domingo, 31 de outubro de 2010

EDITORIAL SOBRE AS ELEIÇÕES 2010

Charles de Gaulle certa feita disse que o Brasil não é um país sério, será que ele estava certo?
Veremos isto hoje na contagem dos votos!

by Daniel Frederich (menos  a foto)

Eleições é a palavra na moda no Brasil atualmente, porque estamos perto da escolha dos próximos governantes do país. Outras palavras e expressões também estão em voga: corrupção, farinha do mesmo saco e toda uma coleção de lamentos expressados pelo povo nos quais o descrédito da classe dirigente, isto é, dos políticos vem a tona. Infelizmente é assim e tem sido assim desde que o Brasil é Brasil. Mas, seria esse um fenômeno só do meu país ou quem sabe, global? Certamente, global, pois em maior ou menor grau os governantes das nações visam os interesses de seus respectivos Estados, dos seus grupos políticos e também os pessoais - embora a ordem não seja necessariamente esta - e, o que mais causa dano a população, os dos grupos que os apoiaram para conseguirem amealhar o poder. Não há Estado no globo terrestre que não sofra com esse mal.

Sabemos que toda autoridade foi instituída do alto e que devemos a esta obediência, e não falar mal do príncipe do nosso povo, isto é, dos governantes ( assim entendo), mas alguns provocam a ira do povo. Uns entram para a política para enriquecer, outro faz guerra por causa de petróleo e muitos oprimem não só o seu povo como estrangeiro. O cardápio desses tipos é enorme. E não, por serem homens, conseguem exprimir a vontade Daquele que os pôs como governantes e, sem querer lhes tirar a responsabilidade, vejo que de certo modo estamos em um período cujo reino do maligno ainda está operando e que somente com o governo do Messias sobre a Terra teremos o que é infinitamente melhor para todas as nações. Oh! como será bom estar, ó terra, sob o governo do Messias! Que Rei há ou houve no mundo, justo como Ele? Alegra-te, ò Terra, pois tomarás sobre ti o jugo leve e suave do Messias e então conhecerás a paz.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

LIVRO EXPLICA A EXPULSÃO DOS JUDEUS NAS TERRAS DO ISLÃ

Nas duas décadas após o estabelecimento do Estado de Israel, cerca de 850.000 judeus foram violentamente expulsos de terras árabes.
Estas expulsões marcaram o começo do fim de 2.500 anos de vida judaica no norte da África, no Médio Oriente e no Golfo Pérsico. Até recentemente, estes fatos e sua história não tem sido reconhecidos e permanecem sem nenhuma divulgação nos países de língua inglesa. E essa é a tarefa empreendida pelo historiador britânico Martin Gilbert, conhecido por sua biografia de vários volumes de Winston Churchill e muitos trabalhos sobre a história judaica, agora através do seu novo livro: ‘In Ishmael’s House: A History of Jews in Muslim Lands (Na Casa de Ismael: Uma História dos Judeus em Terras Muçulmanas – em tradução livre).
Pleno de detalhes, Gilbert começa a sua saga um milênio antes do nascimento de Maomé no final do século VI da era cristã, e nas suas primeiros 100 páginas cobre os primeiros séculos do Islã, o período das Cruzadas e à difusão do Império Otomano. Os restantes dois terços do livro são dedicados aos últimos 100 anos, quando ele descreve os movimentos nacionais judaicos e árabes durante as Primeira e Segunda Guerras Mundiais, as diferentes reações à resolução da partilha da ONU em 1947 e da criação do Estado de Israel, a vida judaica em terras muçulmanas a partir de 1948, e a integração dos judeus provenientes de terras muçulmanas para os países ocidentais e, é claro, para Israel. O que salva a narrativa de Gilbert de uma superficialidade mortal, se não da monotonia, é o seu acentuado foco. Por toda a sua obra ele coloca uma questão fundamental: a minoria judaica foi protegida, ou perseguida? Quando os governantes muçulmanos trataram os seus judeus como um "povo protegido" os judeus, ele demonstra, em retribuição contribuíram imensamente para a cultura muçulmana e para a sociedade em geral. Quando os judeus foram perseguidos, não só os judeus, mas toda a sociedade em que viviam também sofreu. Ao proceder desta forma, Gilbert consegue explodir o mito, fabricado por ideólogos islâmicos e difundido por apologistas da esquerda, no sentido de que os judeus pré-modernos sempre viveram em harmonia com os seus anfitriões muçulmanos. Às vezes isto aconteceu, mas na maioria das vezes não foi.
Outra virtude do tratamento panorâmico de Gilbert é que ele ajuda o leitor a perceber padrões repetitivos que não são assinalados em outros estudos sobre o assunto. Considere o caso muito comentado de Haj Amin al-Husseini, uma das figuras mais venenosas que surgiu no século 20 de uma grande quantidade de criminosos, gangsteres, déspotas e tiranos. Desde o início da sua carreira, este "Grande Mufti de Jerusalém" esteve sempre intimamente associado com a radical Irmandade Muçulmana. Em 1929 ele orquestrou o pogrom árabe-muçulmano contra uma antiga comunidade judaica de Hebron que foi massacrada. Em 1937 se mudou para Bagdá onde ajudou a atiçar as paixões que, em última análise resultou num pogrom anti-judaico de dois dias. Quando estava no Iraque ele também iniciou contatos com a Alemanha nazista, e em 1941, já morando em Berlim, ele criou uma divisão muçulmana das SS para instigarem a guerra de Hitler na Bósnia.

