quarta-feira, 28 de abril de 2010

OBITUARIO DA VACINA H1N1 NO BRASIL CONTINUA AUMENTANDO

O Ministério da Saúde do Brasil garante: A vacina contra a gripe suina H1N1 é boa.
Segundo o site www.theflucase.com , O silêncio da mídia sôbre mortes causadas por vacina é por causa de contratos com os fabricantes, e Segundo o Dr. Eric Beeth, o contrato secreto com a GSK – Glaxo Smith Kline obriga os governos ao silencio.

Tanque Novo: Criança morre após tomar vacina H1N1

10th/abr/2010 . 12:31 am
por Paulo Nunes.

Uma criança de oito meses, do município de Tanque Novo, portadora de síndrome de down, veio a óbito nesta quarta-feira, (07), no Hospital Regional de Guanambi, depois de tomar a vacina H1N1.

De acordo com as informações colhidas junto a família pela 30ª Dires, a criança quatro horas depois de tomar a vacina naquela cidade começou a apresentar um quadro febril e dispnéia e durante três dias foi medicada em casa pelos pais. No último domingo, a criança foi levada ao hospital daquela cidade onde foi atendida e liberada em seguida. Sem melhora, retornou na segunda-feira e somente na terça-feira foi transferida para Guanambi.

A criança chegou por volta das 22 horas, já em estado grave, com insuficiência respiratória aguda, febre, dispnéia, tendo sido medicada. Contudo, o quadro se agravou e por volta das 15:40h desta quarta-feira ela veio a óbito.

Para a coordenadora do Programa de Imunização da 30ª Dires, em Guanambi, Marcia Luzia, que concedeu entrevista ao repórter Bonny Silva, da Radio Cultura de Guanambi, a morte desta criança causou-lhe surpresa. Ela disse não acreditar que a causa da morte tenha sido provocada pela vacina H1N1.

O caso já foi comunicado a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) e já está sendo investigado.

Por Farol da Cidade

Ministério investiga morte após vacina contra gripe A
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SEG, 12 DE ABRIL DE 2010 11:38 EDSON FONSECA

Rapaz foi imunizado em Londrina e em seguida teve febre alta e vômitos

A morte de um homem de 26 anos no Hospital da Zona Universitário de Londrina, na noite de sábado (10), está sendo investigada pela Secretaria Municipal de Saúde. Marcelo Geraldo da Silva tomou a vacina contra a gripe A na segunda-feira (5) e horas depois começou a se sentir mal, com febre alta e vômito.

O jovem procurou atendimento da Unidade de Saúde do bairro no dia seguinte, e foi orientado a tomar Tamiflu, o antiviral contra a gripe A. A suspeita é a de que ele já estivesse contraído a doença quando recebeu a vacina.

Na quinta-feira (8), o paciente foi internado, no período da tarde, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Universitário. No sábado à noite, pouco após as 22 horas, ele morreu.

O atestado de óbito, segundo familiares, aponta "suspeita de gripe A H1N1". Exames de laboratório a que ele foi submetido na terça-feira deverão ter os resultados divulgados em 15 dias, quando se poderá saber se o rapaz estava ou não contaminado pelo vírus H1N1.

O Secretário de Saúde, Agajan Der Bedrossian, descarta qualquer possibilidade de a vacina transmitir a doença ao paciente. Não há risco, segundo ele, porque o vírus inoculado é "morto". A única contraindicação que as autoridades de saúde têm apontado para quem vai tomar a vacina é direcionada às pessoas que tem alergia a ovo - e que não podem tomar nenhuma vacina contra a gripe, inclusive a comum.

"A vacina é confiável (só basta você não morrer)(o grifo é meu) É dada em gestantes, em bebês. Vamos esperar os resultados dos exames para uma análise precisa", disse o secretário.

O Paraná registra somente este ano 373 casos confirmados de gripe A. Vale lembrar que o período não é o mais propício à proliferação do vírus H1N1, o que deverá acontecer com mais frequência no inverno.

Desde o início da epidemia, em abril de 2009, foram confirmados 63 mil casos de gripe A no Estado. Destes, 294 doentes tiveram complicações e morreram.

As regiões com maior número de casos confirmados são Curitiba e região (15.577) Londrina (9.689), Maringá (7.848), Cascavel (4.575), Cornélio Procópio (3.699), Pato Branco (3.553) e Francisco Beltrão (3.457).

Site Londrix

Itaituba - Em Fordlândia, sudoeste do Pará, foi registrada a morte de um bebê, de apenas 1 ano e 4 meses, após a aplicação da Vacina contra o vírus H1N1.

Na última terça-feira (23), o menino recebeu a primeira dose da vacina e horas depois começou a passar mal. De acordo com informações a criança já estaria com febre antes de tomar a medicação.

De volta ao posto de saúde o bebê foi medicado com antialérgico, porém o estado de saúde se agravou ainda mais. A criança foi levada de barco para Itaituba mais faleceu durante a viagem.


GAZETA DE ALAGOAS
20 de abril de 2010
Menina morre após tomar vacina
Pais acreditam que imunização causou morte, mas infectologista diz que óbito seria “praticamente impossível”
MARCOS RODRIGUES - Repórter

A adolescente Joany Acioli Barbosa, 12 anos, morreu na última quinta-feira (15) após apresentar um quadro de febre alta e hemorragia interna. Os pais da menina, Jair Barbosa, 39, e Maria Neilz Acioli Barbosa dos Santos, 45, dizem que a morte foi causada pela vacina contra a Gripe A. Mas o infectologista ouvido pela Gazeta, professor Fernando Maia, afirma que os sintomas relatados não parecem com um quadro de reação à vacina e faz um alerta: “Quem tem ou teve problema de pulmão tem sim que se vacinar”.

Joany foi vacinada porque ainda bebê teve pneumonia e desde então fazia exames periódicos para avaliar os pulmões. “Além disso, às vezes ela apresentava um quadro de cansaço”, contam os pais da garota. Por esta razão, mesmo sem fazer parte dos grupos de risco, a adolescente tomou a vacina em um Posto de Saúde na Forene. Mas, de acordo com os pais, após um dia de imunizada, ela começou a sentir dores pelo corpo. Os sintomas teriam evoluído para febre alta e hemorragia interna, levando a menina à morte.

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