domingo, 24 de maio de 2009

ALGUÉM ACHA QUE JESUS NÃO SABIA?



Uma das afirmações mais fortes e realistas de Jesus acerca do sucesso do Evangelho na Terra, digo “sucesso” mensurável por categorias visíveis, foi a sua pergunta “Quando vier o Filho do Homem, porventura encontrará fé na Terra?”
Ele manda que se pregue no mundo todo, a todas as nações, e que se dê testemunho do Seu amor pelos homens, enquanto no ato do viver/pregar, dizia Ele, os que fossem Seus mensageiros e discípulos, amar-se-iam uns aos outros, pois, somente assim o mundo creria...
Ao mesmo tempo Ele declara que quando o Filho do Homem voltasse... fé seria uma raridade no chão do planeta.
Ele manda pregar ao mundo, mas diz: “Se o mundo me odiou, odiará também a vocês”.
Ele ordena que se dê testemunho a todas as nações, mas não disse que as nações se converteriam...
Todavia, quando disse que somente o amor entre os discípulos é que seria o poder comprovador da eficácia do Evangelho, e, assim, seria o único poder com a força necessária para, como testemunho, curvar o mundo ante as evidencias de Seu poder manifesto como cura humana, pelo amor, entre os Seus discípulos... —, também disse que quando o Filho do Homem voltasse não encontraria fé na Terra.
Ora, com isto Ele dizia que se os discípulos se amassem o mundo teria uma chance; mas se não se amassem, nem o mundo, e menos ainda os discípulos, teriam qualquer chance; pois, para Jesus, Igreja sem amor não existe; é sino tocando como latão de má qualidade; é como blasfêmia cantada com cara contrita; é como homem e mulher fingindo que estão tendo prazer; é como o que tivemos: o Cristianismo com cara de poder romano ou terreno..., mas sem nada de Jesus.
Ora, Jesus sabia que assim ninguém creria..., pois, Ele mesmo não creria...
E se Jesus não crê em algo, quem mais genuinamente poderá dizer que sua fé naquela coisa seja real?
Jesus somente se convence ante a fé que atua pelo amor!
Ora, o que não for assim não convencerá a Ele; e como é Ele, pelo Seu Espírito, quem convence o mundo, tal anuncio do “evangelho” no qual Jesus não creia [posto que ainda que “certo” não seja fruto do amor], não convencendo primeiro a Ele, não convencerá ao mundo; pois, não tendo o testemunho Dele, não terá poder sobre o mundo.
Por isto somente me interessa pregar aquilo no que Jesus creia.
Creia em mim..., a partir da coerência da mensagem com o desejo sincero da vida em amor e em perdão para com todos, indiscriminadamente; e não somente isto, mas capaz de manifestar amor simples por todos os homens.
No entanto, esses serão sempre um pequenino rebanho... Pois, os discípulos não se amaram e não se amam, não crêem que sem amor nada aproveita, e insistem em pregar aquilo no que Jesus não crê..., que é um evangelho sem amor e misericórdia.
Por isto, o afã da “igreja” de pregar sem amar, é sua própria condenação, pois, pela falta de amor, a pregação se torna apenas uma barulheira dos infernos...
Assim é a profundidade do realismo de Jesus acerca do “sucesso” da Sua mensagem entregue à Igreja que virou “igreja”.
Enquanto isto, o "Legião Urbana" parece saber disso melhor do que a "igreja": http://www.youtube.com/watch?v=AKqLU7aMU7M

Nele, quem não levou susto com nada do que fizemos,

Caio
23 de maio de 2009
Lago Norte
Brasília
DF
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http://www.vemevetv.com.br/

