sexta-feira, 31 de julho de 2009

JESUS CRISTO OU YESHUA HAMMASCHIACH?

Observe-se inicialmente que não tem cabimento a afirmativa de que o nome Jesus é de origem grega e não hebraica. Esse nome, transliterado para o grego como Iesous, é hebraico e vem de Yeshua” (as aspas representam a letra ayin). A forma plena da palavra é Yehoshua”, que, a partir do Cativeiro, passou a dar lugar, geralmente, à forma abreviada Yeshua”. Até o começo do segundo século d.C. Iesous (Yeshua”) era um nome muito comum entre os judeus. Na Septuaginta, versão do Antigo Testamento que os judeus fizeram entre os anos 285 e 150 a.C., do hebraico para o grego, o nome Iesous aparece para referir-se tanto a Josué (quatro indivíduos) como aos oito Jesua mencionados em Esdras e Neemias.
Iesous não é nome de nenhum deus da mitologia grega, tanto que não aparece em nenhum clássico grego. Ver, por exemplo, o Dictionaire Grec-Français (1.868 páginas), de C. Alexandre, que, no apêndice de nomes históricos, mitológicos e geográficos, traz no verbete Iesous apenas o seguinte: “Jesus, nome hebraico.”
Agora, em ordem, as respostas às questões propostas.
1. De fato, em hebraico não existe o som j. Como, então, aparece essa letra em nomes bíblicos em quase todas as línguas com as quais estamos familiarizados? O que aconteceu foi o seguinte: os judeus da Dispersão, empenhados em traduzir as escrituras hebraicas para o grego (a Septuaginta), não encontraram nessa língua uma consoante que correspondesse ao yodh do hebraico, e a solução foi recorrer à vogal grega iota, que corresponde ao nosso i. Então escreveram Ieremias, começando com i, e assim por diante, inclusive Iesous.
Mas como foi que esse i se tornou j? Foi através do latim, que deu origem às línguas neolatinas, entre as quais está o português. No latim posterior à Idade Média começou a aparecer na escrita a distinção que já existia na pronúncia entre o i vogal e o i consoante, o qual passou a ser grafado j. Por isso, ao abrir o Dicionário Latim-Português, de Santos Saraiva, você vai encontrar um verbete que começa assim: Iesus ou Jesus; e este outro: Ieremias ou Jeremias; e outros semelhantes.
2. Yehoshuah termina com o som de AH; de onde se originou o us em Jesus? Observe-se, primeiro, que o final desta palavra não é AH (qamets seguido de he), mas a” (pathach seguido de ayin; as aspas representam o ayin): Yehoshua”.
Em segundo lugar, Jesus não se deriva de Yehoshua”, mas da forma abreviada Yeshua”, como explicado anteriormente (ver, por exemplo, Esdras 2.36). O a que precede o ayin é um pathach furtivo (ver Gramática Hebraica, Guilherme Kerr, # 18.7).
O s final em Jesus se explica pela necessidade de tornar esse nome declinável: os judeus substituíram o ayin final por um sigma (o s grego) do caso nominativo. Nos outros casos a palavra se declina assim: Iesou (genitivo), Iesoi (dativo), Iesoun (acusativo) e Iesou (vocativo). Com isso mataram-se dois coelhos com uma só cajadada: o nome ficou declinável, e o ayin final, que não tem equivalente em grego, foi substituído por um sigma (s).
Fato semelhante se deu com Judas, que reflete a forma grega Ioudas, que em hebraico é Yehudah (Judá). Outros nomes hebraicos que terminam com a gutural he tem em grego, em latim e em português no final o som s: Isaías, Jeremias, Josias, Sofonias etc. Outro exemplo é o vocábulo Mashiach, que termina com a gutural sonora cheth (ch), a qual em grego, em latim e em português deu lugar ao som s: Messias.
3. O Novo Testamento foi originalmente escrito pelos apóstolos em hebraico ou aramaico e posteriormente traduzido para o grego? A resposta é: não. É possível que algumas coleções de ensinos de Jesus, escritas em aramaico (as chamadas logia), tivessem circulado entre os cristãos e servido Mateus e Lucas ao escreverem os seus evangelhos. Mas nenhum manuscrito dessas logia foi encontrado até hoje. O tradutor do Novo Testamento não pode basear-se em textos hipotéticos. Os livros do Novo Testamento foram todos escritos em grego coiné, e é no texto grego que se têm baseado as traduções que têm sido feitas através dos séculos.
4. Os originais das Escrituras, especialmente o Novo Testamento, foram destruídos pelas guerras, especialmente na destruição de Jerusalém no ano 70 d.C.? Resposta: Não existe nenhum manuscrito autógrafo de nenhum livro da Bíblia. Tanto no caso do Tanach (Antigo Testamento) como no do Novo Testamento, o que temos são cópias feitas através dos séculos. Especialistas cotejam e avaliam cientificamente estas cópias com o objetivo de se chegar o mais perto possível dos textos autógrafos. Cópias dos manuscritos hebraicos e dos gregos foram feitas nos países do mundo bíblico, o que assegurou a sua preservação através dos séculos.
