segunda-feira, 29 de novembro de 2010

É O FIM, FARC - FORÇAS ARMADAS REVOLUCIONÁRIAS DA COLOMBIA ELOGIAM DILMA ROUSSEFF





Compatriota DILMA ROUSSEFF

Presidenta electa del Brasil

Desde las montañas de Colombia, nuestro saludo cordial, bolivariano, con anhelo de Patria Grande.

Permítanos adherimos a la justificada alegría del gran pueblo de Luis Carlos Prestes, ante el hecho relevante de tener, por primera vez en la historia del Brasil, una presidenta; una mujer ligada siempre, a la lucha por la justicia.

Presidenta Dilma, para usted, nuestro aplauso y reconocimiento.

Su exaltación a la presidencia de la República Federativa, sumada a su pública convicción de la necesidad de una salida política al conflicto interno de Colombia, ha centuplicado nuestra esperanza en la posibilidad de alcanzar la paz por la vía del diálogo y la justicia social.

Estamos seguros que la nueva presidencia del Brasil jugará papel determinante en la aclimatación de la paz regional y en la hermandad de los pueblos del continente.

De usted, atentamente,

Secretariado del Estado Mayor Central de las FARC-EP

Montañas de Colombia, Noviembre de 2010 http://www.farcejercitodelpueblo.org/

Minha Prece Pastoral: ''SENHOR TENDE MISERICÓRDIA DE NÓS''

domingo, 21 de novembro de 2010

DOCUMENTOS DO SUPERIOR TRIBUNAL MILITAR DIZEM QUE DILMA ASSESSOROU ASSALTOS A BANCOS

''AGORA É TARDE, O ESTELIONATO ELEITORAL JÁ FOI DADO''
BRASÍLIA - Liberados para consulta nesta quinta-feira pelo Superior Tribunal Militar (STM), os dezesseis volumes de documentos com páginas já amareladas e gastas que contam a história do processo movido pela ditadura militar contra a presidente eleita Dilma Rousseff descrevem a ex-militante como uma figura de expressão nos grupos em que atuou, que chefiou greves e "assessorou assaltos a bancos", e nunca se arrependeu.

Na denúncia oferecida pelo Ministério Público Militar contra os integrantes do grupo de esquerda VAR-Palmares, Dilma é chamada de "Joana D'Arc da subversão". "É figura feminina de expressão tristemente notável", escreveu o procurador responsável pela denúncia.

O GLOBO teve acesso aos autos a partir de autorização do presidente do STM, ministro Carlos Alberto Marques. A decisão foi assinada no mesmo dia em que o plenário da Corte liberou o acesso dos autos ao jornal "Folha de S.Paulo", que antes da eleição tentara consultar o processo. Dilma apresentou nesta quinta-feira um pedido para também ter acesso aos autos. O presidente do STM determinou que seja dada prioridade à requisição da presidente eleita. Ela já havia pedido acesso aos autos durante a eleição, mas ele fora negado.

Em depoimento à Justiça Militar, em 21 de outubro de 1970, Dilma contou ao juiz da 1ª Auditoria da 2ª Circunscrição Judiciária Militar que foi seviciada quando esteve presa no Dops, em São Paulo. O auditor não perguntou quais tinham sido as sevícias. No interrogatório, Dilma explicou ao juiz por que aderiu à luta armada. O trecho do depoimento é este: "Que se declara marxista-leninista e, por isto mesmo, em função de uma análise da realidade brasileira, na qual constatou a existência de desequilíbrios regionais de renda, o que provoca a crescente miséria da maioria da população, ao lado da magnitude riqueza de uns poucos que detêm o poder e impedem, através da repressão policial, da qual hoje a interroganda é vítima, todas as lutas de libertação e emancipação do povo brasileiro. Dessa ditadura institucionalizada optou pelo caminho socialista".