A visão panorâmica de Gilbert da carreira de Husseini resulta numa série de perguntas. Uma tem a ver com o surgimento relativamente recente do grupo terrorista Hamas na cena política palestina. O Hamas é um ramo da mesma Irmandade Muçulmana a que Husseini pertencia, e vale a pena recordar que, durante as décadas de 20 e 30, a oposição palestina ao sionismo era de fato profundamente islâmica no seu caráter. A partir desta perspectiva mais ampla, a ascensão do Hamas possa ser mais corretamente vista como um ressurgimento, e a dominância anterior do movimento palestino pela OLP, outra organização extremista, mas de natureza nacionalista secular, foi somente um intervalo de um modo contínuo essencialmente islâmico?

Outra questão se refere especificamente ao Iraque. Gilbert descreve o quão profundamente a ideologia nazista tinha penetrado na sociedade iraquiana de 1930, mesmo antes da chegada de Haj Amin al-Husseini. O anti-semitismo estilo nazista do Mufti só foi acrescentado à receita. Logo após a Segunda Guerra Mundial o Iraque era conhecido pela brutalidade do Estado, e não podemos deixar de pensar sobre a contribuição nazista para esta brutalidade. Em um caso particularmente grotesco em 1969 - dez anos antes que Saddam fundasse o seu sádico regime, nove judeus iraquianos foram enforcados sob falsas acusações, quando foi declarado feriado nacional e um milhão de pessoas foi ver os corpos, e como Gilbert escreve: "dançavam, cantavam, e até mesmo faziam piquenique". Como pode se explicar esse tipo de barbárie por uma massa frenética, sem paralelo no resto do mundo árabe-islâmico? Gilbert assinala que mesmo o governo egípcio, um ardente inimigo de Israel, se sentiu obrigado a protestar. www.owurman.com/blog

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

A IGREJA AMORDAÇADA PELO PT

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terça-feira, 26 de outubro de 2010

TERREMOTOS

Achei o video bem interessante, ele fala sobre a Volta de Jesus, o cumprimento das profecias, usa em alguns trechos cenas do filme 2012, mas em certos pontos nos mostra a estupidez da raça humana, zombaria e coisas do gênero, principalmente porque não creram no unigênito filho de Deus e terão que pagar um alto preço por isto, o video é uma montagem, mas é muito interessante, desligue o player da radio do blog e assista:

Terremoto e tsunami matam mais de 100 na Indonésia


Forte tremor de 7,7 graus provocou ondas gigantes na costa oeste do país, onde centenas de pessoas estão desaparecidas

iG São Paulo
26/10/2010

Pelo menos 113 pessoas morreram e centenas estão desaparecidas na costa oeste da Indonésia, atingida por um forte terremoto seguido de tsunami nesta terça-feira. O tremor de 7,7 graus de magnitude atingiu a região das ilhas Mentawai, ao oeste de Sumatra.

O chefe do Parlamento das ilhas Mentawai, Hendri Dori Satoko, afirmou que as grandes ondas estão dificultando o trabalho das equipes de resgate, que não conseguem chegar às zonas mais afetadas. Pelo menos dez vilarejos foram devastados pelo tsunami.

Helicópteros não conseguem pousar na área por causa da forte chuva e barcos também não conseguem chegar às ilhas porque o principal píer da região foi completamente destruído. As autoridades também estão enfrentando dificuldades para conseguir informações precisas sobre o desastre por causa da cobertura telefônica ruim.

Segundo autoridades locais, o tremor destruiu a maioria das casas localizadas no vilarejo costeiro de Betu Monga. No vilarejo de Muntei Baru, ondas de cerca de três metros destruíram 80% das construções.

"O setor de segurança ouviu pessoas dizendo que não puderam segurar seus filhos, que eles foram arrastados", afirmou Hardimansyah, um alto funcionário da regional do Departamento de Pesca. "Todo mundo saIu correndo", disse uma moradora. "Ficamos olhando para trás para ver se uma onda estava vindo", acrescentou outra mulher.

Surfistas

As Ilhas Mentawai são um destino turístico muito popular entre surfistas. O Departamento de Relações Exteriores da Austrália está tentando contactar um grupo de surfistas do país, com entre oito e dez integrantes, que está desaparecido desde o tsunami. Outro grupo de surfistas australianos informou que seu barco foi destruído por uma "parede de água".