5. Jerônimo. A citação [de uma carta de Jerônimo ao papa Dâmaso temendo ser acusado futuramente de falsário por impetrar diversos acréscimos, mudanças e correções nas Escrituras] é breve demais e deve ser comprovada com indicação de fonte. E mais: citações fora de contexto podem levar a conclusões apressadas e falsas.
6. Lucas 23.38. Sobre leitura duvidosa não se devem basear argumentos sem comparar com outros textos semelhantes nos sinóticos, e este é o caso aqui. As palavras “em letras gregas, romanas e hebraicas” não aparecem nos melhores e mais antigos manuscritos e por isso estão ausentes de traduções "moderninhas", como a Bíblia na Linguagem de Hoje, a Nova Versão Internacional e a Bíblia de Jerusalém. A Almeida Revista e Atualizada põe essas palavras entre colchetes (ver Bruce Metzger, A Textual Commentary on the Greek New Testament, 2a. ed., 1994, págs. 154 e 217). Em João 19.19-20, todavia, diz-se que "estava escrito assim em hebraico, latim e grego: ‘Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus'". Então o nome de Jesus não foi apenas transliterado: foi escrito na forma corrente de cada uma das três línguas. Em hebraico foi Yeshua”, como fez F. Delitzsch na sua tradução do Novo Testamento do grego para o hebraico. Em grego foi Iesous, e em latim, Iesus.
Também não se sustenta a afirmativa de que nome próprio não pode ser traduzido. Geralmente nome próprio não se traduz; às vezes, sim. Foi o que aconteceu com Simão, a quem Jesus disse: “O seu nome é Simão... de agora em diante o seu nome será Cefas (que quer dizer Pedro)” (João 1.42). Cefas é palavra aramaica que quer dizer “pedra”. Pedro é em grego Petros, que quer dizer “pedra”. E esse nome, resultado de tradução e não de transliteração, foi o que se tornou mais comum, e baseado nele foi que Jesus construiu o trocadilho registrado em Mateus 16.18.
7. Como o nome Yehoshua” se tornou Jesus (fonética histórica)? Resposta: Já vimos que o vocábulo Jesus não se deriva diretamente de Yehoshua”, mas da forma abreviada Yeshua”, através do grego e do latim. A consoante inicial J foi explicada acima, no item 1. Agora, o s médio em Jesus. No vocábulo hebraico Yeshua”, o grupo sh representa a consoante shin. Por não haver em grego som correspondente a essa consoante fricativa palatal, que soa como xis em eixo, os judeus a substituíram por sigma, também fricativa mas línguodental, que em grego, mesmo entre vogais, soa como ss. O ditongo grego ou soa u. E o aparecimento do s final foi explicado no item 2, acima. A evolução do termo de uma língua para outra é a seguinte: Yeshua” (hebraico) > Iesous (grego) > Jesus (latim) > Jesus (português).
Finalmente, é preciso esclarecer que, para o leitor, o real significado dos nomes não é assegurado pela sua transliteração. Primeiro, há um problema insuperável na transliteração, que é o da falta de equivalência de alguns sons nos alfabetos das duas línguas. Isso, em se tratando do hebraico, é verdade em relação ao tau sem daghesh, à pronúncia do mem e do nun finais e das guturais he, cheth e ayin. O ayin só os orientais são capazes de pronunciar corretamente. Depois, suponha-se que na tradução do Novo Testamento imprimíssemos Yeshua” Hammashiach em lugar de Jesus Cristo. Será que isso asseguraria a manutenção do “real significado expresso no original”? É evidente que não. Isso apenas causaria uma confusão total na mente dos leitores. No emprego do nome Jesus Cristo os escritores dos livros do Novo Testamento dão o exemplo a ser seguido pelos tradutores de hoje: eles usaram o nome grego popularmente corrente – Iesous – para indicar o hebraico Yeshua”. O título Christós, que passou a ser nome, foi traduzido pelos apóstolos do hebraico para o grego. Ver, por exemplo, João 1.41, passagem em que André diz a Pedro: “Achamos o Mashiach. (que, traduzido, é o Cristo)” (Texto Recebido). É que leitores do Evangelho de João não sabiam o que queria dizer Mashiach, mas sabiam que Cristo queria dizer ungido. O tradutor hoje deve distinguir entre Cristo como nome unido a Jesus e Mashiach como título de Jesus. Como vimos, isso é claro em João 1.41. E também em Mateus 16.16: “Tu és o Cristo [o Mashiach], o Filho do Deus vivo.” (Texto Receptus) Mas nem essa maneira de traduzir é suficiente para transmitir ao leitor o sentido mais profundo do original. Então, um dos recursos usados é a colocação de nota marginal onde for o caso. Por exemplo, em Mateus 1.21 a Bíblia na Linguagem de Hoje [fora de prelo] tem uma chamada na margem, assim: “Jesus quer dizer ‘Ele salvará o seu povo dos seus pecados’” (Texto Receptus). Já no caso de Messias, o recurso usado é outro: o asterisco juntado a essa palavra encaminha o leitor ao Vocabulário, onde se lê: Messias – o Salvador prometido no Antigo Testamento. Mashiach (no hebraico) é o mesmo que Cristo (no grego) e quer dizer “Ungido”. (Ver UNGIR). Nesse último verbete explica-se o que é a unção. Leia mais em www.apologiajudaica.blogspot.com