sábado, 23 de maio de 2009

NOTA DE REPÚDIO AO MINISTRO DO MEIO AMBIENTE CARLOS MINC



Nota de Repúdio Ao discurso do Ministro do Meio Ambiente Carlos Minc. A União de Blogueiros Evangélicos, neste ato representada pelos associados abaixo assinados, vem, mui respeitosamente, repudiar publicamente a atitude do Excelentíssimo Ministro do Meio Ambiente, sr. Carlos Minc, que, no dia 18 de maio de 2009, durante discurso no Palácio Guanabara, em São Paulo, afirmou o seguinte: "Tem alguns momentos em que a Igreja erra feio. Um deles é a questão da camisinha. Se a gente fosse atrás da Igreja, quantas pessoas não estariam doentes? Outra questão é a da homofobia. Como é que uma religião pode dizer que é fraterna e solidária com todos se pressiona os parlamentares a não aprovarem a lei que criminaliza a homofobia?"; e ainda completou: "Quem se opõe à aprovação dos projetos que criminalizam a homofobia é corresponsável pela multiplicação dos crimes que nada têm de fraternos e solidários". Como que fornecendo o corolário para a discussão do problema, conforme as agências noticiosas, o ministro também forneceu o emblemático número de três mil crimes por homofobia, nos últimos dez anos no Brasil.Sobre o desastroso pronunciamento do sr. Ministro, a UBE entende:1) Que o Ministro pode e deve se manifestar no exercício democrático do seu juízo. Inclusive, discordando da posição da Igreja e dos cristãos de uma forma geral; afinal, a livre manifestação do pensamento é garantia assegurada pela Carta Magna em seu art. 5º, inciso IV. Garantia essa que, ironicamente, o PLC 122/2006 pretende acabar a pretexto da tipificação criminal da homofobia.. 2) Que o Governo Federal, representado naquele ato pelo então Ministro, enquanto Poder Executivo do Estado brasileiro, deve zelar para que todos os cidadãos tenham seus direitos resguardados em consonância com os dispositivos legais vigentes, de maneira isonômica e justa, independente de sua cor, raça, sexo, opção sexual e religião, conforme estabelece o artigo 5º, caput, da Constituição Federal, o qual estabelece que "Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes". 3) Que o sr. Ministro acabou por atacar frontalmente todas as igrejas e entidades religiosas que se opõem a tais projetos legislativos, responsabilizando-as levianamente por aquilo que ele denomina de "multiplicação dos crimes que nada têm de fraternos e solidários". Entidades essas que, inclusive, estão inseridos os milhares de blogueiros evangélicos que assinam virtualmente a presente nota de repúdio; 4) Que, da maneira infeliz e irresponsável como foi feito, o pronunciamento evoca uma separação de grupos sociais, de modo a suscitar uma luta de classes entre aqueles que são contrários e aqueles que são favoráveis aos projetos de lei de criminalização da homofobia. Luta esta inexistente, uma vez que nenhuma igreja aqui representada assassinou, instigou ou colaborou para que gays, lésbicas e simpatizantes sofressem qualquer tipo de violência; muito menos incita ou incitou ódio contra os homossexuais. 5) Que o simples fato de apoiar ou não apoiar determinado projeto legislativo não significa necessariamente incentivo a um certo comportamento social; principalmente quando esse comportamento é maléfico para a sociedade. Com efeito, ser contrário à aprovação dos projetos que criminalizam a homofobia não é o mesmo que incitar o ódio ou a violência contra os homossexuais. Absolutamente. Afinal, se essa for a lógica padrão, concluiríamos também que o sr. Ministro é incentivador do uso de drogas, notadamente da maconha, isso porque, recentemente, ele mesmo participou de ato público onde pedia – aos gritos - a descriminalização do uso da maconha. Portanto, se essa idéia estiver correta, o sr. Carlos Minc é também "corresponsável pela multiplicação dos crimes que nada têm de fraternos e solidários" originados a partir do uso da maconha (furtos, roubos, homicídios, violência, etc.), bem como corresponsável pela destruição de milhares de famílias brasileiras que possuem dentro de casa viciados nesse tipo de droga. 