O capitão Rick Hallet disse à imprensa da Austrália que sua embarcação estava ancorada perto da ilha Pagai, uma das maiores do arquipélago, quando as ondas vieram. "Nós sentimos o barco tremer por baixo. Alguns minutos depois ouvimos um barulho terrível", disse ele. "Eu logo pensei em um tsunami. Eu olhei para o mar e foi aí que vi uma parede de água branca vindo em nossa direção."

Segundo o capitão, a força da onda fez com que outros barcos batessem no dele e causassem um incêndio, forçando as pessoas a pular no mar.

A Indonésia está localizada no chamado "anel de fogo do Pacífico", uma das zonas sísmicas mais ativas do mundo. Em setembro de 2009, mais de mil pessoas morreram em um terremoto na ilha de Sumatra.

Na segunda-feira, um terremoto de 7,5 graus de magnitude havia atingido o país, sem causar danos ou vítimas. O tremor provocou um alerta de tsunami para o país, que foi retirado cerca de duas horas depois.

Com AFP e AP

LULA, POR QUE NÃO TE CALAS?????

Depois de ser desmentido no Jornal Nacional, Lula evita falar sobre a agressão de Serra

Será o Fidel ou o Chaves?
Credo é a Dilma!!!!!
Lula não mediu palavras para acusar Serra de mentir sobre a agressão sofrida, mesmo com vídeos que mostravam claramente uma turba enfurecida de petistas trocando socos e ponta-pés e tentando chegar até o candidato. Mesmo que a confusão tenha sido tão grande que forçou o comércio a fechar as portas, ainda assim o Presidente da República fez pouco caso e ironizou o ocorrido. Até ser desmentido pelo Jornal Nacional, que mostrou a real dimensão da agressão. Desde então, Lula ficou quieto.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

LULA, DILMA E O PT CONTINUAM MENTINDO SOBRE O EPISÓDIO DA AGRESSÃO A SERRA

Desligue o player da radio do blog e assista ao video que desmente o PT de Lula e Dilma

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

SERRA É AGREDIDO EM PANCADARIA POR MILITANTES DO PT NO RIO DE JANEIRO

ISTO É SÓ UMA DEMONSTRAÇÃO DO GOVERNO FASCISTA QUE NOS AGUARDA
O PT FOI QUESTIONADO NAS URNAS QUANDO DISSERAM QUE VENCERIAM NO 1º TURNO E AGORA ESTÃO MOSTRANDO AS GARRAS PARA SEUS ADVERSÁRIOS
Xingado e atingido por um objeto, presidenciável tucano chamou de fascista manifestação dos militantes adversários

Manuela Andreoni, iG Rio de Janeiro
20/10/2010 14:45 - Atualizada às 17:58

Fotos: Agência O Globo

Serra foi ferido com objeto na cabeça durante caminhada
Em caminhada em Campo Grande, bairro da zona oeste do Rio de Janeiro, o candidato à Presidência pelo PSDB, José Serra, foi hostilizado por militantes do PT, que vestiam camisetas e portavam bandeiras do partido. Houve grande confusão e Serra chegou a ser atingido na cabeça por um objeto. Uma repórter de Rede Globo também foi atingida na cabeça por uma pedra. Militantes do PSDB e do PT trocaram xingamentos e agressões sem que houvesse interferência da polícia. A caminhada tucana teve que ser interrompida.

PARECE COISA DE NAZISTAS
“São tropas de assalto do PT. Isso é próprio de movimentos fascistas. Isso é uma tropa de assalto. Lembram-se das tropas de choque dos nazistas? Isso é típico de movimentos fascistas, como eles são”, disse Serra dentro de uma farmácia, onde se refugiou enquanto esperava a multidão se acalmar.

Quando saiu da farmácia, o candidato decidiu enfrentar as dezenas de manifestantes petistas que aguardavam à porta, em meio a militantes de seu próprio partido. Ele fez "45" com as mãos (o número de seu partido) enquanto ouvia palavrões. Um manifestante chamou Serra de "f.d.p" e Serra revidou o xingamento.

Após ser atingido, candidato entrou em uma van de sua comitiva
(COMO SEMPRE O PT NUNCA SABE DE NADA)

Segundo os militantes do PT, a manifestação não foi planejada por causa da visita de Serra. “Nossa militância marca ponto no calçadão de Campo Grande todos os dias”, disse Edson Alves, 50 anos, que disse ser filiado ao PT há 30 anos. De acordo com outro petista que estava ao seu lado, um militante do PSDB agrediu um dos manifestantes, causando sangramento em seu supercílio. Os militantes do PT gritavam “Serra ladrão, onde está o dinheiro do Paulo Preto?”, outras palavras de ordem e xingamentos. Não houve intervenção da polícia.

