sexta-feira, 5 de agosto de 2016

OS ASTEROIDES E A ESTRELA DE ABSINTO

Os asteroides podem mesmo colidir com a Terra? É possível evitar ?
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Quase todos os dias a imprensa mundial lança notícias sobre asteroides que passarão próximos à Terra. Algumas delas dão conta de que o impacto será fulminante e acontecerá em breve.

Filmes de ficção e aventura, como "Impacto Profundo" colaboram para disseminar o pânico, fazendo parecer líquido e certo que de fato uma colisão está a caminho.

Afinal de contas, isso tudo é ficção ou existe mesmo essa possibilidade?

Para responder essa pergunta, é importante saber primeiro o que é um asteróide e onde eles estão. É isso o que veremos na primeira parte desta matéria.

Os asteroides
Asteroides são rochas irregulares cuja maioria orbita uma região do espaço entre Marte e Júpiter, conhecida como "Cinturão de Asteroides". Elas existem aos milhares e por serem muito pequenas, não são considerados planetas.

Pelo menos dezesseis desses objetos têm um diâmetro maior que 240 km e um deles, o maior de todos e batizado de Ceres(foto), tem um diâmetro de aproximadamente 1000 km.

Atualmente é aceito pela maioria dos cientistas que essas rochas são fragmentos de um planeta que não chegou a se formar, mas seus pedaços permanecem orbitando o Sol.
Pela visão está mais para um planeta que de alguma forma explodiu, é pedra para ninguém botar defeito.

Os asteroides não estão presentes apenas no "Cinturão de Asteroides , mas também orbitam outras regiões do sistema solar e já foram descobertos desde o interior da órbita da Terra até para além da órbita de Saturno.

A grande maioria no entanto, orbita entre Marte e Júpiter e se permanecessem no seu lugar, praticamente não representariam riscos. No entanto, diversos mecanismos podem fazê-los sair de suas órbitas.

Como exemplo, a colisão entre os próprios asteroides ou a forte atração gravitacional de Júpiter pode modificar a trajetória alguns deles, deslocando-os do Cinturão para uma nova órbita, capaz de cruzar a órbita terrestre.

Apolos, Amor e Atens

Outro grupo de asteroides  conhecidos por Apolos, Amor e Atens, circulam em regiões distintas do Sistema Solar. Estes objetos representam um risco muito mais imediato do que os do Cinturão, já que suas órbitas naturais cruzam a órbita da Terra.

Por cruzarem nossa órbita, alguns desses objetos já atingiram nosso planeta em tempos passados. Um exemplo real dessa colisão com a Terra é a cratera formada pelo Meteoro Barringer, próximo a Winslow, no Arizona, EUA, visto abaixo.
Os asteroides Aten ficam na maior parte do tempo entre o Sol e a Terra, o que significa que vários deles cruzam a órbita do nosso planeta.
Os astrofísicos acreditam que existam milhares de asteroides Aten, mas apenas 550 foram descobertos, já que é praticamente impossível observá-los a partir da Terra.

Os asteroides são objetos pequenos e de baixa reflexão, tornando impraticável sua detecção pelos telescópios em Terra. Em outras palavras, alguns desses corpos podem chegar muito próximo de nós sem que ninguém os veja.

Esse problema está sendo contornado pelas grandes agências espaciais, que estão usando satélites para fazer uma verdadeira varredura espacial, medindo posições com grande precisão. Além do mais, os satélites podem olhar regiões próximas ao Sol sem qualquer dificuldades, impossível daqui da Terra.

O maior problema é que ninguém, da NASA, a agência espacial americana, ou da ESA, a agência européia, sabe exatamente quantos asteroides existem. Nenhum astrofísico, em nenhum observatório, pode responder com certeza essa pergunta.

Recentemente, usando dados obtidos pelo satélite infravermelho ISO( Infrared Space Observatory),da ESA, os astrônomos concluíram que existe cerca de 2 milhões de asteroides com mais de 1 quilômetro de comprimento situados no Cinturão de Asteroides, mas o número exato é uma incógnita.