A ARVORE DO CONHECIMENTO E O HOMEM


O fruto da Árvore do Conhecimento é algo que todo mundo já comeu, mas não sabe de que árvore seja...
Entretanto, se fosse importante, talvez eu me aventurasse a dizer que era o Figo...
Sim, pois, seria natural que Adão e Eva se vestissem com as folhas mais próximas que encontrassem uma vez que se sentiram nus...
Cobriram-se de folhas de Figueira...
No livro de Enoque o fruto é um Tamarindo...
Na versão do Velho Testamento para o Latim, a Vulgata Latina, o fruto é a Maçã; provavelmente em razão de que Maçã em Latim é Malus e a palavra Mal é também Malus...
Além disso, a cultura bíblia só veio a conhecer a maçã bem depois do texto do Gênesis está escrito...
De fato, o fruto é nascido na mente...
A Árvore que um dia serviu de referencia para o ato de transgressão não era quimicamente e vegetalmente importante...
A importância daquela Árvore estava e está na mente...
É a transgressão que faz dela a Árvore do conhecimento...
Sobre as folhas da Figueira, diria que me chama a atenção o fato de que as mesmas folhas foram outra vez objeto de ilustração espiritual em Jesus, nos evangelhos...
É a Figueira sem fruto, mas cheia de folhas para encobrir a nudez...
Sim, sendo que a Figueira é uma árvore que só abre as folhas depois que já deu fruto naquela estação...
Na Figueira o fruto precede a folha quando chega a hora da árvore parir...
Aquele Figueira de Jerusalém estava cheia de folhas antes de ser a estação dos frutos...
Todas as demais Figueiras de Israel estavam nuas, apenas esperando o fruto brotar...
Aquela, porém, vestiu-se de folhas, como Adão ao ouvir a voz de Deus...
Além disso, a Figueira também era símbolo de Israel...
Israel e Adão estavam na mesma...
Vestindo-se de folhas de Figueira para encobrir sua nudez aos olhos de Deus...
As folhas de Israel eram feitas da Figueira da Religião das aparências...
As folhas de Figueira são as coberturas naturais de todo homem culpado, mas sem a disposição de dar fruto de arrependimento...
Assim, a história do Gênesis tem seu gênesis existencial todos os dias...
Adão é todo o mundo...
Deus, porém, mostra em Jesus que Seu modo não mudou...
Diante de Deus nenhuma nudez é castigada, mas toda dissimulação o é...
Apenas pense nisso!...