Durante a confusão, Serra entrou em vários estabelecimentos para tentar escapar dos petistas. Depois de cerca de 15 minutos de empurra-empurra, o tucano chegou a entrar no seu carro, se dizendo grogue, e permaneceu lá por alguns minutos. Tentou voltar à caminhada e, por fim, se retirou e seguir sua agenda no Rio de Janeiro.

O presidenciável estava acompanhado de seu vice, Indio da Costa, que faz aniversário hoje, e dos ex-candidatos derrotados ao governo do Rio e ao Senado Fernando Gabeira e Marcelo Cerqueira. Questionado, Indio não justificou a escolha do local. Disse apenas que queria comemorar o seu aniversário no Rio.

Atendimento médico

Logo após a caminhada estava agendada uma visita às obras do estádio do Maracanã, na zona norte do Rio de Janeiro. Mas o helicóptero que levava Serra fez um desvio e foi para a Clínica Sorocaba, em Botafogo, zona sul do Rio.

No local, Serra foi atendido durante meia hora pelo médico especializado em cirurgia de cabeça e pescoço, Jacob Kligerman. Após o atendimento, o candidato cancelou a sua agenda para o restante do dia.

Depois do evento, a assessoria de imprensa do candidato divulgou nota afirmando que os médicos sugeriram que Serra fizesse uma tomografia computadorizada e repouso. Por causa disso, diz a nota, foi suspensa a programação no Rio de Janeiro, que previa a participação na festa de aniversário de Indio da Costa (DEM), candidato a vice na chapa de Serra. http://www.ig.com.br/

terça-feira, 19 de outubro de 2010

ASSIM DIZ O PT: ''A IGREJA É CONTRA O PT, VAMOS COMBATÊ-LA!

ESTÁ NO SITE DO PT
O PT não pode se calar diante da onda de calúnias que tem surgido contra a candidatura de Dilma Rousseff nestas eleições.

A direita reacionária usa aquela mesma parcela da Igreja Católica que apoiou o golpe de 64 para espalhar boatos sobre as posições do nosso partido e de nossa candidata. Não iremos nos calar diante de calúnias ditas por padres suspeitos de servir a interesses escusos de nossos adversários.

Precisamos salvar o Brasil do atraso, e fazer a defesa enfática de um Estado laico, que só será possível com a eleição de Dilma Rousseff. A Igreja é que deve se submeter ao Estado, e não o contrário. Este caminho já foi traçado pelo companheiro Hugo Chávez na Venezuela: depois de sofrer uma campanha sórdida como a que estamos sofrendo agora, decretou a laicidade do Estado, e agora é o governo venezuelano que controla sua própria Igreja.

O PT já está processando a Diocese de Guarulhos (SP) por conta da tentativa de interferir no processo eleitoral, mandando imprimir panfletos que denigrem nosso partido e nossa candidata. Não podemos permitir esse tipo de abuso, e faremos o combate de todas as maneiras possíveis. Precisamos continuar pressionando o comando do partido, dito moderado, para que continue defedendo os valores que historicamente são bandeiras do PT.

Nós acreditamos na liberdade religiosa, desde que a fé não seja usado como instrumento de dominação da vontade do povo por parte do Vaticano, como vemos acontecer desde as Cruzadas. Pesquisem o histórico dos chamados sacerdotes que se opõem ao PT e tentam manipular a opinião pública contra nós. Está claro que D. Paulo já não tem mais a capacidade de liderar sua Igreja, e uma intervenção se mostra cada vez mais necessária. Temos que agir para que lideranças progressistas, como Leonardo Boff, ganhem espaço na hierarquia católica.Do que a Igreja Católica tem tanto medo? Será da nossa proposta de incluir padres na CPI da Pedofilia? http://www.pt20anos.wordpress.com/

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

SERÁ QUE A AMEAÇA DE LULA EM REVISAR ACORDO COM O VATICANO DEU CERTO?

Regional da CNBB divulga nota para esclarecer posição na eleição

Após polêmica sobre panfletos, braço da instituição diz que não indica nem veta candidatos.

A Regional Sul da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nota na noite de ontem, para esclarecer sua posição diante da polêmica provocada pela distribuição de panfletos contrários à campanha da candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff. Os folhetos, atribuídos à CNBB, foram distribuídos sem autorização da instituição e condenavam o voto no PT em função da posição do partido em relação ao aborto.

Na nota, os bispos afirmam que "não indicam nem vetam candidatos ou partidos e respeitam a decisão livre e autônoma de cada eleitor". "O Regional Sul 1 da CNBB desaprova a instrumentalização de suas declarações e notas e enfatiza que não patrocina a impressão e a difusão de folhetos a favor ou contra candidatos", reforça o documento.

