quarta-feira, 31 de agosto de 2011

RATOS GIGANTES NOS EUA E INGLATERRA


Nova-iorquino encontra rato ‘monstro’ durante limpeza
Roedor tem cerca de 90 centímetros, incluindo o rabo.
Rato foi encontrado em conjunto habitacional no Brooklyn.

Um rato gigante que aterrorizava um conjunto habitacional no bairro do Brooklyn, em Nova York (EUA), foi morto pelo trabalhador Jose Rivera, segundo o jornal “New York Daily News”.
Jose Rivera exibe rato gigante. (Foto: Reprodução/NY Daily News)

Jose Rivera exibe rato gigante. (Foto: Reprodução/NY Daily News)

Rivera contou que três roedores saíram de um buraco quando ele estava fazendo a limpeza de uma área.
Ele conseguiu atingir um deles com um rastelo.

Segundo o jornal, o rato tinha cerca de 90 centímetros de comprimento, incluindo o rabo.

FONTE-G1

Ratos gigantes assustam moradores no Reino Unido
Roedores invadiram casas em Bradford.

Morador capturou um rato de 76,2 centímetros.Moradores de Bradford, no Reino Unido, estão horrorizados por causa da invasão de ratos gigantes. O britânico Brandon Goddard, de 31 anos, chegou a capturar um roedor de 76,2 centímetros, que mais parece um gato, segundo o jornal inglês “The Sun”. FONTE-G1



Rato de 76,2 centímetros capturado por Brandon Goddard. (Foto: Reprodução/The Sun)
Rato de 76,2 centímetros capturado por Brandon Goddard.
(Foto: Reprodução/The Sun)

terça-feira, 23 de agosto de 2011

FORTE TERREMOTO ATINGE COSTA LESTE DOS EUA

Partes do Pentágono, Casa Branca e Capitólio são esvaziadas por tremor de 5,9, também sentido em Nova York e Carolina do Norte

Um terremoto de 5,9 graus na escala Ritcher atingiu nesta terça-feira o Estado da Virgínia, nos EUA, e foi sentido com força em Washington (D.C.) e tão longe quanto o Estado da Geórgia, no sul, a cidade de Nova York e Martha's Vineyard, em Massachusetts, onde o presidente dos EUA, Barack Obama, está em férias desde a semana passada.

Por enquanto, não há informações sobre vítimas, e houve apenas pequenos danos em prédios. O abalo sísmico teve profundidade de 800 metros e epicentro a 64 km a noroeste de Richmond, capital da Virgínia. "É um dos maiores que já tivemos", disse a sismóloga do Instituto Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês). Segundo ela, há risco de abalos secundários.

Dois reatores nucleares na Estação Elétrica de North Anna foram desligados automaticamente pelos sistemas de segurança no momento do tremor, disse Roger Hannah, um porta-voz da Comissão Nuclear Regulatória dos EUA. Segundo Hannah, a agência não tem conhecimento de danos nas instalações nucleares no sudeste.
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sábado, 20 de agosto de 2011

A QUEBRADEIRA CONTINUA, EUA ANUNCIAM FALÊNCIA DE MAIS TRÊS BANCOS


EUA anunciam falência de mais três bancos

Órgãos reguladores do sistema financeiro dos Estados Unidos fecharam três bancos ontem: um na Flórida, um na Geórgia e um em Illinois. Com isso, o total de falências de bancos no país sobe para 68 desde o começo deste ano. Na mesma altura do ano passado, já haviam sido anunciadas 110 falências de bancos.
O Escritório de Controle da Moeda fechou o Lydian Private Bank, sediado em Palm Beach; é a quinta maior falência de banco nos EUA neste ano e a décima a ocorrer na Flórida. O mesmo órgão fechou o First Southern National Bank, sediado em Statesboro; o que elevou o número de falências de bancos na Geórgia a 17 neste ano. Já o First Choice Bank, sediado em Geneva foi fechado pelo Departamento de Regulamentação Financeira e Profissional de Illinois e será assumido pelo Inland Bank & Trust, sediado em Oak Brook, no mesmo Estado; é a sétima falência de banco no Illinois neste ano
O Lydian Private Bank será assumido pelo Sabadell United Bank e o First Southern pelo Heritage Bank of the South, subsidiária do Heritage Financial Group. 
A Federal Deposit Insurance Corp. (FDIC) estima que o custo das três falências para o Fundo de Seguro de Depósitos será de US$ 363,8 milhões. As informações são da Dow Jones.