Sem participação ativa nas ações

Os arquivos trazem ainda cópia do depoimento que Dilma prestou em 1970 ao Departamento de Ordem Política e Social (Dops), delegacia em que ela ficou presa e foi torturada. No interrogatório realizado no dia 26 de fevereiro daquele ano, Dilma, sob intensa tortura, segundo o depoimento, listou nomes de companheiros, indicou locais de reuniões, e admitiu que uma das organizações da qual fazia parte, o Colina, fez pelo menos três assaltos a banco e um atentado a bomba. Mas ressalvou que nem ela nem o então marido, Cláudio Galeno de Magalhães Linhares, tiveram "participação ativa" nas ações.

No interrogatório no Dops, Dilma contou que o atentado a bomba foi praticado na casa do interventor do Sindicato dos Metalúrgicos em Minas Gerais, e que atingiu também a casa do delegado regional do Trabalho. As residências eram contíguas.

Em um trecho do depoimento, Dilma disse que uma de suas funções em organizações de combate à ditadura era organizar células de militantes. Teria sido encarregada de distribuir dinheiro aos grupos. O dinheiro teria sido arrecadado em ações dos movimentos.

Os documentos relatam que Dilma começou a ser "doutrinada para o credo ideológico marximalista" (sic) por Cláudio Galeno, em Belo Horizonte, quanto atuavam na Polop, em 1967. Anos depois, na VAR-Palmares, Dilma foi a São Paulo e assumiu atividade de colegas que estavam para cair (serem presos). Dilma foi professora de marxismo e em sua casa foram apreendidos materiais para falsificação, panfletos e livros considerados subversivos.

Antes de seguir para São Paulo, Dilma e o marido passaram pelo Rio, em 1969. Sem conseguir, de início, um aparelho para morar, viveram num hotel em Laranjeiras. A Polop, movimento em que atuavam, passou a se chamar Colina. Dilma traduziu livros para os companheiros e foi cobrir pontos e contatos. Foi usada certa vez como "araque", para atrair e despistar a atenção dos militares enquanto companheiros faziam reuniões.

Dilma era deslocada para outros pontos do país para fortalecer a atuação do Colina e arregimentar companheiros. Foi ao Rio Grande do Sul, onde a atuação de seu grupo era fraca e não havia militantes suficientes. Depois, foi cumprir o mesmo papel em Brasília e Goiânia.

Em junho de 1969, teria participado da reunião que tratou da fusão do Colina com a VPR, no Rio. Dilma contou que, em outro encontro, um companheiro falou da realização de uma "grande ação" que iria render bastante dinheiro para os cofres da organização. Essa ação, soube Dilma depois, tratava-se do assalto à residência de Ana Capriglione, ex-secretária do ex-governador Ademar de Barros.

Elogio à "dotação intelectual"

Num relatório sobre guerrilheiros da VAR-Palmares, o delegado Newton Fernandes, da Polícia Civil de São Paulo, traça um perfil de 12 linhas sobre Dilma. Segundo ele, ela era "uma das molas mestras e um dos cérebros dos esquemas revolucionários postos em prática pelas esquerdas radicais". O delegado diz que a petista pertencia ao "Comando Geral da Colina" e era "coordenadora dos Setores Operário e Estudantil da VAR-Palmares de São Paulo, como também do Setor de Operações".

"É antiga militante de esquemas subversivo-terroristas", diz o delegado. No texto, elogia a capacidade intelectual da guerrilheira: "Trata-se de uma pessoa de dotação intelectual bastante apreciável". No documento, o delegado pede a prisão preventiva de Dilma e mais 69 acusados de atividades subversivas contra o governo.