No documento, a entidade ainda recomenda a "análise serena e objetiva das propostas de partidos e candidatos, para que as eleições consolidem o processo democrático, o pleno respeito aos direitos humanos, a justiça social, a solidariedade e a paz entre todos os brasileiros".

Financiadores

A Associação Theotokos, fundação que é braço financiador da regional Regional Sul 1 da CNBB também divulgou nota neste domingo esclarecendo o problema dos panfletos. Um dos funcionários da entidade, Kelmon Luís Souza, foi o intermediário que solicitou a impressão dos panfletos anti-PT à Pana Editora Gráfica. A associação também é apontada pela gráfica como financiadora do material.

Na nota, a associação diz que a divulgação do material foi solicitação da Regional 1 da CNBB. Mas o braço da CNBB afirmou na nota anterior que jamais fez pedido algum a nenhuma entidade.

A Theotokos também diz na nota que repudia a apreensão dos folhetos pela Polícia Federal, apesar de assumir a autoria da encomenda. Os responsáveis pela associação se dizem no direito de distribuir o documento nas igrejas e festas religiosas. “O documento é uma denúncia assinada, clara e pública. São manifestações claras e objetivas do pensamento e dos fatos que estão sendo escondidos do povo brasileiro; Contém informações oficiais que até o momento não foram respondidas pelo Presidente da República e pela sua candidata. Não se trata, portanto, de boato”, diz a nota.

A Associação Theotokos deve ser chamada pela polícia para explicar a origem do dinheiro que financiou a impressão dos panfletos. http://www.ig.com.br/  

sábado, 16 de outubro de 2010

DILMA MUDOU DE IDEIA DE NOVO E AGORA NÃO QUER ASSINAR MANIFESTO ANTI ABORTO E CONTRA CASAMENTO GAY

Hummmm!!!!Dilma agora não quer assinar manifesto antiaborto e contra casamento gay acertado com evangélicos que a apoiam


(Por Reinaldo Azevedo) – Não sei quem vai ganhar as eleições. Sei o que é rebaixamento da qualidade do debate. O PT se meteu numa grande enrascada porque é autoritário. Não aceita crítica. O partido sempre foi muito hábil em pespegar no adversário a pecha de reacionário, inimigo do povo ou sei lá o quê. Ao perceber que várias confissões cristãs — católicos, evangélicos, protestantes tradicionais — demonstravam inconformismo na rede com as opiniões da candidata e do partido sobre aborto e outros temas ligados a costumes, como a união civil entre homossexuais, resolveu acionar o botão de emergência de sempre. Mobilizou movimentos sociais, auto-intitulados intelectuais e alguns porta-vozes na imprensa e denunciou um grande complô contra Dilma Rousseff. Não ocorreu aos petistas que fatias da sociedade simplesmente exerciam o sagrado direito de opinar. Atribuíram ao fator religioso o risco de não vencer a disputa no primeiro turno, como se fosse esse o único passivo da candidata e do partido.

Qual era a aposta? Forma-se um grande movimento cívico contra os “reacionários”, e está tudo resolvido. Mas, como já escrevi aqui, o tiro saiu pela culatra. Deu tudo errado. As entrevistas de Dilma defendendo a descriminação do aborto vieram a público. O tema ganhou corpo. Ela tem o direito de defender o que acha certo. O problema é que passou a enrolar. O mesmo se diga em relação à sua estranha maneira de acreditar nos, como posso chamar?, “deuses” (???) do cristianismo… Na prática, acha que cada um tem o seu. Também tem lá suas dúvidas se Ele existe ou não. Em vez do “movimento cívico e laico”, o que se viu no país foi uma certa onda de indignação com a tentativa de usar a religião como escada.

Dilma se reuniu anteontem com líderes evangélicos ligados à sua candidatura. Querem que ela dê uma promessa por escrito de que não vai se comprometer, num eventual governo, com ações que conduzam à descriminação do aborto e ao casamento entre homossexuais. A petista é hoje, na prática, uma candidata amordaçada, que teria dificuldades de dizer o que pensa sobre temas que, antes, eram tranqüilos no PT: o partido sempre foi favorável à descriminação do aborto e militante entusiasmado do chamado casamento gay. Já lamentei aqui a sua covardia. Que faça o debate com a sociedade, com os eleitores! Mas não! Tenta dizer uma coisa e seu contrário ao mesmo tempo.

Um tanto curiosamente, quem se pronunciou ontem sobre um dos temas espinhosos, em termos que parecem bastante aceitáveis, foi o tucano José Serra, que não tem por que correr. Ele disse não ver nada demais na união civil entre homossexuais e afirmou que casamento é outra coisa. E lembrou uma obviedade: a própria Justiça tem reconhecido a união de pessoas do mesmo sexo na concessão de direitos. Pronto! Ninguém tem de se meter no que duas pessoas adultas decidem fazer entre quatro paredes. Dilma parece impedida de dizer até isso. Sua campanha comete o erro de ir para uma reunião que poderia resultar num documento que poria uma espécie de mácula numa parcela da população brasileira. Será que assiná-lo seria bom para o PT e para a campanha?