BANCOS EUROPEUS DÃO SINAIS DE PROBLEMAS


Bancos europeus dão sinais de problemas, mas a falta de informações confiáveis pode estar agravando o clima de nervosismo de mercado
O sistema bancário europeu está dando sinais de falta de caixa, alertam os analistas. Mas a falta de dados claros talvez esteja exagerando a gravidade do problema, disseminando desconfiança entre os bancos e tornando-os relutantes em emprestar uns aos outros e também a empresas e consumidores.
Houve alarme entre os investidores depois que um único banco, entre os 8 mil da zona do euro, recorreu ao programa do Banco Central Europeu (BCE) que dá amplo acesso a dólares. O banco, que o BCE se recusou a identificar, tomou emprestado US$ 500 milhões na quarta-feira, soma relativamente modesta.
Porém, foi a primeira vez que um banco recorreu ao canal de dólares do BCE desde fevereiro. A falta de financiamentos em dólares para os bancos europeus foi uma das mais alarmantes características da crise financeira de 2008.
Ontem as ações europeias despencaram, com o principal índice da bolsa da França cedendo 5,5% e o principal índice alemão recuando 5,8%. Em Wall Street, os indicadores mais relevantes recuavam mais de 4% no meio da tarde, com o índice Dow Jones perdendo mais de 450 pontos. Na venda de ações, os recursos foram aplicados no ouro e nos títulos do Tesouro americano.
A reação do mercado evidenciou como investidores nervosos se comportam na ausência de informações abrangentes. “Não temos os dados básicos”, disse Nicolas Véron, um pesquisador sênior da Bruegel, um organização de pesquisa em Bruxelas. “Nós precisamos de informação sobre as condições de liquidez no mercado interbancário.”
A falta de certezas leva os executivos dos bancos a temerem que outros bancos possam ser “riscos ruins”. Logo, em alguns momentos eles param de emprestar e seguram o dinheiro – o que em 2008 contribuiu para uma recessão aguda e pode se repetir agora.
Os investidores estão claramente incomodados. Bancos como o Société Generale da França e o Barclays da Grã Bretanha estão entre os maiores perdedores do pregão de ontem. “Há muito nervosismo. É uma dessas situações em que existe espaço para uma profecia ser autorrealizável”, disse Nick Mattheus, economista sênior em Londres do Banco da Escócia.
“Atualmente muitos bancos não podem acessar os mercados a taxas razoáveis”, escreveram os analistas do Morgan Stanley em uma nota. “O resultado é que os bancos comerciais continuam apertando as condições de crédito para clientes corporativos e de varejo. Se o estresse continuar, aumentam os riscos de que a falta de crédito disponível possa deprimir a demanda doméstica ainda mais.”
Muitos analistas aconselham calma, no entanto, afirmando que o nível de estresse ainda é muito menor que os níveis de 2008. “Não há dúvida de que há uma tensão”, disse John Peace, analista de bancos da Nomura em Londres. “Mas o mercado está reagindo exageradamente a essa questão do crédito.”
Os analistas também apontam grandes diferenças entre o momento atual e 2008. Os bancos têm mais capital em reserva, estão menos confiantes no financiamento de curto prazo, e os governos tem mais prática em lidar com emergências financeiras.
Viral V. Acharya, professor de economia na Escola de Negócios de Stern da Universidade de Nova York aponta um paralelo perturbador.
Em 2008, assim como hoje, um ativo podre estava espalhado por todo o sistema bancário. Em 2008, eram as títulos ligados aos empréstimos imobiliários sub prime. Hoje são as dívidas soberanas dos países.
Como as dívidas do governo foram consideradas como quase sem risco, os bancos não fizeram provisões para o caso de perdas. Os reguladores também não exigiram que os bancos fizessem. “Esse ativo foi considerado muito seguros para fracassar”, disse Acharya.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Mulher alerta a população portuguesa acerca do fim dos dias em programa de TV

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No final outro participante, diz: “Deus é grande, mas eu não o vejo, nós é que temos que resolver os nossos problemas aqui na Terra.”