" Não é possível supor que se dialogue com pau de arara ou choque elétrico "

Em maio de 2008, Dilma falou no Senado sobre o período em que foi torturada. Questionada pelo senador Agripino Maia, que relembrou uma entrevista em que ela dizia ter mentido na prisão, Dilma afirmou que foi "barbaramente torturada" e respondeu:

- Não é possível supor que se dialogue com pau de arara ou choque elétrico. Qualquer comparação entre a ditadura militar e a democracia brasileira só pode partir de quem não dá valor à democracia brasileira - disse Dilma, que emocionou a plateia que a ouvia na ocasião. - Eu tinha 19 anos. Fiquei três anos na cadeia. E fui barbaramente torturada, senador. Qualquer pessoa que ousar dizer a verdade para interrogador compromete a vida dos seus iguais. Entrega pessoas para serem mortas. Eu me orgulho muito de ter mentido, senador. Porque mentir na tortura não é fácil. Na democracia se fala a verdade. Na tortura, quem tem coragem e dignidade fala mentira. E isso, senador, faz parte e integra a minha biografia, de que tenho imenso orgulho. E completou: - Aguentar tortura é dificílimo. Todos nós somos muito frágeis, somos humanos, temos dor. A sedução, a tentação de falar o que ocorreu. A dor é insuportável, o senhor não imagina o quanto. Fonte: O Globo

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

terça-feira, 16 de novembro de 2010

COMO SERIA UMA POSSÍVEL 3ª GUERRA MUNDIAL - A GUERRA NUCLEAR

Vídeo que mostra como seria uma possível Terceira Guerra Mundial, segundo alguns especialistas. A guerra seria tomada de bombas de hidrogênio, explosões atômicas e um planeta completamente destruído. Desligue o player da radio do blog e Assista!
HaSatan usurpou a Terra e seus governantes já construiram artefatos suficientes para destruir toda a raça humana. HaSatan e seus governantes só se esqueceram de uma coisa, que do Senhor é a Terra, e sua plenitude e todos aqueles que nela habitam, e o Senhor destruirá a todos aqueles que destroem a Terra.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

A LEI E A GRAÇA - Parte 6 - Pastor Luís Gonçalves

O video é muito instrutivo, desligue o player da radio do blog e assista

sábado, 13 de novembro de 2010

O NOVO BRASIL DO PT É VELHO DEMAIS! OU ESTE PAÍS AMA QUEM O ESPOLIA

Blog do Reinaldo Azevedo
Análises políticas em um dos blogs mais acessados do Brasil

Eu sei que hoje é sábado e que há um feriado pela frente etc e tal. Poderia tratar de algumas ligeirezas, mas vocês sabem como amo a vigilância democrática, né? “Estamos construindo um novo Brasil”, certo? Trago um assunto que tem o cheiro inequívoco do velho Brasil, de um país verdadeiramente ancestral. Vamos ver.

O governo Lula sataniza as privatizações feitas no setor elétrico, e a presidente eleita, Dilma Rousseff, gosta de exibir seus feitos na área, especialmente os imaginários. Na campanha eleitoral, por exemplo, foi apresentada como aquela que livrou o Rio Grande do Sul da crise de energia de 2001, já que era secretária da área. Em três linhas, deu-se o seguinte: o estado não tinha problemas de reservatório de água nem estava conectado com o resto do sistema e, por falta de linhas de transmissão, não pôde socorrer o resto do país. Como se nota, um feito realmente notável de Dilma, não é mesmo!? Mas isso é mera ilustração neste texto.

Anteontem, Claudio J. D. Sales, do Instituto Acende Brasil, escreveu um artigo no Estadão que merece a nossa leitura. Expõe, na sua crueza, uma das mazelas do setor, aquele que é acompanhado de perto pela “Mãe do Brasil” e do qual, informa-se na imprensa, ela pretende continuar cuidando pessoalmente. De saída, vocês notarão o seguinte: o fato de a Celg, a empresa goiana de distribuição de energia, ser uma estatal custou aos brasileiros, numa penada só, a bagatela de quase R$ 4 bilhões! Gastança de milhões é coisa do velho Brasil. No novo, tudo se mede aos bilhões.

