quinta-feira, 15 de abril de 2010

H1N1 QUEM SERÁ QUE ESTÁ MENTINDO?

Ministro José Gomes Temporão disse que todas as informações que circulam na internet contra a gripe suina são mentirosas, só a fala dele é a verdadeira.

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse na sexta-feira (9) que o "Dia D" para a vacinação contra a gripe A (H1N1), conhecida popularmente como suína, que aconteceu no sábado (10) tem a função de mostrar que o produto é seguro, apesar de boatos na internet dizerem o contrário – ele classificou esse tipo de "lenda urbana" como um "disparate". Amanhã, 36 mil postos de vacinação em todo o país estarão abertos para permitir que as pessoas ainda não imunizadas possam tomar a dose – até agora, apenas 23% do público-alvo recebeu a vacina.

– O Dia D tem dupla função, quem ainda não tomou pode tomar e também para mostrar que esta vacina é segura.

De acordo com o Temporão, o ministério tem conhecimento de mensagens que circulam na internet e que dizem que a vacina não é segura.

– Essas lendas urbanas são disparates e mostram profunda ignorância. Pessoas que tem acesso a este tipo de informação que circula na internet não podem acreditar nesse tipo de mensagem e deixar de acreditar na autoridade sanitária e no seu médico. Essa vacina é produzida exatamente como a da gripe sazonal. Tanto é que eu estou levando meus quatro filhos amanhã para tomar vacina. Apenas as pessoas que têm alergia a ovo não podem tomar.

De acordo com o ministro, até agora nenhuma reação que não seja a local foi registrada. (já teve até morte no Pará dentre outras noticias no Brasil e no mundo, mas como só a fala dele é verdadeira é melhor ficar quieto)

O Conselho da Europa elogiou a ministra da Saúde da Polônia Ewa Kopacz por sua estratégia contra o vírus da gripe suína.

O Comitê de Assuntos Sociais, de Saúde e da Família disse que a decisão do Ministério da Saúde para não ordenar as vacinas contra H1N1 estava correta, apesar da pressão das companhias farmacêuticas e organizações de saúde.
Ewa Kopacz (na foto), foi a Paris para explicar a resposta de seu governo para com o vírus da gripe, para a qual a Organização Mundial da Saúde previu (erroneamente) que faria explodir uma grande pandemia em toda a Europa. Ewa disse que a Polônia havia considerado comprar uma vacina anti-gripal, mas os termos propostos pelas empresas farmacêuticas eram inaceitáveis.

A ministra da Saúde da Polónia disse que, graças à estratégia de contra a gripe suína adotada na Polónia, menos casos fatais do vírus foram relatados e que o vírus era menos virulento do que em outros países.

Paul Flynn, que escreveu o relatório do Conselho da Europa, chamou a decisão “um ato de coragem” e salientou que outros países gastaram milhões de euros em vacinas.

O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, disse que seu governo não vai comprar vacinas para a gripe suína que não tenham sido devidamente testadas, ou de produtores que não assumirem a responsabilidade por possíveis efeitos colaterais.

Tusk disse a repórteres sexta-feira que os produtores de vacina estavam pressionando os governos a comprarem, mas também exigindo que toda a responsabilidade e compensação por possíveis efeitos colaterais recaissem sobre os governos que comprassem o medicamento.

Ele ressaltou que os poucos casos de gripe suína na Polónia foram leves e nenhuma morte foi relatada.

O conselho da europa investigou a OMS e acusou tacitamente desta ter beneficiado os laboratórios farmacêuticos quando diminuiu o critério para declarar pandemia (nível 6). A ministra da franca foi interrogada e criticada duramente.

Enquanto isto no Brasil o ministério da saúde faz de conta de que nada aconteceu e prossegue sua vacinação. VIVA O BRASIL!

Ministra da saúde francesa duramente interrogada sobre os conflitos de interesse na vacinação contra o H1N1

A ministra da saúde francesa, Roselyne Bachelot, foi submetida ontem a um severo interrogatório, que foi muito pior do que o esperado, na câmara parlamentar do senado da França, sobre o papel desempenhado nas empresas farmacêuticas do país na campanha de vacinação em massa contra a gripe suína.

Presidida por François Autain e Alain Milon, a comissão do Senado interrogou Bachelot por duas horas e meia sobre os potenciais conflitos de interesse, perguntando por que o governo comprou 94 milhões de doses de vacinas contra a gripe suína, por que os contratos tinham sido colocadas sob sigilo, se especialistas do governo foram realmente imparciais, e por que os médicos de família tinha sido excluído da campanha de vacinação em massa, relatou o jornal Le Monde.

Verificou-se durante o inquérito que a Novartis aceitou uma indenização de 16% para o excedente de vacina contra a gripe suína.

O governo, no entanto, não conseguiu chegar a um acordo com a GlaxoSmithKline ou a Sanofi, Batchelot revelou.

A POPULAÇÃO DA FRANÇA NÃO QUIS TOMAR A TAL VACINA CONTRA A GRIPE DOS PORCOS REBATIZADA DE GRIPE ''A'' H1N1

Apenas cerca de 7 milhões de pessoas na França aceitaram a insuficientemente testada vacina da gripe suína para a qual as empresas farmacêuticas foram dadas imunidade – deixando o governo com um estoque de quase 90 milhões de doses.

“O Conselho dos Estados membros da Europa colocou em marcha uma investigação em fevereiro de 2010 sobre a influência das empresas farmacêuticas na campanha mundial da gripe Porcina, centrando-se especialmente no grau de influência da indústria farmacêutica sobre a OMS (Organização Mundial da Saúde).
A Comissão de Saúde do parlamento da União Européia aprovou por unanimidade uma Resolução instando tal investigação. O passo é um movimento de longo prazo com o objetivo de conseguir transparência pública do ‘Triangulo Dourado’ de corrupção da OMS, da Indústria Farmacêutica e dos cientistas acadêmicos que geraram danos à vida de milhões de pessoas.

O Parlamento Europeu ficará encarregado de investigar a OMS e o porquê do escândalo da ‘pandemia’.

A moção parlamentar foi apresentada pelo Dr. Wolfgang Wodarg (na foto), ex-deputado do SPD no Bundestag (Parlamento alemão) e agora presidente da Comissão de Saúde do Parlamento Europeu.

Wodarg é um doutor em medicina e epidemiologista, especialista em enfermidades pulmonares e em medicina ambiental. Ele considerou que a campanha da OMS contra a ‘pandemia’ da gripe porcina foi ‘um dos maiores escândalos médicos do século’. O texto da resolução, que foi respaldado pelas Nações Unidas e um suficiente número de membros do Conselho do Parlamento Europeu, diz entre outras coisas:

‘A fim de promover seus medicamentos patenteados e suas vacinas contra a gripe, as empresas farmacêuticas fizeram uso de sua influência sobre os cientistas e sobre os organismos oficiais, responsáveis por estabelecer as normas de saúde pública, para alarmar os governos de todo o mundo e fazê-los gastar mal os recursos sanitários em ineficientes estratégias de vacinação e expor desnecessariamente milhões de pessoas saudáveis ao risco de uma desconhecida quantidade de efeitos secundários das vacinas que foram insuficientemente provadas. A campanha da gripe aviária (2005-2006), combinada com a campanha da ‘gripe porcina’, parece ter carregado um alto nível de danos não só em alguns pacientes vacinados e aos orçamentos públicos sanitários, mas também à credibilidade e à prestação de contas de importantes organismos internacionais da saúde’.

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