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

O AVANÇO DO CONTROLE TOTAL



Um software que denuncia crimes antes mesmo que sejam cometidos é ao mesmo tempo fascinante e assustador. Uma experiência no Sul da Inglaterra mostra que isso já é possível. Algo está sendo feito em busca da vigilância total.

No filme de ficção científica “Minority Report”, que se passa em 2054, crimes capitais como assassinatos não ocupam mais as manchetes. Uma unidade especial da polícia, chamada “Pré-Crime”, auxiliada por três paranormais, detecta todos os atos de violência antes que aconteçam, e prende os criminosos potenciais a tempo...

Os produtores desse filme de Hollywood se enganaram em apenas três aspectos: esses sistemas já existem hoje, e não somente em 2054. Segundo: no mundo real a tarefa dos “videntes” do filme é assumida por um software inteligente. E, em terceiro lugar: a história não se passa em Washington DC, mas em Portsmouth, no Sul da Inglaterra.





Já há 4 milhões de câmeras de vigilância instaladas na Inglaterra, o que representa uma câmera para cada 14 habitantes.














Essa cidade portuária de 200.000 habitantes, no condado de Hampshire, está testando há algum tempo um novo sistema de videovigilância. A característica especial: em vez dos métodos de vigilância normais, que requerem muito pessoal devidamente treinado, esse sistema usa um programa chamado “Perceptrak”, que busca comportamento suspeito nas imagens analisadas e aciona o alarme quando necessário.[1]

O relato também destaca que atualmente já há 4 milhões de câmeras de vigilância instaladas na Inglaterra, o que representa uma câmera para cada 14 habitantes. Em Londres, por exemplo, é grande a probabilidade de ser filmado até 300 vezes por dia. A organização de direitos civis “Liberty” está preocupada porque essa tecnologia oferece cada vez mais facilidades para o governo “vigiar cada passo do cidadão.”

O assustador nessa tecnologia é que o indivíduo sente-se cada vez mais vigiado e, em breve, poderá ter todos os passos seguidos. Aquilo que pode contribuir para a segurança do Estado forçosamente se tornará um fator de grande insegurança para o indivíduo. Mas é fascinante como a profecia bíblica se mostra atual, como seu cumprimento é exato e como a Palavra de Deus é verdadeira. Afirmações feitas há mais de 2000 anos estão se realizando diante dos nossos olhos. Algo está acontecendo, aproximando-nos cada vez mais rápido de Apocalipse 13. Está sendo criado um sistema que finalmente servirá de ferramenta ao vindouro Anticristo.












Se hoje em alguns lugares um cidadão já é filmado até 300 vezes num só dia, não é difícil imaginar a abrangência que o sistema anticristão terá.

Desde o começo o objetivo de Satanás era “ser como Deus”: “Subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo” (Is 14.14). Portanto, não é de admirar que o Diabo tenha seduzido o primeiro casal com este mesmo argumento:“Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal” (Gn 3.5).

Ser como Deus significa ser onipotente, onisciente e onipresente. Nenhum anjo, nenhum demônio, nem mesmo Satanás tem essas características. O sistema anticristão final tentará alcançar esse alvo. Todas as pessoas devem ser vigiáveis e influenciáveis em qualquer lugar em que estiverem. Isso dará ao Anticristo um poder imensurável. Pois aquele que tem controle total e consegue observar qualquer pessoa, também pode influenciar e determinar as ações de qualquer um. Ele pode tirar alguém do meio do trânsito, excluí-lo da sociedade, da vida em comunidade e isolá-lo. É exatamente o que a Bíblia prevê, a respeito do que já alertamos diversas vezes.

“Seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar diante da besta, dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta, àquela que, ferida à espada, sobreviveu; e lhe foi dado comunicar fôlego à imagem da besta, para que não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a imagem da besta. A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome. Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis” (Ap 13.14-18).

A última sedução virá pelo caminho da “sensatez”. Câmeras de vigilância ajudam a prevenir assaltos e seqüestros. Elas auxiliam a combater o terrorismo de forma eficiente e a esclarecer acidentes. Quem não concordaria que isso é bom? Mas o homem, influenciado pelo pecado, sempre consegue usar para o mal algo foi planejado para o bem. A descoberta da dinamite e da fissão atômica deveriam trazer progresso aos homens, mas foram abusadas e transformadas em formas terríveis de extermínio da humanidade.

