia do juízo final" no calendário maia, de acordo com uma fábula.
Explicação Científica

Os crânios de cristal já foram até tema de filme, é o caso do longa "Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal", onde o objeto era tratado como se fosse uma relíquia genuína.
Desligue o player da radio do blog e assista ao vídeo:


O crânio de Paris é uma escultura de quartzo de grande pureza, com 11 cm de altura e 2,5 Kg de peso e, é uma das doze peças do mesmo tipo que se encontram espalhadas pelo mundo.

Menos de três meses de O Museu Quai Branly Museu de Paris ter descoberto que havia sido vítima de fraude, os Museus Britânico e do Smithsonian Institute também descobriram ser vítimas da mesma fraude.
Dois estudos afirmaram que devido as técnicas usadas na confecção dos crânios, estes ao invés de esculpidos teriam sido esmerilados – o que explicaria como foi possível o "notável" aspecto do crânio de Mitchell Hedges não seguir o eixo natural do cristal. Ainda de acordo com estes estudos do Instituto Smithsoniano, vários crânios de cristal teriam sido fabricados na Alemanha na segunda metade do século XIX.

"Os crânios em consideração não são pré-colombianos. Eles devem seguramente ser considerados de fabricação relativamente moderna. Provavelmente cada um dos crânios não foi trabalhado mais que uma década antes que fosse oferecido primeiramente à venda.", dizem eles.

Os amantes de lendas tiveram sua decepção quando o Museu Quai Branly disse que havia encontrado ranhuras e perfurações em seus crânios de cristal de quartzo de 11 centímetros (4.4 - polegada) de altura que revelam o uso de “rebolos de joalheria" e outras ferramentas modernas.

Surgiram dúvidas também a respeito dos crânios em Londres e Washington, com peritos de arte que observaram que eles eram extraordinariamente grandes e com marcas de dentes que era excepcionalmente retilíneas.

Buscando o veredicto da ciência, os pesquisadores desses dois museus examinaram os crânios com microscópios de elétrons, ao observarem arranhões minúsculos e marcas deixadas pelos instrumentos de esculpir.

Estes então foram comparados com as superfícies de um cálice de cristal, contas de cristal de rocha e com dúzias de jóias de pedra verde conhecidas por serem de origem asteca genuinamente Asteca ou origem de Mizteca.

O crânio no Museu Britânico, comprado em 1897, é feito de cristal de rocha transparente tem 15 centímetros (seis polegadas) de altura. O crânio do Smithsonian, adquirido pelo museu em 1992, é de quartzo branco e mede 25.5 cm (10 polegadas) de altura.