Somou um desgaste ao outro: o de fazer a reunião e o de, agora, resistir a assinar o texto. O que isso denota? O vale-tudo eleitoral, que, à diferença do que acusam os petistas, está é sendo jogado pelo partido, não pelos adversários. Em 2008, na disputa pela Prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy resolveu meter os pés pelas mãos no debate de costumes e deu no que deu.

Os que achávamos que Dilma Rousseff não teria uma eleição assim tão fácil éramos ridicularizados pelos “especialistas”, que agora vêem Serra ou em empate técnico ou rumo a ele. Reitero: não sei o que vai acontecer, mas sempre me pareceu claro que as restrições a Dilma não se limitavam ao terreno religioso. No que concerne ao aborto, aliás, não é preciso ser cristão, como demonstrou Olavo de Carvalho em texto notável, para rechaçá-lo: a questão tem a ver com uma escolha que é de natureza moral. Conheço agnósticos que o repudiam igualmente.

Estivesse o PT menos confiante, teria sido mais prudente; por prudente, não teria buscado de modo desesperado “a” razão para não ter conseguido eleger a sua candidata no primeiro turno — razão que considerava “culpa” da oposição. A arrogância conduziu ao erro. E ainda não parou de errar neste segundo turno. A eleição, que parecia um passeio, já lhes provoca arrepios.
Se Gilberto Gil que era ministro do Lula está pedindo pra não votar na Dilma;

Se Caetano Veloso, que apoiou Lula nos 2 primeiros governos, diz para não votar em Dilma;

Se Heloisa Helena, uma das fundadoras do PT é contra a candidatura da Dilma;

Se Marina Silva, ícone no PT, saiu e foi para o PV com muitos petistas também é contra Dilma;

Se Joelmir Beting, jornalista e sociólogo renomado, está pedindo pra não votar na Dilma;

Se Bolivar Lamounier, cientista político, diz para não votar na Dilma;

Se Ferreira Gullar, o grande poeta brasileiro e um dos maiores intelectuais vivos do Brasil diz para não votar em Dilma;

Se Arnaldo Jabor, o crítico e comentarista do Jornal Nacional e do Jornal da Globo também está pedindo pra não votar na Dilma;

Se a Marília Gabriela também está pedindo pra não votar na Dilma;

Se a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil está pedindo pra não votar na Dilma;

Se Pastores de todo o Brasil estão se mobilizando contra a candidatura da Dilma;

Se Collor, Sarney, Barbalho, Renan, Maluf, Chàvez, Genoino, Erenice, Marco Aurélio Garcia e Zé Dirceu votam em Dilma;

Se Dilma ganhou estourado as eleições do primeiro turno entre os presos do sistema penitenciário brasileiro.

TEM COISA ERRADA POR TRÁS DESSE CLONE DO LULA.

Não deixe de visitar o link a seguir: http://www.henrymakow.com/bulgarian_marxist_terrorist_ti.html

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

DILMA MUDOU DE IDÉIA DE NOVO PARA TENTAR CONQUISTAR OS VOTOS DOS EVANGÉLICOS CRÉDULOS

Hummm!!!Dilma diz que assinará carta contra aborto e união gay
Senador evangélico diz que petista vetará projetos de lei que abalem 'cultura religiosa' do país

Em reunião a portas fechadas com cerca de 50 lideranças de igrejas evangélicas de todo o país, a candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff, prometeu ontem divulgar carta em que se comprometerá a não apoiar projetos que levem à descriminalização do aborto e que reconheçam a união civil entre homossexuais e a adoção de crianças por casais do mesmo sexo.

Também deverá fazer parte do manifesto a garantia à liberdade religiosa. Dilma deixou o encontro sem falar com os jornalistas. Mais tarde, em Teresina (PI), confirmou acordo sobre a carta.

Ao final da reunião, o senador reeleito Marcelo Crivella (PRB-RJ), da Igreja Universal, disse que Dilma se comprometeu também a vetar projetos sobre aborto e união gay aprovados pelo Congresso. "Qualquer assunto que traga cisma, abalo na cultura religiosa do país, ela vetará." O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) disse que Dilma vetará propostas que limitem a liberdade religiosa nos cultos. As igrejas são contrárias ao projeto de lei que torna crime a homofobia.

Em documento chamado Carta ao Povo de Deus, de agosto, a petista deixava para o Congresso o debate sobre esses temas polêmicos.