Quanto mais o homem se separa de Deus, mais ele buscará a própria onipotência. Ao se fazer independente de Deus, ele mesmo se eleva como se fosse Deus. Mas, em vez de vida, ele encontra perdição e morte.

Se hoje os sistemas de controle já estão tão avançados em tantas áreas, e os desenvolvimentos são cada vez mais rápidos, quão próximo estará o cumprimento do Apocalipse e dos acontecimentos que ele descreve?

Entretanto, nós temos a promessa: “Não temais, ó pequenino rebanho; porque vosso Pai se agradou em dar-vos o seu reino” (Lc 12.32). (Norbert Lieth -http://www.chamada.com.br)

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

DECLÍNIO E QUEDA DO IMPÉRIO AMERICANO


Dr. Paul Craig Roberts
Infowars.com Infowars.com

Depois de ler a “notícia” no Ministério da Propagandaque o Governo dos Estados Unidos e seus meios midiáticos acabaram desperdiçando tempo e energia, criando histeria ao longo de uma inexistente “crise do teto da dívida.” e e testemunhando a estupidez do governo dos EUA, o restante do mundo acabou atingido pela imaturidade da “única superpotência mundial”. 

Onde é que a Reserva Federal vai ter 16100000000000 dólares americanos para emprestar? 

Que tipo de superpotência ,a maravilha do mundo, que está disposta a ir as últimas consequências para convencer o mundo, que mantém suas reservas bancárias nos EUA em dívida do Tesouro, que o governo dos EUA será o garantidor sobre a dívida? Todos os países do mundo agora se preocupam com o julgamento e sanidade de um país com o maior arsenal nuclear do mundo. 

Esta é a realização dos republicanos, que assumiram um aumento ordinário comum no limite do teto da dívida, um evento que ocorreu muitas vezes rotineiramente ao longo de minha vida, e a transformou em uma crise que ameaça o sistema financeiro mundial. 

Para ser claro, nunca houve qualquer risco de inadimplência dos EUA pois o presidente Obama tem o poder estabelecido pelo ex-presidente George W. Bush na qual há uma Directiva Presidencial onde pode-se declarar emergência nacional e deixar de lado o limite do teto da dívida e subjugar o Congresso para assim continuar a emitir os papéis da dívida necessários para financiar o governo dos EUA e suas guerras. 

Que a imprensa americana já tomou esta “crise” a sério apenas demonstra o seu estado de prostituta. 

A dívida pública dos EUA está a aumentar muito rapidamente contra o PIB dos EUA, embora ainda esteja abaixo dos percentuais durante a Segunda Guerra Mundial. O problema que é ignorado pelo idiotas em Washington e nas midiatrix é que a dívida está a aumentar em relação à economia porque a economia não está crescendo, mas os gastos de guerra sim. 

Por que não é a economia que cresce? 

Não está a aumentar, porque foi para o exterior. O que antigamente era o PIB dos EUA produzido em Gary, Indiana, St. Louis, Detroit, no Vale do Silício, e outros locais dos EUA está agora PIB para China, Índia, Indonésia e outros países onde os serviços de produção de trabalho e profissionais podem ser contratados abaixo das taxas dos EUA. 

O que acontece com a exteriorização? A resposta é clara. PIB dos EUA, a renda do consumidor, oportunidades de carreira e base tributária deixam o país. Lucros corporativos e bônus aumentaram devido aos custos trabalhistas mais baixos. 

Isto é bom? 

A resposta é que ele só é bom para Wall Street, os acionistas ,pessoas jurídicas e de gestão empresarial. Seus rendimentos sobem, e o PIB vai para baixo, juntamente com as oportunidades de emprego dos norte-americanos ea base tributária para o governo. 

O destróier americano de outras perspectivas econômicas foi a desregulamentação do setor financeiro. Economistas teorizam que os mercados se auto-regulam e criam a ilusão de que a ganância nunca foi um problema. O Presidente do Federal Reserve, Alan Greenspan, e Wall Street de propriedade do Tesouro dos EUA pularam fora. Aqueles, que como Brooksley Born, foram habilitados pela legislação dos EUA para regular derivativos, foram expulsos do cargo pelo presidente do Federal Reserve, pelo secretário do Tesouro, e presidente de Valores Mobiliários. 

