sábado, 12 de dezembro de 2009

NATAL, O PAGANISMO E O CRISTÃO

A época do Natal parece encher o ar de uma atmosfera muito especial. O comercio, as casas, os meios de comunicação, a cidade e as igrejas, são invadidas pelo colorido das luzes natalinas e pelos ornamentos típicos. Esse é tempo das castanhas, das nozes, das frutas cristalizadas, do panetone, dos presentes e das canções de final de ano. Mas quem paga o pato disso tudo, nesta história, é sempre o peru!

A data do Natal

Baseado no Livro de Levítico 23:34, o Dr. Russel Shedd, comenta que na primeira descrição da Festa dos Tabernáculos (vv 34-36), encontramos o primeiro cumprimento do seu significado, que é a vinda do Senhor Jesus Cristo para morar entre os homens. Conforme explica, Jesus jamais poderia nascer em dezembro, pois esse é um mês de neve em Jerusalém, impossibilitando assim, a presença de rebanhos e pastores nos campos (Lc. 2:8-11). Conclui que Ele, provavelmente, tenha nascido em outubro na época da Festa dos Tabernáculos. Essa data pode ser calculada assim: Zacarias exercia seu turno em julho (Lc. 1:5-8) por ser do turno de Abias, o oitavo turno do ano eclesiástico que começava em março (1 Cr. 24:10). Foi o mês da concepção de João Batista (Lc. 1:23-24) que nasceu, pois, em abril do ano seguinte. Jesus nasceu seis meses depois (Lc. 1:26), portanto em plena Festa dos Tabernáculos.

Na antiguidade encontramos referencias de árvores sendo utilizadas para homenagear um deus pagão chamado Ninrode. No ocultismo ou nas religiões orientais, os espíritos dos antepassados são invocados por meio de uma árvore. Os ocultistas crêem que as pessoas são energizadas através das árvores. A Enciclopédia Barsa, vol. 11, p. 274, fala da origem da árvore de Natal:

“A árvore de Natal é de origem germânica, data do tempo de São Bonifácio. Foi adotada para substituir os sacrifícios ao carvalho sagrado de Odin, adorando-se uma árvore, em homenagem ao deus-menino.”

Faça uma avaliação sobre o real significado deste símbolo natalino. Se ele pode ser ou não dispensável na noite de natal.

O Três Reis Magos

A Bíblia não menciona que eram três reis magos como é retratado no presépio. A lenda com os nomes Gaspar, Melquior e Baltazar vem do século VIII somente. Na antiguidade, os reis não viajavam sozinhos, mas em grandes comitivas. Isso justifica o alarme de Herodes com toda a Jerusalém como registra a Bíblia. Caso contrário como uma cidade ficaria inquieta com apenas três pessoas? Além do que os reis magos só encontraram Jesus com dois anos de idade em Nazaré, portanto eles nunca estiveram na estrebaria onde Jesus nasceu, fato que desencadeou a matança de crianças com menos de dois anos de idade determinada por Herodes. O presépio é mais uma farsa católico romana.

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