O busílis é o seguinte: o governo federal resolveu salvar a estatal Celg com um empréstimo da Caixa Econômica Federal ao estado de Goiás no valor de R$ 3,7 bilhões. Um troço, assim, mamão com açúcar: juro de 6% ao ano, 20 anos de prazo para pagar e dois anos de carência. Desse total, R$ 1,7 bilhão servirá para quitar dívida do estado com a empresa, e R$ 2 bilhões entram no caixa da estatal como aporte de capital. A Eletrobras meterá outros R$ 140 milhões na companhia, elevando a sua atual participação, que hoje é de 6%, e ganhando um assento na diretoria. O acordo foi feito na boca da urna, e tanto Dilma como o candidato do Planalto ao governo do Estado, Iris Rezende, receberam o apoio do atual governador, Alcides Rodrigues. Não adiantou: elegeu-se o tucano Marconi Perillo.

Alguma coisa contra Goiás? Ao contrário! Tudo a favor. A questão é saber o que levou a Celg a necessitar da dinheirama. A resposta, numa empresa que fornece esse tipo de serviço, é uma só: gestão desastrosa em razão da politicagem. E é para isso que serve boa parte das estatais. Não se trata aqui de debater o caso da empresa goiana em particular. Até porque, de fato, não é a única. Sales lembra: “As distribuidoras de energia elétrica geridas pela Eletrobrás (Amazonas Energia, Ceron, Eletroacre, Ceal, Cepisa e Boa Vista) são alvos históricos de interferência política e estão entre as que apresentam o pior desempenho no setor elétrico. Os seus custos operacionais superam em 36% o valor que a Aneel estabelece como razoável. E a rentabilidade dessas empresas, entre as mais baixas do setor, ameaça a própria sustentabilidade das concessionárias.”

A partir de 1º de janeiro, Marconi Perillo (PSDB), que o Planalto tentou derrotar, assume o governo do Estado. Pode, em tese, interferir para mudar o rumo e o destino da Celg. Mas também ele chega com tais e tantas obrigações políticas, porque é essa a natureza do jogo. Havendo amparo legal para isso, deveria fazer uma licitação, concorrência ou sei lá o quê para tentar dar uma gestão profissionalizada à empresa, tirando-a da barafunda em que se encontra.

Trago aqui o caso da Celg porque, nos últimos anos, em razão do marketing agressivo das três grandes estatais federais — Petrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal —, vai se consolidando a idéia de que estatismo é sinônimo de eficiência. Não é! As exceções não conseguem ocultar a regra: são, isto sim, retratos do empreguismo, da ineficiência, do compadrio político, da lambança. Vocês já pararam para pensar que praticamente inexiste propina nos negócios feitos entre empresas privadas? Certamente há casos de espionagem industrial; diretores de compra e de venda acabam levando unzinho por fora sem que o patrão saiba… Além dse ser dinheiro privado, é troco de pinga perto do que acontece na relação “empresa privada-setor público”. Os países mais corruptos do mundo são aqueles em que há mais empresas públicas. Quanto mais estado, mais sem-vergonhice.

Não obstante, e eu não ignoro tal fato, toda a metafísica influente aponta para a direção oposta. É uma guerra cultural que os partidários de um estado eficiente e enxuto estão perdendo, a despeito dos bilhões que saem dos cofres públicos para cobrir os rombos feitos nas empresas estatais. E não venham me falar do Banco Panamericano, hein? A mesma CEF que emprestou à Celg viu naquela ratoeira uma grande oportunidade de negócios e enfiou lá R$ 700 milhões!

Talvez o país ainda volte a debater o que interessa um dia. Em 2010, assistimos à terceira campanha eleitoral seguida em que se cantaram as glórias do estatismo, este mesmo que leva quase R$ 4 bilhões com a facilidade com que se diz “hoje é sábado”. Bilhõezinhos, assim, leitor, como se fossem uma coisinha besta, para a qual já não se dá importância. http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

BRASIL. O PODER ALICERÇADO NA IGNORÂNCIA NACIONAL

Por Giuseppe Tropi Somma

Nossos políticos estão levando o Brasil a um voo cego para o caos da ingovernabilidade. Pela lógica matemática, não tenho dúvida disso. É questão de tempo, não mais do que 15 anos, e estaremos provando ao mundo que não somos suficientemente civilizados para vivermos uma democracia. Democracia é coisa para povo autodisciplinado, com cultura, capaz de gerar candidatos inteligentes e honestos. Daqueles candidatos que quando percebem de ter imaculada a própria honra e decepcionado seu eleitorado, simplesmente preferem dar um tiro na testa, pois têm vergonha na cara! Democracia deve ser alimentada por votos inteligentes, em que o eleitor sabe distinguir o que é realmente bom para a sociedade e o que não é.