Nele,

Caio
31 de julho de 2009
Lago Norte
Brasília
DF

quarta-feira, 29 de julho de 2009

INSTITUTO DO TEMPLO PREPARA COROA PARA O NOVO SUMO SACERDOTE




O Instituto do Templo (Temple Institute) em Jerusalém anunciou esta semana que completou a coroa de ouro maciço que a Bíblia ensina dever ser levada pelo sumo sacerdote quando no cumprimento dos seus deveres no Templo - relatou a agência Israel National News. A preparação da coroa fez com que artistas seguissem escrupulosamente durante mais de um ano as instruções registadas na Bíblia, textos sagrados judaicos e diversas fontes históricas. A coroa ficará exposta na parte velha da cidade de Jerusalém até à altura em que o Terceiro Templo for construído no Monte do Templo e a casta sacerdotal de Israel reassumir as suas funções no local. O Instituto do Templo tem desde há décadas estado a preparar as roupagens e os artigos necessários para o dia em que o Terceiro Templo for reedificado. O Rabi Chaim Richman, diretor do Instituto do Templo, informou a agência noticiosa que a próxima tarefa será completar os projetos arquitetonicos para o Terceiro Templo, incluindo as projeções dos custos e os esquemas e detalhes das partes eletricas e das canalizações. Impressionante? Nem tanto, para quem acredita que está próximo o momento em que o sonho dos judeus se irá finalmente concretizar, ao fim de 2 mil anos de espera. O significado deste grupo é que são pertencentes ao Terceiro Templo, e que agora tem uma hierarquia com jurisdição legal sobre as questões religiosas oficial de Israel, disse um rabino. O Sinédrio poderia ser a mais poderosa voz em nome da reconstrução do Templo. Rabino Chaim Richman é um membro do Sinédrio, e pode ser considerado por alguns como o mais novo Sumo Sacerdote de Israel. Como o Diretor Internacional do Instituto do Templo, e ele tem sido o mais enérgico delegado no mundo para a reconstrução do Terceiro Templo. Com a força de todo o Sinédrio atrás dele, podem esperar que os mais sérios esforços no sentido de serão gastos para esse fim.
Na Páscoa de 1998, rabinos judeus realizaram um sacrifício de um animal no Muro Ocidental, que pode ter sido o primeiro sacrifício animal realizado no local do templo desde 70 DC (foto). É difícil avaliar a importância desta ação específica. Gershon Salomon fez sua terceira tentativa frustrada de se realizar um sacrifício sobre o Monte do Templo em 4 de abril de 1999. Em 1998, foi feito em uma colina chamada Givat Hananya. Outro sacrifício foi realizado, desde então, em um local diferente.
Em abril de 2008 os rabinos afirmaram que estão se preparando agora para realizar alguns sacrifícios de animais, num lugar bem próximo, no Monte do Templo. Isto será um ato muito provocativo, e provavelmente irá desencadear na terra santa uma Jihad Islâmica. Isto tem o potencial de um conflito armado dentro de Jerusalém, talvez até no mundo inteiro. Não posso imaginar nada no mundo a ser mais antagônico ao Islã radical do que um sacrifício jorrando sangue de um animal, à sombra da Cúpula da Rocha. O ato em si, no entanto, é provavelmente um precursor necessário a quaisquer preparativos para a santificação do Terceiro Templo.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

