sexta-feira, 16 de julho de 2010

H1N1: MINISTÉRIO DA SAÚDE ALERTA SOBRE ALTA NOS SINTOMAS DA GRIPE NO BRASIL

A NOTICIA É POR DEMAIS ESTRANHA POIS OS CASOS DEVERIAM DIMINUIR E NÃO AUMENTAR, AS MORTES SÃO INCOMPREENSSÍVEIS PRINCIPALMENTE NO PARANÁ ONDE A MAIORIA DA POPULAÇÃO RECEBEU A TAL VACINA
Ministério alerta para alta nos casos de sintomas de gripe H1N1, a noticia soa estranhamente pois o Brasil foi o único país do mundo onde a população se submeteu em massa à vacinação, agora dizem que a doença está avançando, será que não adoeceram a população como disse o parlamento Europeu em suas investigações sobre a falsa pandemia?

Balanço mostra que pelo menos 84 pessoas podem ter morrido em decorrência da gripe A no País, 15 no Paraná

De 1º de janeiro até 5 de julho, foram confirmadas ao menos 84 mortes em decorrência da gripe A H1N1 em todo o País. O balanço do Ministério da Saúde ainda mostra que 675 pessoas foram internadas por complicações advindas da doença. A região Norte registrou 44 óbitos e 256 casos graves da doença. Em seguida, vem o Sul do País, com 15 mortes (todas no Paraná) e 243 casos de internação. A região Nordeste contabilizou 12 óbitos e 99 casos graves. O Sudeste teve 10 mortes e 63 casos; e a região Centro-Oeste, registrou 3 óbitos e 14 casos graves confirmados.

Mas nos últimos semanas a Saúde tem verificado alta na ocorrência. De acordo com dados preliminares do Sistema de Vigilância-Sentinela de Influenza do Ministério, na primeira semana de junho deste ano, já foi observado, em todo o país, um aumento no número de atendimentos por síndrome gripal. O conjunto de sintomas que costumam aparece em pacientes com gripe — como febre, tosse e dor de cabeça, entre outros — foi responsável por aproximadamente 15% do total de atendimentos nas 62 unidades de saúde responsáveis por monitorar os casos de influenza em todo o País.

Por isso, o Ministério alerta a população para reforçar hábitos de higiene e ter atenção especial com crianças e idosos. Alerta também enfoca os riscos de tomar remédio por conta própria e a necessidade de procurar um serviço de saúde ao surgirem sintomas. O alerta em principalmente neste momento, quando as temperaturas estão muito baixas, sobretudo no Sul do País.

No Brasil, o aumento de casos de gripe geralmente ocorre entre os meses de maio e outubro. Porém, esse período varia de acordo com a região. “Nas regiões Norte e Nordeste, a tendência é que o número de casos aumente entre abril e junho, meses mais chuvosos. Já no Sul e Sudeste, que têm invernos mais rigorosos, os casos se concentram de junho a outubro”, explica Marcia Carvalho, Coordenadora de Vigilância de Doenças de Transmissão Respiratória da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.

Depois da vacina — Mesmo quem tomou a vacina contra a gripe A, na maior campanha jamais feita no Brasil, precisa tomar as precauções com a gripe sazonal — já que a vacina distribuida na campanha do Ministério da Saúde continha apenas a cepa contra a gripe A. A gripe comum tem praticamente as mesmas taxas de letalidade da gripe A e, no ano passado, foi subsituída pela H1N1, por isso os cuidados para que não volte a patamares de anos anteriores.

No caso da gripe H1N1, cujos sintomas são os mesmos de uma gripe comum, o tratamento específico com o antiviral fosfato de oseltamivir está indicado apenas para pacientes graves ou com fatores de risco para agravamento da doença. O medicamento não está indicado para tratar pacientes com sintomas leves de gripe e só pode ser vendido com retenção de receita médica.

A prescrição deve ser feita por um médico, a partir da avaliação do quadro clínico do doente. São considerados casos graves os pacientes que têm febre, tosse e dificuldade para respirar; e os principais fatores de risco são gravidez e doenças crônicas.

Para 2010, o Ministério da Saúde já distribuiu a todos os estados um total de 1,9 milhão de tratamentos do medicamento para tratar da gripe H1N1 — quantidade suficiente para tratar 38 vezes mais o número de casos graves de todo ano passado (48.978). As Secretarias Estaduais de Saúde são responsáveis pela distribuição aos municípios. Além disso, o Ministério da Saúde mantém estoque de 20 milhões de tratamentos para eventuais novas distribuições aos estados.

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