segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

APÓS FADIGA, LULA PASSA POR NOVA SESSÃO DE RADIOTERAPIA


Lula faz o tratamento contra o câncer desde outubro de 2011

Foto: Ricardo Stuckert/Institutot Cidadania/Divulgação

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve passar, na manhã desta segunda-feira, por mais uma sessão de radioterapia, que faz parte do tratamento para combater um câncer de laringe, diagnosticado em outubro do ano passado. Lula havia sido internado no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, no sábado, após um quadro de perda de apetite e fadiga.

O ex-presidente continuou internado após a avaliação médica que constatou a "presença de inflamação de mucosa da laringe e esôfago, decorrentes da radioterapia". Apesar de o sintoma ser considerado normal, a equipe optou pela internação para intensificar as medidas de suporte nutricional, fisioterápico e fonoaudiológicas.

Bons resultados

Uma tomografia realizada no sábado não mostrou o tumor que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfrenta na laringe, informaram os médicos do Hospital Sírio-Libanês neste domingo. Apesar do exame não ser conclusivo, a equipe afirmou que Lula tem respondido de maneira "excelente" ao tratamento para combater o câncer.

A tomografia de tórax foi realizada apenas com o intuito de verificar se havia uma inflamação no pulmão, o que não foi detectado. O exame próprio para identificar a redução do tumor na laringe será realizado dentro de quatro a seis semanas após o fim da radioterapia, cuja última sessão está prevista para a próxima sexta-feira.

De acordo com a assessoria do Instituto Cidadania, que acompanha o ex-presidente, ainda não há previsão para alta médica.

O câncer de Lula

Após queixa de dores de garganta, Lula realizou uma série de exames na noite de 28 de outubro. Na manhã do dia seguinte, foi divulgado boletim médico do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo, informando que foi diagnosticado um tumor maligno na laringe, que seria inicialmente tratado por quimioterapia.

O câncer na região da laringe é mais comum entre homens e o de maior incidência na região da cabeça e pescoço.
Os principais fatores que potencializam a doença são o tabagismo e o consumo de álcool. Já os sintomas são: dor de garganta, rouquidão, dificuldade de engolir, sensação de "caroço" na garganta e falta de ar.
Fonte: Terra

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