Certamente não é o que acontece na nossa democracia. Nesse país temos 99% da classe política composta de aventureiros, sem coragem de enfrentar a luta do nosso dia a dia para vencer na vida; então optam para a farsa da vida pública, na qual o cinismo substitui o pudor da verdade. E, logicamente, para que este cenário prevaleça, o voto não pode ser inteligente. Deve ser o voto inconsciente e irresponsável do ingênuo analfabeto. Ele deve decidir quem vai governar este país e como vai governar; ele é a ferramenta para que a demagogia se perpetue no poder, ferramenta esta criada a pretexto da “igualdade de direitos”. Isso é como pedir ao analfabeto, na função de contratante, que assine (se soubesse assinar) um contrato sem saber ler, apenas por ter ouvido a sua leitura “distorcida” pelo contratado. Então, me desculpem, mas temos bandidagem num lado e ignorância no outro. Um procurando preservar o outro. E como resultado temos um governo cada vez mais pesado, a cada sucessão que acontece. Sim, lembram-se de que eles fugiram da nossa luta diária? Pois é, na vida é assim: quem não sabe ganhar... só sabe gastar! E com isso a máquina pública se torna cada vez mais insustentável, inchada, até que um dia irá estourar..., porque o contribuinte não é máquina de fazer dinheiro. A fome do leão é muito maior que a caça disponível. Para alimentar suas
credibilidades junto a este eleitorado cativo, Legislativo e Executivo só fazem leis que nos empobrecem. Estão provocando o fechamento de todas as indústrias e empresas formais. Estão escravizando a sociedade num regime feudal e corporativista. Dividiram a nossa sociedade e três partes: de um lado o Corporativismo da máquina governamental; do outro, uma classe massacrada pelos impostos, com sua classe média
empobrecendo dia após dia; e por fim a classe dos miseráveis, cooptada com bolsa família e outros tipos de bolsas, que, por ser maioria, é usada como alicerce e sustentação do governo. De um lado é só festa com o dinheiro do povo, que é sempre insuficiente (porque o número de saqueadores aumenta mais que a pilhagem), do outro é pura guerra social, com roubos e assaltos tão generalizados que nem impressionam mais, tampouco se perde tempo em denunciá-los. O meu desgosto é quando ouço um ingênuo e inconsciente falar: “Este governo deu isto e deu aquilo...” Governo não dá nada! Governo só tira! Quem dá é o contribuinte, que ingênuo e inconsciente paga os impostos embutidos nos preços das suas compras (sempre pensando que, por ser pobre, não está pagando impostos). Com tais bolsas, o que o Governo faz é desviar dinheiro público para fins privados, que é a busca de votos. Coisas que a magistratura, se não fosse subserviente, deveria coibir. Chega de dar máscara social a fins ilícitos. Estão empurrando nossa sociedade para uma vagabundagem de cultura.

Temos um exemplo vastamente denunciado em que o Sinditêxtil do Ceará, atendendo ao apelo da indústria local, em parceria com o Governo e o Senai, promoveu um curso técnico de 120 horas/aula para 500 donas de casa, a maioria em curso de costureiras, com emprego pré-garantido. O governo fez uma imposição: todas teriam que ser recebedoras do Bolsa Família. Pois bem. Terminado o curso, sabem quantas aceitaram o emprego? Nenhuma. Isso mesmo, nenhuma! Todas querem continuar com o Bolsa Família, aceitando trabalhar só se for sem carteira assinada; isto é, na informalidade, porque não querem renunciar ao seu “fica em casa, família”.