Parte 2: Os riscos de colisão e como fazer para evitá-los.
Riscos de colisão

É extremamente difícil estimar o risco real que os asteroides representam para nosso planeta.

Diariamente, um grande número de desses objetos são observados e têm suas órbitas recalculadas, mas até mesmo os pesquisadores se surpreendem com alguns asteroides que se aproximam do nosso planeta sem que tenham sido observado anteriormente.
Em dezembro de 2001, observações astronômicas mostraram que um desses objetos passaria muito próximo da Terra. No dia 7 de janeiro, esse asteroide  batizado de 2001 YB5, passou a apenas 600 mil quilômetros de distância do nosso planeta. Essa distância, duas vezes a distância entre a terra e a Lua, é considerada muito pequena em termos astronômicos.

O 2001 YB5 tinha um diâmetro estimado de 350 metros e se chocasse com a superfície  a quantidade de energia liberada seria a mesma produzida por dezenas de bombas atômicas.

No dia 8 de marco de 2002, outro asteroide  batizado de 2002 EM7, passou a somente 461 mil quilômetros de distância. Como se deslocava da direção do Sol para a Terra, os observadores só conseguiram observá-lo 4 dias depois de ter alcançado a maior aproximação com nosso planeta.

O 2002 EM7 é um dos 10 objetos conhecidos que mais se aproximou da Terra. Caso tivesse se chocado com a superfície, produziria um estrago maior que aquele verificado em 1907, quando um asteroide destruiu uma grande extensão de floresta próximo à Tunguska, na Sibéria.

Em 2013 um asteroide caiu na Russia ferindo mais de 1000 pessoas e causando muito prejuizo, e esse segundo os cientistas era dos pequenos, desligue o player da radio do blog e veja o video:

Colisão em 2027

Dias atrás foi alardeado que outro asteróide, conhecido por 1999 AN10, deverá se chocar com a Terra no dia 7 de agosto de 2027. É importante informar que não existe nada que comprove que este objeto, de aproximadamente 1.5 quilômetro de diâmetro, irá de fato, colidir com a Terra.

As últimas observações mostram que a menor distância que esse corpo poderia se aproximar do nosso planeta é de 37 mil quilômetros. Essa é a menor distância, considerando-se todos os extremos.

De acordo com o JPL, Laboratório de Propulsão a Jato, da NASA, a possibilidade de choque do 1999 AN10 com a Terra é zero, mesmo assim sua passagem será muito próxima.

Para 2039, quando ocorrerá nova aproximação do 1999 AN10, as chances de impacto aumentam, mas segundo os pesquisadores Andrea Milani, Steven Chesley e Giovanni Valsecchi, o cenário é incerto, com probabilidade de impacto de 1 em 10 milhões.

O mais perigoso

Recentemente, os pesquisadores descobriram outro asteroide  batizado de 1950 DA. Ao que tudo indica, até agora esse é o objeto que maiores chances tem de impactar diretamente com a Terra.

Segundo dados do JPL, as chances de colisão são da ordem de 1 em 300 e deverá acontecer no ano de 2880. Esse objeto, um esferoide assimétrico, tem um diâmetro de 1.1 km e gira ao rodor do próprio eixo em 2.1 horas, o mais rápido movimento rotacional observado em um asteroide desse tamanho.

Conclusão

Pelo que foi exposto, torna-se claro que, para os objetos conhecidos, e que têm sua dinâmica orbital estudada continuamente, os riscos de impacto são muito baixos. O problema surge com os asteroides desconhecidos, que se aproximam sem serem vistos, além de asteroides como 1999 AN10, que se aproximam muito da Terra. (O grifo é meu: ''Não seria o caso de enquadrarmos aqui o asteroide que se chocará com a Terra descrito na Biblia como estrela de Absinto? E pelo cumprimento das profecias biblicas ele não está muito longe! Quem viver verá.)