Instituições financeiras livres de Glass-Steagall, livre de exigências de capital, e livre de fiscalização, imediatamente tomaram a alavancagem da dívida em apostas altamente irrealistas a níveis surpreendentes. Quanto aos esquemas em colapso, a Reserva Federal emprestou a bancos dos EUA e estrangeiros 16100000000000 dólares, uma soma maior do que a dívida nacional dos EUA e maior do que o PIB dos EUA. 

Onde é que a Reserva Federal tem 16100000000000 dólares americanos para emprestar? 

Enquanto o Federal Reserve criou 16,1 trillion dólares em novos empréstimos para os bancos privados, os bancos socorridos a arrestar casas hipotecadas dos americanos despejados. http://news.yahoo.com/bulldoze-way-foreclose-102000063.htmlhttp://news.yahoo.com/bulldoze-way-foreclose-102000063.html 

Assim, na América, a luz para o mundo, cidadãos americanos são expulsos de suas casas a fim de que os bancos podem arrestar as suas casas. 

. Só na América é que isto faz sentido. 

E não é só os americanos que estão sendo feitos desabrigados pelas políticas dos EUA. Afegãos, paquistaneses, iraquianos, iemenitas, somali, líbios também são expedidos para desabrigados pela política americana. Além disso, as guerras dos Estados Unidos contra esses povos, juntamente com a conta do orçamento de apoio militar / de segurança para 75% do déficit orçamentário dos EUA. Na verdade, o custo dessas guerras excedem o orçamento previsto de poupança futura o limite da dívida. 

Em outras palavras, o custo das guerras que fazem milhões de estrangeiros sem-teto até usar as receitas que o governo federal poderia ter usado para manter os americanos em suas casas e professores nas escolas. . Tanto quanto muitos republicanos professam estar preocupado com a dívida pública dos EUA, os republicanos não estavam suficientemente preocupados para atender sua emissão cortando o 1200000000000 dólares do orçamento da segurança militar ou aumentando as taxas de imposto sobre os mais-ricos. 

Olhar para estas manchetes, apenas dois dias antes do prazo estabelecido, a partir do grupo online, Stop NATO: 

Militares dos EUA baseados na Austrália, para enfrentar a China
Operações de Contra-americanos nas Filipinas.
EUA poderim atualizar Navios de guerra poloneses no Mar Báltico 
Bulgaria:: Pentágono continua Atualizando Bases Militares
Os EUA usam base aérea romena para Abastecimento a Guerra do Afeganistão
África América parceria Na África Oriental 

Mongólia: EUA lideram NATO, asiáticos Aliados da OTAN No Exercício Militar
Guerra da Líbia: Mais de 17 mil missões aereas da Otan 

Guerra contra a Líbia é Guerra contra África 

O que no mundo é um país à beira da falência fazendo realização de exercícios militares na Mongólia e na Ásia Central? O que que a Organização Tratado do Atlântico Norte, projetada para conter uma pressão soviética na Europa Ocidental, f está fazendo na Mongólia? 

Por que esses gastos militares necessários, mas não os gastos para manter a população de rua da América de subir enquanto as casas são destruídas? 

Por que não ouvir os republicanos quando o mega bilionário Warren Buffett -diz que a taxa de imposto sobre sua renda maciça é inferior à taxa de imposto sobre o rendimento de seu secretário? 

A resposta é que os republicanos têm uma agenda: a Segunda Guerra. E os republicanos querem financiar esta guerra, não ao tributar a renda elevada, mas cortando programas de apoio para as classes ais baixas e para o exterior. 

Para ir direto ao ponto: Mesmo que todos os cortes realmente acontecerem, o enfraquecimento da economia resultará em um novo défice que vai acabar com as economias esperadas a partir da aprovação do limite da dívida. 

O que então o governo vai fazer? 

Até os políticos dos EUA compreenderem que a economia tem sido movida para fora e tomar medidas para trazê-la para casa, não haverá solução para o problema da dívida americana ou para o seu problema de desemprego crescente. 

Dr. Paul Craig Roberts é o pai da Reaganomics e ex-chefe da política do Departamento de Tesouro. He is a columnist and was previously an editor for the Wall Street Journal. Ele é um colunista e anteriormente era um editor do Wall Street Journal Seu último livro, “. Lost: The War of the Worlds “, detalha por que a América está se desintegrando. 

sábado, 6 de agosto de 2011

Trailer

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