Na verdade, tantos benefícios, que os nossos políticos chamam de “conquistas sociais”, que só servem para adoçar a boca do eleitorado inconsciente; estão deteriorando nossa sociedade. Esses mesmos eleitores, olhando o mau exemplo que vêm de cima, preferem trilhar o caminho da ilegalidade, do ócio, das drogas e do crime. O que podemos esperar dos filhos dessa gente? E quando o nosso querido presidente diz que a vida do brasileiro em seu governo melhorou muito, eu diria: “teria sido por causa dos impostos baixos? Da gasolina barata? Da boa educação? Da boa saúde? Da segurança? Isto é, dos atos do governo? Não! Temos de agradecer aos chineses que invadiram o mundo com seus produtos a preços ridículos e que, além de proporcionar satisfação material aos mais humildes, serviram para reprimir os preços (e a inflação) em geral”. Foram eles também que geraram a maioria de nossas reservas cambiais, com uma sede inesgotável por nossos commodities, agrícolas e minerais. Bolsa Família, num país com tanto trabalho e tanta terra para cultivar, se não fosse a finalidade eleitoreira, seria como dar droga a um viciado, apenas para acalmar sua rebeldia.  *Reprodução liberada*

GIUSEPPE TROPI SOMMA é empresário e presidenteda ABRAMACO.
giuseppe@cavemac.com.br

domingo, 7 de novembro de 2010

BANCOR: O NOME DA NOVA MOEDA GLOBAL SEGUNDO RELATÓRIO DO FMI

Bancor: O nome da moeda global
que um chocante relatório do FMI propõe
(Aliás diga-se de passagem que o nome da nova moeda é feio demais,
parece que os filhos de HaSatan estão sem criatividade)


Tagged with: Nova Ordem Mundial
The Economic Collapse blog

Às vezes há coisas que são tão chocantes que você simplesmente não deseja relatá-los a menos que possa ser completa e totalmente documentado. Ao longo dos últimos anos, tem havido muitos rumores sobre uma moeda global que seria implantada, mas às vezes tem sido difícil apontar evidências de que essa moeda está realmente em implantação. Este não é mais o caso. Um documento intitulado “Reserva de Capitalização e Estabilidade Monetária Internacional” do Departamento de Estratégia, Política e Revisão do FMI recomenda que o mundo adote uma moeda global denominada “Bancor”, e que um banco central global seja criado para administrar a moeda. O relatório é datado de 13 abril de 2010. Infelizmente, isso não é rumor e nem boato. Esta é uma proposta muito séria de um documento oficial de uma das instituições mais poderosas que está atualmente em execução da economia mundial. Quem segue o FMI sabe que o que o FMI quer o FMI geralmente consegue. Então, poderia uma moeda global conhecida como o “Bancor” estar no horizonte? Isso agora é uma questão legítima.

Então, de onde é que o nome “Bancor” vem?

Bem, acontece que “Bancor” é o nome de uma hipotética moeda mundial, uma vez sugerida por John Maynard Keynes. Keynes era um mundo famoso economista britânico que dirigiu a Comissão do Banco Mundial que criasse o FMI durante as negociações de Breton Woods.

A entrada na Wikipédia para “Bancor” coloca desta maneira:

“O bancor era uma unidade de moeda mundial de compensação proposta por John Maynard Keynes, enquanto chefe da delegação britânica e presidente da comissão do Banco Mundial, nas negociações que estabeleceram o sistema de Bretton Woods, mas esta moeda não foi implementada.”

O relatório do FMI referido acima propôs nomear a vindoura unidade de moeda mundial como “Bancor”, em homenagem a Keynes.

E os SDRs (Direitos de Saque Especiais)?

Ao longo dos últimos anos, diziam que os SDRs seriam a futura moeda global. Bem, o relatório prevê fazer dos SDRs seriam “a principal moeda de reserva” à medida que avançamos rumo a uma moeda global.

“Como um complemento a um sistema multi-polar, ou mesmo, mais ambiciosamente, seu ponto final lógico, um papel mais importante poderia ser considerado para os SDRs.”

No entanto, o relatório também reconhece que os SDRs têm algumas limitações sérias. Como o valor dos SDRs estão intimamente ligados às moedas nacionais, qualquer coisa que afete estas moedas afetará os SDRs também.