Cientistas especializados em riscos planetários dizem que se um asteroide de grandes proporções rumasse de fato em direção à Terra, não haveria tempo suficiente para uma contra medida.

Todas as peripécias vistas em filmes, como bombas nucleares fragmentando os asteroides  são de fato ficção, já que a tecnologia necessária para isso não existe.

Estimativas mostram que seriam necessários pelo menos 20 anos, após a detecção de um asteroide em rota de colisão, para que uma tecnologia para desviá-lo ou destruí-lo fosse desenvolvida.

A dúvida atual é a de quantos asteroides ainda não descobertos poderão nos surpreender, já que surgem quase de repente à nossa frente. http://www.apolo11.com/

quinta-feira, 26 de maio de 2016

TELESCÓPIO HUBBLE FOTOGRAFA CIDADE NO ESPAÇO

A foto da cidade no espaço é intrigante e foi feita pelo telescópio hubble já faz algum tempo, de tão interessante que é, até o Papa pediu a foto para a NASA.

quarta-feira, 9 de março de 2016

AS SETE COLINAS DE ROMA

"Transportou-me o anjo, em espírito, a um deserto e vi uma mulher montada numa besta escarlate, besta repleta de nomes de blasfêmia, com sete cabeças e dez chifres. Achava-se a mulher vestida de púrpura e de escarlata, adornada de ouro, de pedras preciosas e de pérolas, tendo na mão um cálice de ouro transbordante de abominações e com as imundícias da sua prostituição. Na sua fronte, achava-se escrito um nome, um mistério: BABILÔNIA, A GRANDE, A MÃE DAS MERETRIZES E DAS ABOMINAÇÕES DA TERRA". (Ap 17.3,5).
"O anjo, porém, me disse: Por que te admiraste? Dir-te-ei o mistério da mulher e da besta que tem as sete cabeças e os dez chifres e que leva a mulher: a besta que viste, era e não é, está para emergir do abismo e caminha para a perdição". Aqui está o sentido, que tem sabedoria: as sete cabeças são sete montes, nos quais a mulher está sentada. "E são também sete reis; cinco já caíram, e um existe; outro ainda não é vindo; e, quando vier, convém que dure um pouco de tempo. E a besta que era e já não é, é ela também o oitavo, e é dos sete, e vai à perdição". (Ap 17.7,11).

Aqui está o sentido, “As sete cabeças são sete montes nos quais a mulher está sentada”. Roma é conhecida como a cidade dos sete montes, ou sete colinas, continuando..."dos quais caíram cinco, um existe, e o outro ainda não chegou; e, quando chegar, tem de durar pouco..."

As sete cabeças são também sete reis. A cabeça é o que comanda o corpo. O cabeça visível da igreja católica é o papa. Então, as sete cabeças são sete papas. Mas o anjo disse que as cabeças são “reis”. Elas representam então papas, que são também reis. Os papas sempre foram lideres e governadores da igreja Católica; mas nem sempre foram reis. Uma pessoa, para ser um rei, deve governar um país. Se alguém governa uma província ou um estado, é um governador, mas não um rei. A igreja Católica era apenas uma denominação religiosa desde sua fundação, até 1929. Neste ano, o ditador Italiano Benito Mussolini deu para o papa Pio XI hectares de terra, os quais foi fundado o Estado do Vaticano, um país independente e monárquico, cujo rei era o papa.

Pio XI, que era o papa quando esta mudança tomou lugar, tonou-se o primeiro papa “rei”. O anjo, explicando sobre os reis, disse que “cinco caíram, e um existe” Ele leva João para o tempo do sexto rei, o que nos mostra que a profecia seria entendida quando o sexto rei estivesse no trono do papado. A partir de Pio XI, o primeiro rei, os papas “reis” que se seguiram foram:

2 – Pio XII;

3 – João XXIII;

4 – Paulo VI;

5 – João Paulo I;

6 – João Paulo II.