Em contrapartida à nova carta de Dilma, os evangélicos prometeram publicar manifesto de apoio à candidata. Ela também pediu ajuda para desmentir o que chamou de "boatos" sobre sua posição a respeito do aborto que circulam na internet. (leiam a revista Veja edição de 13 de outubro de 2010)

Para o presidente da Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo, Alexandre Peixe dos Santos, a decisão de Dilma é "lamentável". "Ela preferiu os votos dos evangélicos aos votos dos homossexuais", afirmou. http://www.destakjornal.com.br/

terça-feira, 12 de outubro de 2010

LULA AMEAÇA REVISAR ACORDO COM O VATICANO

Sobrou até para o Vaticano: ''Ou apoia a Dilma, ou haverá revisão de acordo entre o Brasil e o Vaticano.''
Lula, o cara, ameaça revisar acordo com o Vaticano por questionamentos da Igreja Católica brasileira a Dilma


BRASILIA, 07 Out. 10 / 07:45 pm (ACI).- A agência italiana ANSA informou que o secretário pessoal do Presidente Luiz Lula Da Silva, Gilberto Carvalho, disse à cúpula da Igreja que se continuarem os questionamentos contra a candidata Dilma Rousseff –devido à sua postura favorável ao aborto– poderia ser revisado o acordo assinado com o Vaticano.

ANSA, que recolhe uma notícia do jornal Valor Econômico, assinalou que Carvalho se reuniu com membros da Conferência Nacional de Bispos do Brasil e comunicou que o governo pode voltar a discutir o acordo que contempla o apoio a escolas católicas e outros benefícios.

Lula revisaria o acordo assinado por Lula e o Papa Bento XVI em 2007 no Brasil, e ratificado em 2009 no Vaticano, depois do qual foi aprovado pelo Congresso, onde foi questionado por congressistas evangélicos.

FONTE-ACI

domingo, 10 de outubro de 2010

LULA PROCLAMA: ''É MELHOR TER UM CINEMA DO QUE UMA IGREJA''

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Todos falam do vídeo em que a ministra Dilma defende abertamente o aborto durante uma entrevista, mas eu percebi no mesmo vídeo - e se você quiser adiantar até as imediações dos 4 minutos, verá - algo ainda mais sério, que devemos tomar como um grande sinal amarelo, e ter bastante senso de responsabilidade para fazer um julgamento preciso do que é dito por Sua Excelência, o Presidente da República.

Em Luiziânia, Estado de Goiás, no dia 23 de junho de 2010, por ocasião do Lançamento do Programa "Cinema perto de você", à altura de 4 minutos e 4 segundos do vídeo apresentado logo acima, o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva diz:

"Nós precisamos mostrar pro empresário que é melhor ter um cinema do que ele vender a sala pra uma igreja qualquer". [aplausos] Porque... aí tem um problema de mercado que não há santo que mude de ideia. Se alguém chegar aqui em nome da igreja tal e oferecer pelo cinema o dobro que o empresário tá oferecendo [sic] pro outro, a igreja vai ganhar".
http://www.embaixadoressiao.blogspot.com/

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

COLIGAÇÃO DE DILMA DIZ QUE AS IGREJAS SÃO CÍNICAS POR COMBATEREM O PNDH 3

Coligação de Dilma repudia uso político da religiosidade


Manifesto afirma que a 'exploração cínica' da religiosidade viola 'as melhores tradições de tolerância do brasileiro'

A coligação da candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff, lançou um manifesto no qual recomenda à militância da campanha o repúdio à exploração da religiosidade do eleitorado para conseguir votos. “Repudiamos aqueles que querem explorar cinicamente a religiosidade do povo brasileiro para fins eleitorais. Isso é um desrespeito às distintas confissões religiosas. Tentar introduzir o ódio entre as comunidades religiosas é um crime. Viola as melhores tradições de tolerância do povo brasileiro, que são admiradas em todo o mundo”, diz o texto divulgado hoje e que foi debatido ontem, em Brasília, na reunião da Executiva Nacional do PT.

O destaque para a questão religiosa tem o objetivo de rebater os boatos divulgados na internet de que a candidata petista seria a favor do aborto ou que desrespeitasse a liberdade religiosa. O manifesto também convoca a militância a ganhar as ruas neste segundo turno.

Observação: ''Eu acho que a Dilma, o PT e seus aliados gostariam de ver o povo de Deus aqui do Brasil, indo como ovelhas mudas para o matadouro com a faca no pescoço, falando amém para o autoritarismo''.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

SACERDOTE CATÓLICO DISSE: ''NÃO VOTEI E NEM VOTO NO PT''

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CUIDADO COM O SEU VOTO

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terça-feira, 5 de outubro de 2010

SERRA LEVA DISPUTA COM DILMA PARA O SEGUNDO TURNO DAS ELEIÇÕES

Dilma, Jesus Cristo não vota, mas o povo dele vota!

