segunda-feira, 30 de novembro de 2009

A RALÉ MALDITA


Seis meses antes de sua morte, Jesus estava em Jerusalém. A multidão sabia dos grandes sinais de Jesus e ouviu o ensinamento dele. Várias pessoas chegaram à conclusão que Jesus era o Cristo, o esperado Messias da profecia. Os fariseus não suportaram a idéia de Jesus receber honra do povo e mandaram guardas para prendê-lo.

Os guardas ficaram tão admirados com as palavras de Jesus que não o prenderam. Quando voltaram sem Jesus, os líderes ficaram irados e disseram: “Será que também vós fostes enganados? Porventura, creu nele alguém dentre as autoridades ou algum dos fariseus? Quanto a esta plebe [ralé – NVI, gente – NTLH] que nada sabe da lei, é maldita” (João 7:47-49). Para estes líderes religiosos arrogantes, era incompreensível que as pessoas comuns enxergassem a verdade sem a direção das autoridades. Ao invés de examinarem as evidências, eles defendiam seus próprios preconceitos e suas doutrinas tradicionais.

Hoje, muitos pastores e líderes religiosos desprezam os seus rebanhos, achando as pessoas comuns incapazes de compreender a verdade sozinhas. Valorizam suas posições de honra e seus cursos de teologia acima da palavra de Jesus. Quando devem perguntar: — O que é a verdade?, se preocupam mais em indagar: — Quem falou? — Qual a formação teológica dele? ou — Quem te deu esta autoridade (Mateus 21:23). Sem o selo de aprovação dos homens, a palavra do próprio Senhor não vale nada!

Caro leitor, não se preocupe com a aprovação de homens que se exaltam na defesa de suas doutrinas e tradições. Jesus morreu por você, e ele o julgará segundo a palavra revelada (João 12:48). Conheça e obedeça a palavra dele, não a dos homens.

Por Dennis Allan

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