7 – Bento XVI.
8 - Francisco I.

João Paulo II foi o sexto rei, aquele descrito pelo anjo através das palavras: “um é”. Ele estava no poder no tempo apontado por João na visão. Centenas de pesoas nos Estados Unidos, Brasil, Argentina, e provavelmente em outros lugares, entenderam o que foi explicado até aqui nos anos noventa, quando João Paulo II estava no trono do Vaticano, cumprindo a profecia. “O outro ainda não chegou”. De acordo com a profecia, após a morte de João Paulo II, haveria outro papa “rei”, que, “quando vier, tem de durar pouco tempo”. O cardeal Josef Ratzinger, um homem de idade avançada que não pode se manter no trono do papado por muitos anos como o fez João Paulo II, foi eleito, tornando-se Bento XVI, o sétimo rei, cumprindo a profecia. Os próprios jornais confirmam que os próprios cardeais católicos esperam que ele irá reinar apenas pouco tempo.

“São Paulo (Folhapress) - O favoritismo de Ratzinger, além do apelo conservador, se dá pela idade avançada e pela experiência: aos 77 anos, dificilmente o cardeal alemão exerceria um papado extenso.

"E a besta, que era e não é, também é ele, o oitavo rei, e procede dos sete, e caminha para a perdição". (Ap 17,11)
Seria mesmo Francisco I o oitavo rei segundo a cronologia depois da instituição do Estado do Vaticano? Esperemos para ver!
Eu acho que Francisco I não é o 8º Rei, pois segundo a tradição um Papa só sucede o outro em caso de morte, e hoje temos dois Papas, um Papa Emérito, Bento XVI e um Papa administrativo, Francisco I.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

FELIZ ANO NOVO

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terça-feira, 22 de dezembro de 2015

TREMORES DE TERRA E APROXIMAÇÃO DO ELENIN

Eu como não tenho medo de expor as minhas opiniões e teorias e como gosto de estudar eventos climáticos, científicos e espaciais, e observando alguns eventos que estão acontecendo pelo mundo assim como uma rachadura gigantesca que apareceu do nada no sopé das montanhas Bighorn, em Wyoming, EUA, e sem contar o grande número de tremores que estão chacoalhando o Brasil.
Esta rachadura não tem apenas poucos metros de largura, ela abriu um fosso de 685 metros de comprimento e 45 metros de largura, dentre outras anomalias que estão acontecendo pelo mundo afora, inclusive com pequenos terremotos como aconteceu já duas vêzes em Londrina e uma vez na minha cidade de Assai, tenho a seguinte teoria a respeito:
Londrina tem as Termas Águas quentes e próximo a Assai temos as Termas Aguativa De Cornelio - Aguativa Golf Resort, e qualquer pessoa geologicamente inteligente sabe que águas quentes, assim como água com alto teor de enxofre como em Poços de Caldas em Minas Gerais são decorrentes do restante de atividades vulcânicas que já existiram no Brasil.
Aliás aqui no Paraná e no Brasil existem vários vulcões extintos, assim como a cratera do Vulcão da região de Poços de Caldas que foi um dos maiores do mundo só perdendo para Yellowstone, então, a minha teoria agora é que vai mais longe, com a aproximação a cada 3.600 anos da estrela Nemesis que é 1/10 do nosso Sol e que tem em sua órbita o tão famoso planeta X, chamado de vários nomes, assim como Elenin, Nibiru e outros que é 4 vezes maior do que Jupiter que quanto mais se aproximar do Sol, mais tremores teremos por aqui, e olha lá, se esse evento não ativar todos os vulcões inativos do mundo, inclusive pelo jeito o que estamos em cima aqui na nossa região, se isso acontecer espero que ele abra a sua cratera bem longe de mim.
É só uma teoria que espero que esteja errada e nunca vire realidade.