Agora, os SDRs são compostos de uma cesta de moedas. A seguir está uma repartição dos componentes de um SDR .

* Dolar Americano (44%)

* Euro (34%)

* Yen (11%)

* Libra (11%)

O relatório do FMI reconhece que a mudança para as SDRs é apenas um movimento parcial de distanciação do dólar americano como moeda de reserva mundial e apela pela adoção de uma moeda que seria verdadeiramente internacional. A verdade é que os SDRs são desajeitados e pesados. Por agora, os SDRs ainda devem ser reconvertidos em uma moeda nacional antes que eles possam ser usados, o que realmente limita a sua utilidade de acordo com o relatório.

“A limitação dos SDRs como discutido anteriormente é que eles não são uma moeda. Os SDRs precisam ser convertidos, posteriormente, para uma moeda nacional para a maioria dos pagamentos ou as intervenções nos mercados cambiais, o que torna o seu uso incômodo em operações. E embora um sistema baseado em SDRs nos afastaria de uma moeda nacional dominante , o valor da SDR permaneceria fortemente ligado às condições e o desempenho dos países cujas moedas fazem parte desta cesta.”

Então, qual é a resposta?

Bem, o relatório do FMI considera que a adoção de uma moeda global verdadeira administrado por um banco central global é a resposta.

Os autores do relatório acreditam que o ideal seria se o “Bancor” fosse imediatamente usada como moeda em muitas nações em todo o mundo, mas eles também reconhecem que uma abordagem mais “realista” seria para o “Bancor” circular ao lado moedas nacionais em primeiro lugar.

“Uma opção é para bancor ser aprovado por decreto como uma moeda comum (como o euro foi), uma abordagem que teria como resultado imediato a utilização generalizada e eliminaria a volatilidade da taxa de câmbio entre os adotantes (comparável, por exemplo, a Cooper 1984, 2006 e The Economist, 1988). Um pouco menos ambiciosa (e mais realista) seria a opção para o bancor circular ao lado de moedas nacionais, embora fosse necessário que ele fosse adotado como moeda por pelo menos alguns países para que um câmbio de mercado se desenvolva.”

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

Então, quem iria imprimir e administrar o “Bancor”?

Bem… um banco central mundial, é claro. Seria algo como o Federal Reserve, totalmente fora do controle de qualquer governo nacional em particular.

“A moeda global, bancor, emitida por um banco central global (ver Suplemento 1, seção V) seria concebido como uma reserva estável de valor que não esteja ligado exclusivamente às condições de uma economia em particular. Enquanto o comércio e as finanças continuam a crescer rapidamente e a integração global aumentar, a importância desta perspectiva mais ampla deve continuar a crescer. ”

De fato, em um certo ponto o relatório do FMI compara especificamente o banco central global proposto com o Federal Reserve americano.

“O banco central global poderia servir como um emprestador de última instância, proporcionando a liquidez sistêmica necessária em caso de choques adversos e mais automática do que a forma atual. Tal liquidez foi fornecida na mais recente crise principalmente pelo Federal Reserve dos EUA, mas que contudo, este nem sempre poderá fornecer uma liquidez desse tipo.”

Então é isto que nós realmente precisamos?

Uma moeda mundial administrada por um banco central internacional nos moldes do Federal Reserve?

De forma alguma!

Como escrevi sobre anteriormente, o Federal Reserve tem desvalorizado o dólar americano em mais de 95% desde que foi criado e o governo americano acumulou a maior dívida da história do mundo sob este sistema.

Então, agora queremos impor um sistema desse tipo em todo o globo?

A verdade é que uma moeda global (seja chamada de “Bancor”, ou seja dado um nome completamente diferente) seria um grande golpe na soberania nacional e representaria um passo importante para um governo global.

Considerando o quão desastroso o sistema do Federal Reserve e outros sistemas de bancos centrais ao redor do mundo têm sido, por que alguém iria sugerir que tivéssemos um sistema bancário global central modelado após o Federal Reserve?

