sexta-feira, 12 de março de 2010

ERRAM PORQUE NÃO CONHECEM AS ESCRITURAS

ERRAM PORQUE NÃO CONHECEM AS ESCRITURAS

Frase do Rabi Yeshua Ha Maschiach

ALGUNS EXEMPLOS DAS TOLICES DA HUMANIDADE

O CABO DA BOA ESPERANÇA

A dificuldade em passar este cabo, que marca a transição do Atlântico para o Índico, alimentou a lenda do gigante Adamastor, cantada por Luís de Camões e Fernando Pessoa, os marinheiros da idade média também criam que no local havia uma grande cachoeira e que os navios que fossem até lá cairiam num grande buraco.
Se o povo da época lesse as Santas Escrituras poderiam notar que HaShem quando criou a terra fez os oceanos e colocou a eles limites, fez as praias, os litorais, e a vida aquática e as Santas Escrituras nunca fizeram menção de nenhuma cachoeira nos oceanos.


O QUE SUSTENTA A TERRA NO ESPAÇO?

As nações antigas, que tiveram o povo hebreu como peregrino, escravo e vizinho, também faziam uso de diversas fantasias para explicar como a Terra permanece suspensa no espaço.

Os egípcios não a imaginavam de forma redonda (apesar de acreditarem que ela havia surgido de um ovo), e sim de forma plana e quadrada, com cinco gigantescos pilares sustentando-a, um em cada canto, e o quinto no meio. Uma nação, cuja arquitetura produziu as imensas e admiráveis pirâmides, jamais poderia admitir que a Terra não tivesse em baixo de si um alicerce sólido.
Da mesma forma os gregos, com toda a sua evolução científica, artística e filosófica, não conseguiram explicar de maneira menos fantasiosa o modo como a Terra mantém-se suspensa no espaço. Diziam eles que um gigante chamado Atlas fora condenado por Zeus (o deus supremo dos gregos) a sustentar a Terra eternamente sobre os seus ombros, conforme os padeiros carregam cestos de pão com a cabeça sempre curvada para frente. Porém, se alguém se lembrasse de perguntar em que o gigante Atlas apoiava os seus pés, os gregos não sabiam responder, e mudavam de assunto.
Os antigos hindus também faziam uso de uma explicação interessante, quando a conversa caía sobre esse tema. Diziam eles que a Terra estava apoiada sobre as costas de um imenso elefante. O elefante, por sua vez, estava apoiado no casco de uma grande tartaruga, e esta nadava nas águas de um imenso oceano cósmico, espacial.

Diante de tantas explicações tolas, era de se esperar que a Bíblia tivesse sido afetada por tais crendices, pois os judeus viveram entre esses povos. Porém, quão grandiosamente acima dessas infantilidades estiveram os homens a quem Deus usou como escritores da Bíblia! Quão grandiosamente acima de todas essas fantasias estava o patriarca Jó quando escreveu por volta do XVI Século a.C., sob a inspiração do Espírito Santo: "Ele (Deus) estende o norte sobre o vazio, e faz pairar a terra sobre o nada" (Jó 26.7).

Nenhum cientista teria definição melhor para a invisível força da gravidade do que esta empregada por Jó. Mas como o velho patriarca veio a saber isto? Ora, aprendeu-o com o maior físico do Universo: Deus!

A TEORIA DAS PLACAS TECTONICAS E DERIVA CONTINENTAL PARA EXPLICAR OS TERREMOTOS NO PLANETA É GROSSEIRA

A ideia da deriva continental foi proposta pela primeira vez por Alfred Wegener. Em 1912, eles propuseram a teoria, com base nas formas dos continentes de cada lado do Oceano Atlântico, que pareciam se encaixar.

Muito tempo antes de Wegener, outros cientistas notaram este fato. A ideia da deriva continental surgiu pela primeira vez no final do século XVI, com o trabalho do cartógrafo Abraham Ortelius. Na sua obra de 1596, Thesaurus Geographicus, Ortelius sugeriu que os continentes estivessem unidos no passado. A sua sugestão teve origem apenas na similaridade geométrica das costas atuais da Europa e África com as costas da América do Norte e do Sul; mesmo para os mapas relativamente imperfeitos da época, ficava evidente que havia um bom encaixe entre os continentes. A ideia evidentemente não passou de uma curiosidade que não produziu conseqüências.

Outro geógrafo, Antonio Snider-Pellegrini, utilizou o mesmo método de Ortelius para desenhar o seu mapa com os continentes encaixados em 1858. Como nenhuma prova adicional fosse apresentada, além da consideração geométrica, a ideia foi novamente esquecida.

A similaridade entre os fósseis encontrados em diferentes continentes, bem como entre formações geológicas, levou alguns geólogos do hemisfério Sul a acreditar que todos os continentes já estiveram unidos, na forma de um supercontinente que recebeu o nome de Pangeia.

A hipótese da deriva continental tornou-se parte de uma teoria maior, a teoria da tectônica de placas. Este artigo trata do desenvolvimento da teoria da deriva continental antes de 1950.

PROBLEMAS NA TEORIA DA DERIVA CONTINENTAL

A teoria de Wegener explicava bem a distribuição dos fósseis, o ajuste das linhas de costa, e as dramáticas mudanças nos climas observadas em ambos os continentes.

Explicava também a presença de sedimentos de origem glacial em locais onde hoje temos desertos, no caso da África.

A pergunta fundamental que Wegener não conseguiu responder foi: “que tipo força conseguiria mover tão grandes massas a tão grandes distâncias?”

Na verdade não conhecemos nem o fundo dos oceanos e as fossas abismais e já se meteram a criar fronteiras para as tais placas tectônicas e suas possíveis zonas de atrito e deram até nome para as tais placas.

Se eles lessem as Santas Escrituras poderiam notar que HaShem quando fez o planeta separou as águas e fez a terra seca para os seres humanos morarem, e se HaShem depois de concluir a obra disse que o serviço era bom, entende-se que o Criador não deixou a terra toda trincada e dividida em placas tectônicas porque Ele é Deus e não fêz o serviço mal feito.
Mapa dos testes nucleares no planeta
O que deve ter trincado o manto terrestre são as explosões nucleares subterraneas que os filhos de HaSatan realizam em todo o globo terrestre somado agora aos testes do projeto HAARP, esta pode ser a verdadeira origem de tantos terremotos, e quem sabe são eles mesmos os predestinados a criar o grande terremoto mundial que precederá a volta triunfal de Yeshua. E nenhum impio subsistirá no dia da sua vinda

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