Bom desempenho de Marina Silva, candidata do PV, ajudou a levar a decisão sobre o sucessor de Lula para o dia 31 de outubro

Apontada como favorita a uma vitória logo na primeira etapa de votação, a petista Dilma Rousseff terá de enfrentar o segundo turno contra o candidato do PSDB, José Serra. O bom desempenho da candidata do PV, Marina Silva, ajudou a levar a decisão sobre o sucessor de Lula para o dia 31 de outubro.

Às 0h50 desta segunda-feira, quando o Tribunal Superior Eleitoral contava 99,9% das urnas apuradas, Serra tinha 32,6% dos votos válidos, enquanto Dilma registrava 46,9%. A senadora Marina Silva (PV), que ao longo da campanha era tida como um dos fatores capazes de levar a disputa ao segundo turno, tinha 19,3% dos votos válidos. Outros candidatos tinham 1,2% e brancos e nulos contabilizavam 8,6%, tornando irreversível o segundo turno.

Primeira a se pronunciar após o resultado, Marina agradeceu aos brasileiros: "Essa jornada é uma jornada que nos deixa feliz e nos faz sentir profundamente vitoriosos. Nós nos dispusemos a desfazer uma ideia de plebiscito. Nos preparamos para debater o Brasil".

Pouco tempo depois foi a vez da candidata do PT discursar e declarar sua confiança na força do partido. “Vamos para o segundo turno com muita garra e energia”. Segundo Dilma, o PT está acostumado a um bom desempenho no segundo turno e é “bom de chegada”.

Nos dias que antecederam a eleição, nem mesmo o PSDB mostrava-se convencido de que seria capaz de prolongar a disputa. Os tucanos, muitos deles desacreditados da ida de Serra ao segundo turno, discutem o que fazer a partir de agora. Provável líder da oposição no Congresso a partir do ano que vem, o ex-governador de Minas Aécio Neves chegou a defender durante a campanha que fosse feito um “freio para arrumação” e um reajuste na estratégia de comunicação, que sofreu com tropeços ao longo da corrida eleitoral. Na mesma época, o também tucano Geraldo Alckmin avaliava que era hora de dar uma “acelerada”. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso também não poupou críticas à condução da campanha de Serra.

Na equipe petista, por outro lado, o entendimento de que a eleição poderia ser prorrogada já vinha tomando forma há algum tempo. Nos bastidores, aliados de Dilma jogavam na conta da possível prorrogação da eleição o “salto alto” que predominou principalmente na primeira etapa da disputa. O primeiro elemento a minar o otimismo do time de Dilma foram as denúncias sobre o suposto esquema de lobby comandado a partir da Casa Civil. O caso resultou na demissão da ministra Erenice Guerra, que foi braço direito da candidata petista nos tempos em que comandou a pasta.

Na reta final, petistas mostravam-se preocupados também com os boatos de que Dilma seria favorável ao aborto. Os rumores começaram a circular na internet nos dias que antecederam o pleito. Na tentativa de contê-los, PT e o presidente Lula entraram em campo para conter o impacto nas urnas. A avaliação da campanha, entretanto, era a de que a resposta ao episódio tinha sido suficientemente rápida para evitar um abalo na votação.

Petistas também já manifestavam internamente a preocupação com o crescimento de Marina Silva, que na reta final começou a atrair parte dos votos de eleitores indecisos. A partir de agora, a ordem é ter o presidente Lula comandando mais uma vez uma campanha maciça pró-Dilma no rádio e na televisão, em comícios e caminhadas, para conter um avanço de Serra na segunda etapa de votação.

Marina, que deixa esta eleição como grande força política, insistiu desde o início da campanha que seria importante para a democracia brasileira evitar o plebiscito. A ex-ministra do Meio Ambiente repetia que queria evitar que a eleição se tornasse um processo de aprovação da candidata patrocinada por Lula. O discurso funcionou, ela subiu nas pesquisas e conseguiu tirar votos da petista, transformando Serra no maior beneficiário. O tucano agora disputa com tempos iguais de exposição na mídia reverter o jogo e levar a Presidência da República.

"Quero cumprimentar Dilma e Serra e que eles façam jus à segunda chance que o Brasil nos dá para de fato debater o que nos interessa", disse a candidata do PV neste domingo.

Marina Silva “perdeu ganhando”, como ela própria disse por diversas vezes. Ela se consolidou como nova força política, reconhecida pelo senador eleito Aécio Neves (PSDB-MG), cotado a próximo líder da legenda no Congresso. O ex-governador mineiro defende que o PSDB adote algumas propostas do PV na tentativa de atrair os votos de Marina, mesmo que ela opte por não anunciar apoio a nenhum dos dois candidatos. Além de atrair os eleitores verdes, Aécio quer dar uma nova cara ao partido.

Clarissa Oliveira e Nara Alves, IG São Paulo

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Dilma tem preconceito contra o Nordeste?

Desligue o Player da radio do blog e assista ao estarrecedor video.
Será que a Dilma não sabe que o nordeste faz parte do território brasileiro?