quinta-feira, 18 de março de 2010

H1N1 A FALSA PANDEMIA

A Falsa Pandemia: empresas farmacêuticas lucraram com o pânico da gripe suína, afirma o chefe da Agência de Saúde Européia, Sir Wolfgang Wodarg

O surto de gripe suína era uma “falsa pandemia” movida por empresas de medicamentos que fizeram bilhões de libras através do pânico em todo o mundo, alegou um importante especialista europeu em saúde.

Wolfgang Wodarg, chefe de saúde do Conselho da Europa, acusou os fabricantes de medicamentos e vacinas da gripe de influenciar a decisão da Organização Mundial de Saúde de declarar uma pandemia.

Isto levou a que as empresas farmacêuticas assegurassem “enormes lucros”, enquanto os países, incluindo o Reino Unido, “desperdiçaram” seus parcos orçamentos da saúde com milhões que estão sendo vacinados contra uma doença relativamente branda.

A resolução proposta pelo Dr. Wodarg pedindo uma investigação sobre o papel das empresas de droga foi aprovada pelo Conselho da Europa, o “senado” baseado em Estrasburgo que é responsável pelo Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.

Um debate de urgência sobre a questão será realizado ainda este mês.

As afirmações do Dr. Wodarg emergem no mesmo momento em que o governo britânico está tentando desesperadamente se livrar de 1 bilhão de libras em vacina da gripe suína, encomendadas na época do pânico.

O Departamento de Saúde britânico alertou que poderia haver até 65.000 mortes por causa da gripe suína, criou uma linha telefônica e site especial para aconselhamento, suspendeu as regras normais para drogas anti-gripe para que pudessem ser dadas sem receita médica e aconselhou às autoridades locais para se prepararem para uma pandemia grave.

Planejadores foram orientados a prepararem os necrotérios para uma grande número de mortes e houve alertas de que o Exército poderia ser chamado para evitar tumultos enquanto a população lutasse para obter drogas.

Mas com menos de 5.000 pessoas na Inglaterra contraindo a doença até a semana passada e apenas 251 mortes no total, Dr. Wodarg definiu o surto do H1N1 como “um dos maiores escândalos médicos do século”.

Ele afirmou: “O que tivemos foi uma gripe leve – e uma falsa pandemia.”

Ele acrescentou que as sementes do pânico foram semeadas cinco anos atrás, quando se temia que o vírus mais letal da gripe aviária poderia se transformar em uma forma humana.

O “clima de pânico” levou os governos a estocar o remédio anti-gripe Tamiflu e criando “contratos adormecido” para milhões de doses de vacina.

Dr Wodarg afirmou: “Os governos fecharam contratos com produtores de vacinas onde assegurariam as encomendas com antecedência e tomariam para si quase toda a responsabilidade.

“Desta forma, os produtores de vacinas teriam a certeza de enormes lucros sem qualquer risco financeiro.

‘Então, eles só esperariam até que a OMS declarasse a “pandemia” e ativassem os contratos. ”

Ele também afirma que para continuar a avançar os seus interesses, as principais fabricantes de medicamentos colocaram ’seu pessoal’ nas “engrenagens” da OMS e outras organizações influentes.

Ele acrescentou que sua influência poderia ter conduzido a OMS a suavizar a sua definição de pandemia – levando à declaração de um surto mundial em junho passado.

Dr Wodarg disse: “A fim de promover os seus medicamentos patenteados e de vacinas contra a gripe, as empresas farmacêuticas influenciaram os cientistas e os órgãos oficiais, responsáveis pelas normas de saúde pública, para alardear os governos pelo mundo inteiro.

“Eles nos fizeram esbanjar parcos recursos de saúde para estratégias de vacina ineficientes e que milhões de pessoas saudáveis fossem expostas desnecessariamente ao risco dos efeitos colaterais desconhecidos de vacinas insuficientemente testadas.

Ele não dá os nomes de ingleses com os conflitos de interesse.

Mas no ano passado, o Daily Mail revelou que Sir Roy Anderson, um cientista que aconselha o Governo sobre a gripe suína, também possui um salário de 116.000 libras por ano no conselho da GlaxoSmithKline (GSK).

A GSK produz drogas e vacinas anti-gripe e deve ser uma das maiores beneficiárias da pandemia.

O Departamento de Saúde britânico afirmou que embora a doença pareça estar em declínio, não descarta uma terceira onda, e insiste que todos as pessoas que podem receber a vacina que o façam.

P professor David Salisbury, chefe de imunização do governo britânico, disse que não havia “nenhuma razão” para as alegações do Dr Wodarg, dizendo que as pessoas com conflitos de interesse foram mantidos fora do processo decisório.

