terça-feira, 29 de maio de 2012

FORTE TERREMOTO SACODE DE NOVO O NORTE DA ITÁLIA

Forte terremoto deixa dez mortos no norte da Itália

Moradores da região ainda se recuperam de um tremor que deixou sete mortos e um rastro de destruição em 20 de maio
Um forte terremoto de 5,8 graus de magnitude deixou dez mortos nesta terça-feira no norte da Itália, uma região que ainda tenta se recuperar do devastador tremor de 20 de maio, que causou sete vítimas e deixou pelo menos sete mil desabrigados.
Foto: APIgreja é danificada por terremoto em Mirandola, norte da Itália

Imagens de televisão mostraram italianos desabrigados pelo primeiro terremoto deixando suas barracas com expressão de incredulidade. Em várias cidades, a população afetada pela tragédia ainda se esforçava para voltar à vida normal: em San Agostino, uma creche tinha acabado de ser reaberta; em Concordia, moradores fariam uma reunião na noite desta terça-feira para discutir as consequências do tremor de 20 de maio.
O próprio primeiro-ministro italiano, Mario Monti, fazia uma reunião sobre a tragédia com autoridades do serviço de emergência quando foi informado do novo terremoto.

Em Roma, ele prometeu que o governo fará “tudo o que é possível o mais rápido possível para garantir a volta da normalidade a uma área tão especial, importante e produtiva” para o país.
O novo terremoto, registrado às 9h (horário local), foi sentido em todo o norte e centro do país, como as regiões de Emilia Romagna, Gênova, Lombardia, Piemonte, Vêneto e Toscana. De acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês). O epicentro foi 40 km a nordeste da cidade de Bolonha, muito perto de onde foi registrado o tremor anterior.
A agência de notícias LaPresse disse que há moradores presos em escombros de prédios que desabaram em várias cidades, como Concordia e San Felice sul Panaro.

Em Milão e Florença, prédios altos e escolas foram esvaziados como precaução. Linhas de trem que ligam Bolonha a outras cidades do norte do país foram suspensas para que as autoridades pudessem checar os danos.
Com AP e EFE

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