NÃO GUARDE ÓDIO NO CORAÇÃO


"O ódio excita contendas, mas o amor cobre todas as transgressões". Prov. 10:12.
O ódio não é apenas o desejo violento de querer que o outro morra. O ódio tem muitas formas. Murmuração, fofocas, conclusões erradas, mentiras caluniosas, relatos falsos que mancham a reputação, são roupagens que veste o ódio. Salomão, no verso de hoje, diz que “o ódio excita contendas”. Faz mais. Abre feridas, quebra relacionamentos. Constrói muros, destrói amizades, paralisa, desmotiva e mata. O ódio tem suas raízes na mágoa não curada, na incapacidade de perdoar, no ressentimento guardado. O pior de tudo é que não faz tanto mal ao odiado como à pessoa que odeia. Seu coração é um depósito de veneno. Antes de jorrar para fora, a substância letal corrói o próprio depósito. Nenhuma pessoa sensata guardaria ódio em seu coração porque estaria cometendo suicídio. Não tem sentido. E loucura. Irracionalidade. Existe um caminho melhor para curar as feridas. E o caminho do amor. “O amor cobre todas as transgressões”, declara o verso de hoje. Cobrir, do hebraico kasah, tem que ver com apagar o fogo até extingui-lo. Se você tentasse apagar um incêndio usaria água ou gasolina? O amor é água. O ódio, gasolina. “Acertar as contas”, levado pelo ódio, coloca você em desvantagem. Como amar se alguém o feriu? Como ver o inimigo impune, sem que receba “o que merece”? E justo alguém não pagar pelo mal que fez? Em toda vingança há duas vítimas. Por isso, é autodestrutiva. Deus ensina que esse não é o caminho que conduz à felicidade. Algumas pessoas vieram angustiadas me procurar depois de se vingar. “Deveria estar feliz”, dizem arrependidas, “mas, não estou. Antes, pelo menos tinha a motivação de destruí-lo. Agora que consegui o que queria, me sinto vazia e acabada.” Hoje, como todo novo dia, é uma nova oportunidade para avaliar e reavaliar. Para onde estou indo? O que estou fazendo com a vida? Quais são as minhas motivações? Como isto tudo afeta as pessoas que amo? Antes de sair para enfrentar os desafios, lembre-se: “O ódio excita contendas, mas o amor cobre todas as transgressões.”
Texto de autoria do Pastor Allejandro Bullón.

sábado, 18 de julho de 2009

CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL E ASSEMBLÉIA DE DEUS NA ITÁLIA TEM OS MESMOS FUNDADORES


TRADUÇÃO DO RESUMO DA VIDA DE 03 HOMENS QUE FAZEM PARTE DA HISTÓRIA DA CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL E NO MUNDO... Texto original de Francesco Toppi, Presidente da Igreja Assembléia de Deus da Itália.

AMBOS SE ENCONTRAM NO "HISTÓRICO DA OBRA DE DEUS, REVELADA PELO ESPÍRITO SANTO NO SÉCULO PASSADO" - QUE TODOS PODEM ADQUIR ONDE SE VENDE BIBLIAS E HINÁRIOS.

Luigi Francescon (1866-1964)

Oggi, a novant'anni dall'inizio del Risveglio pentecostale italiano, in un mondo ormai tanto diverso da quella di Francescon, il messaggio di fedeltà a tutto l'Evangelo risuona ancora autorevole per ricordarci che la perpetuazione di questo Risveglio evangelico deve fondarsi sui principi che il Francescon ha tenuto saldi sino alla fine: l'autorità assoluta della Sacra Scrittura, la guida insostituibile dello Spirito Santo, l'umiltà nel ministerio cristiano donato da Dio, il disinteresse personale e la ferma volontà che qualsiasi struttura nella Chiesa del Signore deve rimanere soltanto una forma di "servizio fraterno" e non diventare mai un'organizzazione di "potere umano".

Hoje, a noventa anos da Revelação Pentecostal italiana, em um mundo agora tão diferente daquele de Francescon, a mensagem de fé a todo Evangelho ressoa ainda autorizando para nos recordarmos que a perpetuação desta Revelação Evangélica deve fundamentar-se sobre princípios que Francescon teve consigo até o fim: a autoridade absoluta da Santa Escritura; a guia insubstituível do Espírito Santo, a humildade do ministério cristão doado por Deus, o desinteresse pessoal e a firme vontade que qualquer estrutura da Igreja do Senhor deva ser apenas uma forma de trabalho fraterno e jamais se transformar em uma organização do "poder humano".

Luigi Francescon nacque il 29 marzo 1866 a Cavasso Nuovo, un piccolo centro agricolo della provincia di Udine, posto tra le prealpi Carniche.

Luigi Francescon nasceu em 29 de março de 1866 em Cavasso Nuovo, uma pequena cidade agrícola da província de Udine, lugar entre os préalpes Carniche.

Luigi Francescon, dopo il servizio militare, fu uno degli oltre cinquantamila italiani che emigrarono negli Stati Uniti nell'ultimo decennio del secolo.

Luigi Francescon, depois do serviço militar, foi um dos cinqüenta mil italianos que imigraram para os Estados Unidos na última década do século XIX.

