terça-feira, 13 de outubro de 2009

MONJA BENEDITINA USA A WEB PARA COMBATER VACINA CONTRA H1N1





Teresa Forcades expressa preocupação com possibilidade de que a vacina seja compulsória.

MADRI - Uma monja beneditina espanhola, doutora em medicina, está liderando uma campanha contra a vacinação para a gripe suína, por meio de um vídeo distribuído via Internet que já foi assistido por milhares de pessoas.
Teresa Forcades, também autora de Los crímenes de las grandes compañías farmacéuticas e de La teología feminista en la historia, expressa no vídeo sua preocupação com a possibilidade de que os governos possam decretar vacina compulsória contra o H1N1 sem que conheçam os efeitos colaterais da vacina.
O vídeo de 54 minutos de duração está disponível na Web há 10 dias e pode ser assistido na íntegra abaixo. Ele vem sendo redistribuído em larga escala via correio eletrônico ou de trechos oferecidos pelo serviço de vídeo YouTube.

Forcades, usando seu hábito e tendo ao fundo o mosteiro de San Benet, em Monserrat (Catalunha), reflete sobre suas dúvidas quanto à declaração de uma pandemia pela Organização Mundial de Saúde (OMS), alegando que, em lugar disso, a gripe suína é uma enfermidade com índices de mortalidade inferiores aos da gripe sazonal.
“Se a mortalidade é menor, como se pode declarar uma pandemia?,” pergunta Forcades, que cita diversos relatórios e documentos oficiais para contrastar seus dados.
A OMS declarou que a gripe suína é pandemia em junho. A doença até agora causou 343.298 casos confirmados por exames de laboratório, e pelo menos 4.108 mortes no mundo.
A organização expressa confiança na vacina e a definiu como a mais importante ferramenta de combate à pandemia. Mas no vídeo a monja beneditina volta a expressar suas dúvidas sobre os efeitos colaterais que a aplicação de duas doses de vacina poderia causar, amplificados por uma terceira dose de vacina contra a gripe sazonal.
“Com isso, a possibilidade de que as vacinas causem efeitos colaterais é triplicada. Embora isso seja teórico, na prática não se sabe o que pode acontecer, porque ninguém recebeu três doses de vacina contra a gripe,” afirma.
Em uma resenha publicada na Internet, Forcades explica que estudou medicina na Universidade de Barcelona e depois se especializou em medicina interna nos Estados Unidos.
O portugues Jornal de Notícias, informa mais:
A freira enumera três novidades na vacina contra o H1N1 em relação à vacina contra a gripe sazonal. Começa por dizer que os laboratórios farmacêuticos criaram uma vacina de forma a que apenas uma injecção não seja suficiente para a inoculação, sendo, antes, necessárias duas doses. Além disso - realça -, a OMS recomenda que também não se deixe de tomar a vacina da gripe sazonal, o que leva uma pessoa a expor-se a ser injectada três vezes. Segunda novidade para a religiosa é o facto de alguns laboratório terem juntado à vacina coadjuvantes mais potentes do que aqueles utilizados até agora na vacina anual. Terceira e última novidade: a indústria farmacêutica está a exigir aos estados que assinem acordos que lhes proporcionem impunidade caso as vacinas tenham mais efeitos secundários do que os previstos. Os EUA já assinaram um acordo que libera tanto os políticos como as farmacêuticas de toda a responsabilidade pelos efeitos secundários da vacina.
Em jeito de conclusão, Teresa Forcades deixa claro ser necessário manter a calma, tomar as precauções sensatas para evitar o contágio e, sobretudo, “não deixar-se vacinar”.
E termina com um apelo: “Peço que se ative com caráter urgente os mecanismos legais (…) para assegurar de forma clara que não se poderá forçar ninguém no nosso país a vacinar-se contra a sua vontade e os que decidam livremente vacinar-se não sejam privados do direito de exigir responsabilidades nem do direito a serem recompensados economicamente (eles e os seus familiares) no caso da vacina lhes causar uma doença grave ou a morte”.
As pessoas estao acordando, e pessoas corajosas como está Monja farao as pessoas pensarem duas vezes antes de se sujeitarem a esta vacina

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