Esperemos que o “Bancor” nunca veja a luz do dia.

No entanto, a verdade é que existem alguns interesses muito poderosos que estão absolutamente determinados a criar uma moeda global e um banco central global para a economia global que vivemos hoje dentro

Seria um grande erro pensar que isto não poderá acontecer.

Fontes:

The Economic Collapse blog: Bancor: The Name Of The Global Currency That A Shocking IMF Report Is Proposing

FMI: Reserve Accumulation and International Monetary Stability

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

SINAIS DO FIM NO MUNDO E NA SOCIEDADE

“E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mais ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação e reino contra reino...Mas estas coisas são os princípios da dores”. (Mateus 24:6-8). “E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do Homem”. (Mateus 24:37)”.“A terra estava corrompida diante da face de Deus; e encheu-se a terra de violência. E viu Deus a terra, e eis que estava corrompida.

Sinais do Fim - Na Religião Sinais do Fim

“Porque muitos virão em Meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos”.“E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos”. (Mateus 24:5 e 11). Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos.” (Mateus 24:24).“Entre vós haverá falsos profetas que introduzirão encobertamente heresias de perdição e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição.

Sinais do Fim - Na Saúde Sinais do Fim

“E haverá pestes...em vários lugares” (Mateus 24:7).Sempre houve pestes na história da humanidade. Quando Jesus dá ênfase a este fato Ele quer mostrar que haverá um recrudescimento ou aumento desproporcional de doenças e pandemias como nunca houve no mundo. Câncer, AIDS, vírus Ebola, gripe aviária e outras que surgem continuamente não são nem sombra da última peste que sobrevirá ao mundo, na primeira praga que será derramada antes do fim. “E fez-se uma chaga má e maligna nos homens que tinham o sinal da besta.

Sinais do Fim - Na Economia Sinais do Fim

A palavra “besta” na profecia bíblica é sinônimo de “poder”, “reino” ou império “ , todos de extensão mundial. Principalmente nos livros de Daniel e do Apocalipse estes animais têm destaque extraordinário, demonstração inequívoca de sua importância. As últimas bestas bíblicas ou impérios mundiais estão evidenciadas no capítulo treze do livro de Apocalipse.A palavra mar é símbolo profético de multidões, povos, que é o contrário de terra, que simboliza exatamente o oposto.

Sinais do Fim - Na Ciência Sinais do Fim

“E tu, Daniel, fecha estas palavras e SELA ESTE LIVRO, até ao FIM DO TEMPO. Muitos correrão de uma parte para outra, E A CIÊNCIA SE MULTIPLICARÁ”.(Daniel 12:4). “E vi outro anjo forte...e tinha na sua mão UM LIVRINHO ABERTO” E tomei o livrinho da mão do anjo e comi-o; e na minha boca era doce como mel; e, havendo-o comido, o meu ventre ficou amargo”. (Apocalipse 10:1, 2 10).

Sinais do Fim - Na Natureza Sinais do Fim

A AÇÃO DESTRUIDORA DO HOMEM “A terra pranteia e se murcha; o mundo enfraquece e se murcha. Na verdade a terra está contaminada por causa dos seus moradores; porquanto transgridem as leis, mudam os estatutos, e quebram a aliança eterna. Por isso a maldição consome a terra...” (Isaías 24:4 e 5).“E veio o tempo de destruíres os que destroem a terra”. (Apocalipse 11:18). CATÁSTROFES, TRAGÉDIAS E CALAMIDADES AMBIENTAISTerremotos, inundações, secas, maremotos, furacões e tornados, extremas variações climáticas.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

DILMA ROUSSEF PRESIDENTE DO BRASIL

Apesar de todos os escândalos, roubalheiras, desvios de verbas federais, mensalões praticados pelo atual governo, o povo brasileiro optou pela continuidade, as regiões norte e nordeste e a grande concentração de nordestinos na região sudeste garantiram a vitória da Dilma. Charles de Gaulle estava certo, o Brasil não é um país sério!