6) Que as igrejas aqui representadas se resguardam o direito ao exercício do mesmo juízo resguardado ao nobre ministro e discordam igualmente de suas palavras e do apoio a tais projetos. Desta forma, as igrejas e seus membros podem discordar de quaisquer opiniões que julguem contrárias à sua fé e crença, inclusive, entre si, e o fazem de maneira ordeira e responsável. Não lembramos de qualquer enfrentamento religioso, apesar das divergências pontuais entre as correntes evangélicas brasileiras, o que é sadio; 7) Que, diante da afirmação de que nos últimos dez anos houveram no Brasil três mil crimes por homofobia, se faz necessária a seguinte pergunta: Por que o ministro, ou seu correspondente na pasta da Justiça, não disponibiliza as investigações das 3000 mortes? Porque muitos destes crimes foram sequer investigados! Entendemos que o emblemático número é fruto de mistificação grosseira e sintetiza a omissão e inabilidade do próprio Governo frente à crescente criminalidade de nossos dias. Senão leiamos um trecho de reportagem do Jornal do Commercio, do dia 15 de abril deste ano sobre o mesmo assunto. Na ocasião o jornal divulgava estatísticas semelhantes (grifos nossos): Os gays são mais "frequentemente assassinados dentro da própria casa", geralmente a facadas ou estrangulados. Já os travestis são executados na rua a tiros. O perfil dos criminosos é descrito assim pelo relatório: "80% são desconhecidos, predominando garotos de programa, vigilantes noturnos, 65% menores de 21 anos". Os gays são assassinados dentro de casa por 80% de desconhecidos!? Não lhes parece estranho? Veja como a contradição fica mais aparente quando se acrescenta predominando garotos de programa? Ou seja, na maioria das vezes, o gay chama um garoto de programa para sua própria casa, assumindo os riscos inerentes a esta atitude, e por alguma razão, os dois se desentendem e o gay é assassinado! Isso não é homofobia desde o início, porque, a priori, quem aceita um programa com um gay é porque gosta de sexo com ele.Apesar das mortes, que devem ser sempre lamentadas, as ONGs dos movimentos engajados desejam um tratamento específico ao problema. O que querem? Um policial para cada casa, para poderem fazer sexo em segurança com um desconhecido!? Observemos, por oportuno, que a questão colocada em foco não é a violência como drama brasileiro, mas a que atinge especificamente a homofobia. Uma classe especial de apuração somente para os gays. Como se as demais mortes de brasileiros fossem menos importantes. Outrossim, o que dizer dos gays que morrem disputando parceiros? Ou isto não acontece? Ou os que se envolvem em brigas que não tem nada a ver com sua opção sexual e em decorrência delas são assassinados? Dos que se arriscam nos programas noturnos? Enfim, em que circunstâncias foram mortas cada uma destas pessoas? A alquimia esconde, por exemplo, os praticantes do bareback!8) Que tais projetos criam uma classe especial de privilegiados. Que de posse dos direitos especiais providos pelos projetos irão argüir as opiniões contrárias, de maneira agressiva e violenta, como já ocorre nos EUA. Decerto, a prevalecer a maneira tendenciosa como o Governo Federal cria políticas segregacionistas, um dia o Brasil vai ter uma Delegacia para apurar crimes contra os gays (aliás, já tem, só que com mais ênfase tem em vista os projetos em trâmite), outra contra os negros, os pardos, os amarelos, os narigudos, os baixinhos, os carecas, os gordos, os babalorixás, os que usam colete; enfim, contra cada categoria que reclame para si uma apuração diferenciada. Quando todos, repetimos, todos, os crimes deveriam ser apurados indistintamente, e nuances como sexo, religião, raça e opção sexual fossem contornos do fato. Exceto, nos casos em que há ligação explícita, como, por exemplo, os crimes praticados por neonazistas; 9) Que o Governo Federal desde há algum tempo luta por reparações históricas. O que seria muito bom, se tais reparações não segregassem os brasileiros em castas. A segregação impõe uma classe. Tal imposição se configura racista, quando aloca privilégios. Repudiamos tal articulação, pois historicamente perseguidas pela Igreja Católica, por exemplo, as evangélicas, nunca ousaram reivindicar reparação alguma; 10) Que a fala do excelentíssimo ministro Carlos Minc tenta mantê-lo em foco, desviando-o dos verdadeiros problemas de sua pasta, quais sejam, em resumo: a) Desmatamento recorde. Provavelmente ao término deste texto o tamanho de uma quadra de futebol de árvores foi abaixo, em nome da ilegalidade e da exploração desordenada; b) Poluição desmedida de nossos rios e costas. As matas ciliares estão em franco desaparecimento e os rios brasileiros agonizam; c) Crescimento desordenado de nossas cidades, com déficit sensível de saneamento básico; d) Impunidade nos delitos contra a natureza; e) Ausência de políticas de longo prazo para o meio ambiente, tais como implantação da sustentabilidade plena em áreas de preservação ambiental. Em suma, como ministro do Meio Ambiente, o excelentíssimo senhor Carlos Minc seria um excelente defensor das causas gays.União dos Blogueiros Evangélicos