Um porta-voz da GSK declarou: “Alegações de influência indevida são equivocadas e infundadas. A OMS declarou que o vírus H1N1 preenchiam os critérios para uma pandemia. Como a OMS afirmou, regulamentos legais e inúmeras salvaguardas existem para evitar eventuais conflitos de interesse. ”

A empresa, que ainda emprega Sir Roy, disse que ele tinha declarado os seus interesses comerciais e não tinha qualquer participação em reuniões relacionadas com a compra de drogas ou vacina para o Governo ou GSK.

Fontes:
Daily Mail: The ‘false’ pandemic: Drug firms cashed in on scare over swine flu, claims Euro health chief

INACREDITÁVEL, LABORATÓRIOS QUE PRODUZEM A VACINA CONTRA A GRIPE SUINA H1N1 TEM IMUNIDADE JURÍDICA, ISTO É, ELES NÃO PODERÃO SER RESPONSABILIZADOS SOBRE QUALQUER EFEITO ADVERSO QUE A TAL VACINA VENHA A PROVOCAR NA POPULAÇÃO.

Realmente é inacreditável que o grande fabricante farmacêutico Baxter já tenha requerido a patente para a vacina H1N1, um ano antes que o primeiro caso do suposto H1N1 tivesse sido relatado:

Baxter Vaccine Patent Application (requerimento de patente para vacina) US 2009/0060950 A1. No requerimento lê-se: “… a composição ou agente ativo contém mais do que um antígeno … como Influenza A ou Influenza B, principalemnte escolhidas de um ou mais sub-tipos de gripe humana H1N1, H2N2, H3N2, H5N1, H7N7, H1N2, H9N2, H7N2, H7N3, H10N7, dos sub-tipos de gripe suína H1N1, H1N2, H3N1 e H3N2 assim como sub-tipos de gripe canina e eqüina H7N7, H3H8 ou de sub-tipos de gripe aviária H5N1, H7N2, H1N7, H7N3, H13N6, H5N9, H11N6, H3N8, H9N2, H5N2, H4N8, H10N7, H2N2, H8N4, H14N5, H6N5, H12N5.”

E mais além lê-se no requerimento: “Como adjuvantes adequados são considerados géis minerais, hidróxido de alumínio, substâncias tensoativas, lisolecitinas, Pluronic-Polyole, poliânions ou emulsões oleosas como água em óleo ou óleo em água ou uma combinação disto.

A escolha dos adjuvantes depende naturalmente da aplicação planejada. Desta forma, por exemplo, a toxidade depende do organismo alvo e pode variar de não-tóxico até altamente tóxico”. Depende do organismo de quem está tomando a vacina, uma verdadeira roleta russa.

Não existe qualquer dispositivo legal – poderia ser que Baxter esteja se preparando para vender muitas centenas de milhões de doses da vacina que contêm o altamente tóxico hidróxido de alumínio como adjuvante? Talvez fosse a hora de exigir que todas as lideranças da OMS, da SAGE e do CDC, do governo Obama, os membros do gabinete e do congresso norte-americano, que liberaram sete bilhões de verba para o H1N1, e consentiram que a indústria farmacêutica recebesse imunidade perante as posteriores indenizações que seus produtos viessem a causar, se colocassem eles próprios à disposição como cobaias para a nova vacina. Assim pode se observar os resultados. O mesmo deveria valer para outros órgãos públicos ou instituições que exigem que os cidadãos sejam vacinados com a vacina H1N1 da GlaxoSmithKline ou Baxter, eles devem atentar que a vacina seja realmente segura.

A OMS não registrará mais os casos do H1N1

Um outro sinal de que todo mundo está fazendo papel de idiota neste cenário de gripe suína da OMS, se mostra na mais nova decisão da OMS – desta instituição atuante internacionalmente, que justamente deveria ser responsável em vigiar este princípio das chamadas pandemias ou somente epidemias pelo mundo afora –, de não seguir mais o desenvolvimento da gripe suína (ou do H1N1 Influenza A, como hoje se prefere chamar para não atrapalhar o Smithfield Foods ou outros produtores industriais de Porcos - CAFO).

Em um informativo publicado em sua página na Rede, encontra-se o espantoso anúncio que os casos de H1N1 não serão mais registrados. A última contagem da OMS, de 6 de julho, resultou em 96.512 casos confirmados em 122 países, dos quais 429 mortes.

Aparentemente a OMS quer dizer com através deste novo passo, que o número de casos confirmados em laboratório é irrelevante.


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