quarta-feira, 2 de junho de 2010

CRISE NA IGREJA CATÓLICA, SERÁ QUE COMEÇOU A CAIR BABILONIA A GRANDE?

Tudo se encaminha para o grande impasse, para o grande cisma
Bento XVI, por sua vez, embora admirado por todas as correntes por sua fina inteligência, tem sido cada vez mais criticado e rejeitado

Bento XVI, por sua vez, embora admirado por todas as correntes por sua fina inteligência, tem sido cada vez mais criticado e rejeitado, conforme podemos ler neste artigo originalmente publicado no jornal El Pais.

“O tantã dos tambores não para. Depois de seu périplo africano e da polêmica sobre a Aids e os preservativos, afirmar que Joseph Ratzinger é um papa cada vez mais questionado é uma obviedade. Fora da Igreja não param as críticas e os ataques. Na França e na Alemanha as pesquisas entre católicos já registram a palavra “demissão” e governos, cidadãos e ONGs demonstram claramente seu descontentamento. Dentro do Vaticano as coisas estão iguais ou piores. O papa alemão foi eleito pelos cardeais por sua alta inteligência. Mas, como diz o veterano vaticanista e escritor Giancarlo Zizola, “estes primeiros quatro anos de papado sugerem que, por mais que sua inteligência seja finíssima, ela não basta para governar a Igreja”.

Conforme estamos avaliando nesse estudo, o artigo prossegue reafirmando que o papa é um prisioneiro da cúria romana, vivendo isolado e desobedecido.

“Ratzinger é um prisioneiro da cúria, vive em uma espécie de Avignon, distante dos episcopados nacionais, sem apoio além do de sua pequena camarilha”, explica Zizola, autor do livro “Santità e potere. Dal Concilio a Benedetto XVI. El Vaticano visto dal interno” [Santidade e poder. Do concílio a Bento 16. O Vaticano visto por dentro].

O sacerdote e jornalista Filippo di Giacomo, durante 11 anos missionário no Congo, hoje juiz vicário em Roma, acredita que a crise que vive o Vaticano “reflete uma doença crônica de sete séculos: seu sistema de governo não funciona nem é colegiado”.

“A cúria moderna é uma máquina gigantesca, inoperante e inútil. Há 35 cardeais em Roma. Estão divididos em grupos, confrontados, e se dedicam a conspirar e cooptar afins pelos corredores”, indica Di Giacomo.

O grifo é meu: ''Tudo isto é cumprimento das profecias bíblicas e até de alguns santos católicos como exporei mais adiante, se as profecias deles são ou não verdadeiras  não cabe a mim criticar, mas que estão se cumprindo isto é fato. Muitos evangélicos ficam felizes quando acontece algo de ruim com a Igreja Católica, mas com a queda da Igreja Catolica nos também seremos derrubados pois o anti-cristo não tolerará nada que fale do nome de Deus, pois ele mesmo se declarará deus.''

Inquietante cumprimento de antigas profecias


As profecias apocalípticas seriam patéticas e sem sentido, não fosse o gradativo cumprimento de todas essas coisas diante de nossos olhos

Sobre a implantação desse reino, que precederá a segunda vinda do Messias, chamam nossa atenção as notáveis profecias apocalípticas de vários padres e santos da Igreja. Vejamos algumas delas, bem conhecidas, e observemos que no contexto desse estudo elas se encaixam assustadoramente:

Orígenes (+254):
“O anticristo será um profeta de mentiras; proclamar-se-á Deus e receberá poder para realizar sinais e prodígios, o que levará os homens a adorá-lo… Este será o tempo em que se desprezará a retidão e se odiará a inocência; em que os maus olharão para os bons como inimigos; não haverá mais lei, ordem ou disciplina”.

Santo Hilário (+367):
“O anticristo ensinará que Cristo era um impostor e que não era o verdadeiro Filho de Deus”.

São João Damasceno (+770):
“O anticristo reinará de oceano a oceano. Será um filho ilegítimo, sob o poder de Satanás… Deus permitirá que o demônio tome completa posse dele, desde sua pecaminosa concepção”.

Santa Hildegarda (+1179):
“Reinará por um breve tempo. Não será o próprio Satanás, mas um ser humano parecido com um demônio por sua horropilante atrocidade. Apresentar-se-á como o Messias enviado por Deus, e os judeus o aceitarão como tal. No entanto, tratará de transformar toda a ordem da terra. Desprezará as leis e os princípio religiosos, para atrair o mundo a si. Concederá total liberdade em relação aos Mandamentos de Deus e da Igreja, permitindo que cada um viva ao sabor de suas paixões. Pregará o amor ilícito e destroçará os laços familiares. Sustentará que os pecados e vícios não são pecados nem vícios. Precedendo imediatamente o anticristo, haverá inundações e terremotos”.

Santa Brígida (-1373):
“O tempo do anticristo chegará quando a iniquidade e a impiedade abundarem, quando a injustiça tiver enchido a medida até fazê-la transbordar e quando a maldade tiver chegado a proporções desmedidas. Reinará durante três anos e meio e dominará o mundo inteiro”.

Jeanne Le Royer (+1798):
“A abominação e a desolação extremas se cumprirão plenamente no reinado do anticristo, que durará três anos e meio… quando o tempo dele estiver próximo, uma religião falsa aparecerá, a qual estará contra a unidade de Deus e da sua Igreja. Isto causará o maior cisma que o mundo jamais viu. Ao se aproximar o fim dos tempos, mais se estenderão pela terra as trevas de Satanás, e maior será o número de filhos da corrupção. Terríveis catástrofes sobrevirão e fortes terremotos. Maremotos gigantescos inundarão grande parte da terra culminando em espessas trevas que cobrirão o mundo inteiro”.

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