domingo, 10 de maio de 2009

O VÉU ESTÁ TIRADO


Na narrativa de Lucas, escrita já depois da destruição de Jerusalém no ano 70, e, por sua vez, profundamente influenciada pela visão universal de Paulo sobre o Significado de Jesus para a humanidade; e, além disso, escrito também em razão do início da proliferação das narrativas sobre a vida de Jesus, umas boas e outras baseadas e lendas de ouvintes distantes — nos dá, como em nenhum outro Evangelho, uma visão bem clara do sentido histórico/escatológico da vinda de Jesus ao mundo a 2ª vez.
Botando na ordem, que significa montar o texto levando em consideração os “antes dessas coisas”, ou: “depois daqueles dias”; ou: “mas o fim não será logo”, etc. — tem-se um seqüência historicamente confirmada pela História que se seguiu à escrita do texto de Lucas.
Primeiro viriam as perseguições aos apóstolos e discípulos.
Enquanto isto Israel estaria espalhado pelo mundo, entre todos os povos, até o tempo do começo do fim.
Então vem o mundo...
Guerras, conflitos, destronamentos, revoluções, destruições, terremotos, inúmeros acidentes naturais, e muitos candidatos a messias e a cristo.
Então, muita febre escatológica...
“Ei-lo aqui...” “Ei-lo ali...”
Surgem então os fenômenos globais...
Nação contra nação... Reino contra reino... Angustia entre os povos... Clima descontrolado... Os oceanos enchendo... Mares gemendo estranhamente... Sinais estranhos nos céus... Perplexidade na terra... Medo do transbordamento dos mares... Pânico instalado na alma humana... Gente desmaiando de medo...
Enquanto isto, ira na terra contra os de Israel...
Então, sinais do céu... Sem explicação.
De súbito, os poderes do universo começam a se desistematizar... Começa a ser abalado na sua essência atômica... “Os poderes dos céus serão abalados...”
A insinuação do texto é de caos até que o que o Senhor venha.
Ora, é nesse mesmo espírito que o Apocalipse caminha.
No Apocalipse se tem os fundamentos da catástrofe humana e da redenção humana: os selos... Os demais elementos são todos decorrentes dos selos...
Os selos designam os pilares fenomenológicos de todos os poderes que se encadeiam a fim de fazer a história girar sempre...
Conquista, guerra, fome, peste, morte...
Então, o Inconsciente Coletivo fica cheio de vozes clamando por justiça nos céus...
Então, no 6º selo, um terremoto sem precedentes e que desconjunta todo o poder da civilização por um tempo...
Afinal, o 7º selo.
Ora, com ele vem o silencio...
Então iniciam outras seqüências...
Todas semelhantes, porém, sempre mais extensas e graves nas suas conseqüências...
Em Lucas nós temos um esqueleto histórico escatológico.
No Apocalipse nós temos carnes, nervos, juntas e ligamentos desse Corpo Universal de Morte.
Tanto nas narrativas escatológicas dos evangelhos como no Apocalipse, há algumas ênfases:
1ª os discípulos seriam perseguidos;
2ª Israel seria disperso até o fim;
3ª os poderes do mundo se agigantariam e se tornariam globais...
4ª as catástrofes naturais aumentariam sem precedente...
5ª surgiria um frenesi escatológico no mundo...
6ª a natureza entraria em processo de desconstrução sistêmica...
7ª grande surto de angustia de morte e pânico tomariam conta da alma humana no Planeta...
8ª profunda divisão política no mundo...
9ª grandes poderes prontos para guerras mundiais... entre nações; global...
10ª a desconstrução natural será tão extensa que o homem terá que se reinventar na terra...
11ª paradoxalmente, grande poderes estarão em curso, com poder de fazer o inanimado falar... e pensar...
Ora, estou aqui escrevendo rapidinho enquanto meu café da manha aguarda e esfria...
Teria muitas outras coisas a dizer. Especialmente se olhasse apenas para os elementos do Apocalipse. Mas minha intenção é apenas dar a você um gostinho que o ponha no caminho de você mesmo fazer a sua própria leitura.
Vou tomar o meu café...