Pietro Ottolini deve essere ricordato per la cura pastorale che per lunghi anni ha avuto della comunità sorta nel 1909 a St. Luis, Missouri e che ha in pratica presieduto, profondamente amato e stimato, fino alla sua morte avvenuta nel 1962.

Pietro Ottolini deve ser recordado pelo tratamento pastoral que por longos anos ministrou na comunidade de St. Luis, Missouri, onde foi profundamente amado e estimado até a sua morte em 1962.

Rimase fedele alla sua vocazione. Non smise mai di incoraggiare i credenti alla ricerca del battesimo nello Spirito Santo, che non doveva essere un "dono" per alcuni, ma la promessa "per quanti il Signore Iddio nostro ne chiamerà".

Permaneceu fiel à sua vocação. Jamais parou de encorajar os crentes à procura do batismo do Espírito Santo, que não devia ser apenas um "dom" para alguns, mas a promessa "para quantos o Senhor nosso Deus chamar".

Dopo tanti anni crediamo che un ministerio simile al suo, di incitamento alla ricerca del battesimo dello Spirito Santo, sia quanto mai necessario per poter essere non soltanto pentecostali nella dottrina ma anche nell'esperienza.

Depois de tantos anos cremos que um ministério igual ao seu, de incitamento à procura do batismo do Espírito Santo, seja o quanto mais necessário para poder ser não somente pentecostal na doutrina, mas também na experiência.

Pietro Ottolini nacque a Pescaglia un piccolo centro della provincia di Lucca l'11 novembre 1870. Nel 1891, decise di emigrare in America. Il primo agosto ottenuto il passaporto, lasciò Genova e giunse a New York il 27 agosto 1891.

Pietro Ottolini nasceu em Pescaglia uma pequena cidade da província de Lucca em 11 de novembro de 1870. Em 1891, decide imigrar para a América. Em primeiro de agosto obteve o passaporte, deixou Genova e chegou a Nova York em 27 de agosto de 1891.


Dopo la permanenza di alcuni giorni raggiunse Chicago dove conobbe alcune famiglie di italiani e fra queste i coniugi Pacini che avevano una figlia con la quale si sposò. Il suo desiderio era quello di raggiungere San Francisco, California, ma i piani di Dio non sono i nostri. Perché a Chicago il Signore lo salvò...

Depois da permanência por alguns dias chegou a Chicago onde conheceu algumas famílias de italianos e entre estes conheceu Pacini que tinham uma filha com a qual casou. O seu desejo era aquele de ir para San Francisco, Califórnia, mas os planos de Deus não são os nossos. Porque foi em Chicago que o Senhor o salvou...

Giuseppe Beretta (1853-1923)
Abbiamo creduto che le giovani generazioni del Risveglio pentecostale italiano debbano conoscere l'emozionante ed avventurosa storia di questo uomo di Dio, che ha manifestato un profondo amore per i suoi compatrioti ed ha senza tregua speso tutte le sue energie fisiche e spirituali per annunciare loro il potente messaggio di salvezza dell'Evangelo.

Nós cremos que a jovem geração da Revelação Pentecostal italiana deve conhecer a emocionante e aventurosa história de um homem de Deus que manifestou um profundo amor para os seus compatriotas, e teve sem trégua colocada todas as suas energias físicas e espirituais para evangelizar a eles o poder da mensagem de salvação do Evangelho.

L'esperienza di questo umile e consacrato ministro dell'Evangelo sia di richiamo e di monito per tutti i credenti, affinché ricordino che il vero Risveglio si manifesta: "Non per potenza, né per forza, ma per lo Spirito mio, dice il Signore degli eserciti" (Zaccaria 4:6).

A experiência deste humilde e consagrado ministro do Evangelho seja de uma nova chamada e severo advertimento para todos os crentes, que recordem que a verdadeira Revelação se manifeste. "Não por poder, nem por força, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos". (Zacarias 4:6)

Obs: O texto acima é um resumo dos livros escritos e publicados por Francesco Toppi, presidente da Assembléia de Deus na Itália (a qual também tem como fundadores Louis Francescon e Giacomo Lombardi) da Congregação Cristã no Brasil. Outro sim, ainda não se pode publicar tudo o que nos passam, pois muitas pessoas não estão preparadas para lerem e o momento ainda não é oportuno.