Um beijo.

Nele, que vem,

Caio
9 de maio de 2009
Lago Norte
Brasília
DF

sexta-feira, 8 de maio de 2009

A ORDEM DE MELQUISEDEQUE

O que vem a ser essa ORDEM DE MELQUISEDEQUE?

Segundo a tradição Judaico-Cristã, Melquisedeque é o rei de Paz e “sacerdote do Altíssimo” que abençoou Abraão – o patriarca, de quem descendem as três religiões monoteístas da Terra: Judaísmo, Cristianismo e Islamismo. Portanto, Melquisedeque já era “sacerdote do Altíssimo” antes essas religiões fossem estabelecidas ou houvesse o que é chamado de escritura sagrada.

A pergunta que eu me faço e convido você a fazer também é: como Abraão reconheceu que Melquisedeque era “sacerdote do Altíssimo”, se não havia um corpo de Pastores, Bispos ou Mulahs que atribuísse legitimidade eclesial a esse “sacerdócio”?

Será que nós também, a semelhança de Abraão, podemos reconhecer que alguém é “sacerdote do Altíssimo”, hoje, mesmo que esse alguém não possua títulos concedidos por entidades religiosas?

Eu creio que nós podemos, sim, desde que, de saída, admitamos que esse reconhecimento é subjetivo. Ou seja, ele acontece apenas no íntimo de cada um de nós.
Portanto, o que eu procurarei apresentar nesse Canal chamado ORDEM DE MELQUISEDEQUE são pessoas a quem EU reconheço como “sacerdotes do Altíssimo”.
Essas pessoas abençoam a mim e muitos outros com suas vidas, suas ações e suas escolhas. Muitas dessas pessoas são completamente desconhecidas de nós, assim como eram para os Judeus dos dias de Jesus: os “magos do Oriente”; a mulher sírio-fenícia; o centurião romano e demais personagens a quem os escritores do Novo Testamento dão testemunho como pessoas de Fé exemplar.
São pessoas de outros Credos (ou sem Credo algum), mas que são reconhecidas, por mim, como “sacerdotes do Altíssimo”.
Caio

domingo, 3 de maio de 2009

A VISÃO DA ESCADA DE JACÓ



Genesis 28:10-17: Partiu, Pois, Jacó e foi-se a Harã. E chegou a um lugar onde passou a noite, porque o sol já era posto; e tomou uma das pedras daquele lugar, e a pôs por cabeceira, e deitou-se naqele lugar. E sonhou: E eis que era posta na terra uma escada cujo topo tocava os céus; e eis que os anjos de Deus subiam e desciam por ela. E eis que o Senhor estava em cima dela e disse: Eu sou o Senhor, o Deus de Abraão, teu pai, e o Deus de Isaque. Esta terra em que estás deitado ta darei a ti e à tua semente. E a tua semente será como o pó da terra; e estender-se-á ao ocidente, e ao oriente, e ao norte, e ao sul; e em ti e na tua semente serão benditas todas as familias da terra. E eis que estou contigo, e te guardarei por onde qer que fores, e te farei tornar, a esta terra, porque te não deixarei, até que te haja feito o que te tenho dito. Acordado, pois, Jacó do seu sono, disse: Na verdade o Senhor está neste lugar, e eu não o sabia. E temeu e disse: Quão terrível é este lugar! Este não é outro lugar senão a Casa de Deus; e esta é a porta dos céus.